sábado, 31 de outubro de 2015

[Opinião] O Vilarejo - Raphael Montes

Editora: Suma de Letras

N° de Páginas: 93

Citação:

O Velho estava certo. O vilarejo está sendo dizimado dia após dia. O luto sentou-se a mesa. Ninguém chora os mortos. Não podem desperdiçar energia lamentando a partida dos que não suportaram o frio e a fome.''

Sinopse:
  Um vilarejo que sumiu do mapa.
  O tempo o apagou do mundo, da história, da mente das pessoas. A única prova de que o local existiu é a vida de seus moradores, as histórias que ficaram registradas em um caderno com ilustrações macabras. Explore um lugar perdido no passado e, através de um quebra-cabeça cheio de surpresas, conheça o destino de seus habitantes, há muito esquecidos.

Opinião:
  Esse negócio não é de Deus, não.
  Vocês já devem saber que esse livro reúne 7 contos, cada um tendo um dos 7 pecados capitais como plano de fundo e que todos os contos se passam no tal vilarejo. Então vamos direto ao que você talvez não saiba: Todos os contos, unidos, formam uma narrativa quase linear, ambos apresentados no mesmo conto, e todos os outros se passam nesse meio tempo.
  Tanto o prefácio quanto o posfácio complementam brilhantemente a história, história essa que nos narra o declínio desse vilarejo.
  Os contos visam, principalmente, chocar, e fazem isso muito bem fazendo uso de várias cenas que causam repúdio no leitor, mas que também nos fazem refletir bastante.
  Nos fazem ver que todo o pecado trás uma consequência, uma consequência destruidora, e nos faz pensar em onde temos errado e tentar melhorar antes que nos tornemos pessoas horríveis capazes de atos atrozes, como as do livro.
  Mas se você não estiver querendo refletir, pode ler como qualquer outra história de terror, ela é muito boa nisso também.
  A edição do livro dispensa comentários, e eu não aconselho você a ver as imagens antes de chegar nelas no decorrer da leitura, principalmente a última, tudo terá um impacto muito mais interessante se não "trapacear" nessa parte.
  O autor escreve muito bem, se antes eu já queria ler os outros livros dele, agora nem se fala. Esse é um bom livro, frenético, assustador e reflexivo. Pode ser o livro favorito de alguém, mas não chegou a tanto pra mim, não sei se por já ser "velho de estrada" no gênero, mas achei algumas coisas meio previsíveis e levemente manchadas, tipo uma calça velha com uma cor nova.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

[Opinião] Elevador 16 - Rodrigo de Oliveira

Editora: Faro Editorial

N° de Páginas: 60

Citação:
Mas negar o que acabara de presenciar seria estupidez, Mariana não fazia ideia se aquelas pessoas poderiam ser tratadas e assim voltar ao normal, mas o fato é que elas estavam se comportando como loucas, sem raciocínio e sem piedade, e ainda por cima devorando outros seres humanos.''

Sinopse:
  Cientistas descobrem um planeta vermelho em rota de colisão com a Terra. Depois de muito pânico nos quatro cantos do mundo, eles asseguram que o corpo celeste passaria a uma distância segura de nós e todos ficam tranquilos acreditando que nada iria acontecer...
  Mas não podiam estar mais enganados.
  No dia em que o planeta estaria mais visível a olho nu, enquanto todo o mundo se preparava para observar o fenômeno, um grupo seguia para um compromisso chato: fazer hora extra num sábado.
  Na hora do almoço, 16 pessoas entram no elevador... mas ele para entre dois andares.
 As comunicações não funcionam, nem alarmes ou celulares, ninguém aparece para ajudar. E eles não sabem que em todo o mundo algo muito estranho aconteceu. Em poucos segundos, 10 pessoas caem num surto coletivo, como que desmaiadas. Entre o desespero e tentativas de busca por ajuda, um deles começa a abrir os olhos. Mas eram olhos vazios, olhos do mal...

Opinião:
  Depois de ouvir maravilhas sobre a série As Crônicas dos Mortos e encontrar esse conto por um preço bem camarada na única livraria aqui da cidade minhas expectativas foram lá pro céu, tanto que nem me passou pela cabeça esperar que elas diminuíssem para só então ler o conto, mas fico feliz em dizer que não me decepcionei.
  Como a sinopse da edição já conta quase a história toda não vou me estender nesse ponto, vamos passar logo para as minhas impressões: O fato de o autor já entregar de bandeja o "o que" que faz com que as pessoas se transformem em zumbis me causou um certo estranhamento a princípio, ainda mais por esse "o que" ser um planeta, um imenso planeta vermelho batizado de Absinto (convenhamos que faria mais sentido se o planeta fosse verde, mas enfim...), isso pode fazer as coisas ficarem bem estranhas no decorrer da série, mas como o que temos aqui é um conto, aqui, especificamente, funcionou bem (mesmo não fazendo muito sentido).
  Outra coisa que me desagradou um pouco foi a insistência em reutilizar, por assim dizer, o mesmo zumbi única e exclusivamente porque ele afetará a protagonista por ter tido um relacionamento com ele enquanto o dito ainda estava vivo.
  Os pontos positivos da história são muitos, apesar da forçação de barra de um planeta transformar uma parcela dos humanos em zumbis, o autor sabe construir a narrativa a um ponto onde ele consegue fazer com que isso pareça plausível, os personagens são construídos enquanto a ação acontece, e você se apega a eles sem nem perceber, apesar de o conto ter apenas 60 páginas eu perdi a conta de quantas pessoas morrem, e sentimos a morte de cada uma delas pois o autor as torna tão humanas que não os vemos como simples personagens (exceto os que morrem pela aproximação do Absinto, esses a gente só se toca da existência quando eles caem mortos mesmo).
  A edição do livro é lin... er... caprichada, muito bem feita, a editora não se importou de ser apenas um conto e caprichou como se fosse uma verdadeira edição de colecionador (só faltou a capa dura e as ilustrações).
  Em suma é um conto que nos deixa intrigados e preocupados com a série a qual pertence, mas que também mostra o talento do paulista fã de Romero que apesar de seus raros deslizes (usando frequentemente uma linguagem consideravelmente formal e soltando um "tomado pelo capeta" em determinado ponto) sabe construir personagens e conduzir uma história.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

[Opinião] Nas Montanhas da Loucura e Outras Histórias de Terror - H. P. Lovecraft

Editora: L&PM Pocket

N° de Páginas: 266

Citação:

Mas, ainda assim, o que vi era pior do que meus temores. Há horrores para além dos horrores, e aquela era um daqueles núcleos de toda a hediondez imaginável que o cosmos guarda para descarregar contra alguns poucos infelizes e amaldiçoados.''

Sinopse:
  Na paisagem gelada e branca do Ártico, uma expedição científica se transforma em um encontro com o desconhecido e o inimaginável, levando alguns de seus membros a perderem a razão em face dos horrores presenciados. Nas Montanhas da Loucura é um dos principais exemplos da ficção de horror de H.P. Lovecraft (1890-1937), escritor norte-americano que é tido como uma das maiores influências de toda uma geração de criadores do gênero, como Stephen King.
  Inspirado por contos de Edgar Allan Poe, Lovecraft nos presenteia com um conjunto de histórias em que eventos ordinários tornam-se excepcionais pela influência do sobrenatural, do oculto e até mesmo de forças alienígenas. Por meio de sua prosa, o autor arrasta o leitor para dentro de um pesadelo após o outro, a maioria vividamente narrados em primeira pessoa pelos protagonistas de horrores insuspeitos.
  Aventure-se pelo sombrio e fascinante território do mestre da literatura de horror.

Opinião:
  Esse foi o meu primeiro contato com o autor e, em determinado momento, pensei que seria o único já que o primeiro conto, o que dá nome ao livro, é extremamente enfadonho e maçante em certos momentos.
  O livro trás quatro contos: Nas Montanhas da Loucura é o primeiro e mais longo de todos, é exatamente o que eu esperava do autor, mistério e alienígenas. a sinopse do livro é sobre esse conto então não vou me estender nele. É uma daquelas histórias que funcionam muito melhor como filme do que como livro... não sei se tem filme desse, mas ler foi extremamente cansativo, excetuando alguns momentos onde era realmente interessante acompanhar a história, mas em determinado momento o protagonista encontra toda a história daquela civilização alienígena desenhada nas paredes, e tem muita coisa que não tem como ele ter entendido a partir dos desenhos. Enfim, é um conto interessante mas extremamente cansativo que quando chegou ao seu ápice eu já estava tão cansado dele que nem fui impactado.
  Depois passamos para A Casa Maldita, uma história muito mais fluída e incrivelmente mais interessante. Aqui conhecemos a história de uma família, que com sua pequena fortuna comprou uma mansão modesta e foi morar lá às vésperas de terem o seu quinto filho (acho que era o quinto) e o bebê nasce na dita casa, mas nasce morto, e o autor nos "consola" com a seguinte frase: 
"Nenhuma criança nasceria viva naquela casa pelos 150 anos seguintes."
   E então começamos a acompanhar a história da casa, uma casa tida como azarada, onde coisas ruins aconteciam e era envolta por um ar de mistério e que mantinha todos os que conheciam sua história, ou viam os fungos brilhantes pelas vidraças do porão, bem longe. O final, apesar de se encaixar muito bem com todo o resto da história não me agradou tanto quanto o conto em si.
  Seguimos então para o IN-CRÍ-VEL Sonhos na Casa da Bruxa, o único escrito em terceira pessoa e que conta a história de um estudante que aluga um quarto em uma antiga casa que tem uma certa má fama, sabemos que uma antiga moradora foi queimada em fogueira acusada de ser praticante de bruxaria. Esse estudante começa a ter problemas de sonambulismo e pesadelos, onde ele via uma velha senhora (a bruxa) e um estranho rato, meio humano... Esse conto foi adaptado para o cinema (na verdade acho que o filme não chegou a passar em nenhum cinema, mas enfim) e apesar de terem amenizado bastante a história a adaptação é consideravelmente fiel ao conto, bem mais leve, mas da pra você ter uma noção da história e do nível de assombro que ler essa história proporciona.
  E finalizando o livro temos o conto mais curtinho chamado O Depoimento de Randolph Carter, curtinho e simples. Mas que causa arrepios e termina no momento perfeito.
  Em suma, é um livro incrível, que só perde o posto de favorito e uma estrela por causa do primeiro conto.

  Acho tanto que vocês precisam ler esse livro que vou até sortear um exemplar para vocês. Para participar é simples, basta:

  1. Ter endereço de entrega no Brasil.
  2. Ser seguidor do blog pelo Google Friends Connect
  3. Preencher atentamente o formulário abaixo APENAS UMA VEZ.
  A edição que será sorteada é uma igual a minha, da L&PM Pocket, se você tem problemas com livros de bolso nem participe.

  Vocês podem participar até 28/11 o resultado será divulgado na postagem de leituras do mês no dia 01/12.
  Boa sorte a todos ;)


Não deixe de votar em quem você quer que ganhe a disputa dos "Melhores do Ano" na postagem anterior a essa.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Melhores do Ano: Votação Final

  E chegamos a última votação.

  O prêmio está sendo disputado por duas mulheres. Vote quantas vezes quiser em quem você quiser que vença, a votação vai até dia 10 de dezembro.
  Boa sorte às duas.

 Ignoremos o fato de, mais uma vez, eu ter esquecido de colocar título no formulário :p


terça-feira, 27 de outubro de 2015

[Opinião] 172 Horas na Lua - Johan Harstad

Editora: Novo Conceito

N° de Páginas: 283

Citação:
Tudo o que queria era dormir. Queria dormir e acordar em um lugar totalmente diferente. Qualquer lugar estaria bom. Mesmo que fosse no meio do deserto em algum lugar no México, sem comida nem água, com um psicopata e assassino em massa atrás dela. Mesmo que tivesse de se salvar rastejando até os joelhos sangrarem pelo deserto, cercado de cobras e coiotes. Qualquer coisa seria melhor que ficar sentada aqui, presa, sem a menor chance."

Sinopse:
  O ano é 2018.
  Quase cinco décadas desde que o homem pisou na Lua pela primeira vez.
  Três adolescentes comuns vencem um sorteio mundial promovido pela NASA. Eles vão passar uma semana na base lunar DARLAH 2 - um lugar que, até então, era conhecido somente pelos altos funcionários do governo americano.
  Mia, Midori e Antoine se consideram os jovens mais sortudos do mundo. Mal sabem eles que a NASA tinha motivos para não ter enviado mais ninguém a Lua.
  Eventos inexplicáveis e experiências fora do comum começam a acontecer...
  Prepare-se para a contagem regressiva.

Opinião:
  Bom, tive tempo de sobra para digerir esse livro, terminei ele no início do mês.
  Não vou dar sinopse (além da oficial) porque acho que é muito bacana você ler o livro sabendo o minimo possível. Eu peguei o livro sabendo que os protagonistas iam para a Lua e teriam problemas por lá. Mas eles demoram boa parte do livro para sequer chegar a Lua. Mas não estou reclamando, essa "introdução" é tão bacana que cheguei a esquecer que a verdadeira história era sobre eles na Lua.
  O começo dramático mostrando os problemas pessoais dos jovens, mesmo sendo envolvente (exceto pela parte do Antoine) é totalmente ofuscada pela tensão de quando as coisas começam a dar errado. É uma sequencia de infortúnios de tirar o fôlego, os personagens transpiram um desespero através das páginas que faz com que sintamos uma agonia semelhante a deles, conseguimos entender todo o desalento e desânimo que se abate sobre eles.
  O que também nos leva a pensar sobre o cotidiano, quantas vezes estamos em situações complicadas e achamos que é o fim do mundo, mas não passamos por nem um terço do que os personagens desse livro passam. Sim, eu sei que, como diz o Charlie em As Vantagens de Ser Invisível: o fato de alguém estar passando fome na índia não faz minha vida ficar melhor do que está (não exatamente com essas palavras), mas é aquela coisa: "Tá ruim, mas poderia ser beeem pior".
  A edição do livro está linda, com fotos que complementam a história e lindas imagens do céu noturno, da Terra vista do espaço e da superfície da Lua (ele tem até um cheiro diferente... melhor do que o normal)
  Em suma é um livro que nos faz pensar no valor da vida, mas além disso também entretêm e causa aquela agonia boa que todo o bom suspense causa. Fãs de mistério se banquetearam e amantes do horror ficaram até satisfeitos. O livro tem suas partes desnecessárias com os adolescentes sendo adolescentes e os adultos não sendo adultos, mas é uma trama envolvente e que causará um imenso desconforto (negócio da agonia de novo, aquela agonia que adoramos sentir) com o final.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

[Opinião] Cinco Dias - Julie Lawson Timmer

Editora: Novo Conceito

Nº de páginas: 366

Citação: 

Ela tinha perdido a lista em algum lugar, ou a deixara de lado porque anotar tudo aquilo só a deixava com mais vontade de experimentar todos os itens: o som da risada de Laks, a sensação da barba por fazer de Tom contra a sua bochecha, o aroma do xampu da sua mãe, a colônia pós-barba do pai. Aquelas eram as visões, sons e sensações físicas mais gloriosas para ela."

Sinopse:
Até que ponto você estaria disposto a se sacrificar por amor?
Mara Nichols é uma advogada bem-sucedida, esposa e mãe dedicada. Ela está doente. Uma doença devastadora. Ela precisa colocar um fim ao sofrimento dos últimos tempos.
Scott Coffman é um professor do ensino fundamental que precisa cuidar de um garoto de oito anos enquanto a mãe do menino cumpre pena na prisão.
Mara e Scott têm apenas cinco dias para dizer adeus àqueles que amam. Essa talvez seja a maior prova de amor que poderiam dar a essas pessoas.

Opinião:
  Está aí um livro que me deixou divida. Não sei se foi por sentir como se estivesse em uma montanha russa sentimental ao ler: ora super envolvida com a trama, ora indiferente quanto aos dramas a mim apresentados. Mas o fato é que eu ainda não consegui decidir se gostei ou não da leitura.
  Obviamente já me deparei com esse tipo de leitura algumas vezes, mas no geral eles iam de fantástico a trágico em um passe de magica, deixando-me em um impasse. Não foi isso que aconteceu com Cinco Dias, na verdade ele não alcançou o fantástico, mas isso não diminui o fato de que a leitura acrescentou muita coisa em mim.
  Mara é mãe, mulher, esposa, filha e profissional... que lida com a trágica noticia de que em algum dia, a doença degenerativa presente em seu DNA vai deixa-la incapaz de sequer reconhecer o rosto de sua família. Maníaca por controle, Mara não consegue lidar com a ideia de depender da ajuda de alguém, e após um incidente constrangedor em um supermercado, decide que em cinco dias, mais exatamente em seu aniversário, ela vai tirar a própria vida.
  Já Scott está a cinco dias de ter que devolver à mãe o menino que estava sob sua guarda por quase um ano... e a ideia de entregar o garoto que passou a considerar como filho o dilacera por dentro.

  Pode parecer maldade o que vou dizer, mas comparada a história de Mara, senti o drama de Scott um tanto deslocado, e podemos perceber que a autora se concentrou muito mais nela do que nele ao contar suas respectivas histórias. Não que eu não tenha gostado do drama dele, o relacionamento de pai e filho entre Scott e Curtis foi uma das coisas que mais me agradou na obra, mas ele ficou ofuscado pela doença de Mara. Fora que as duas histórias não se cruzam realmente, já que eles apenas participam de um mesmo fórum na internet para pais de crianças adotadas.
  O único momento em que eles realmente falam diretamente, foi em uma troca de mensagens em anônimo que, sinto dizer, foi muuuuuuito chato! Além de ter soado muito artificial! E agora eu pergunto... Qual a intenção da autora ao trazer as duas histórias em um mesmo livro?
  Contudo... a carga emocional que envolve toda a doença de Mara é pesada e tensa. E embora eu tenha sentido falta de alguma coisa... como se faltasse um pouco de tempero, eu gostei disso.
  Não sei se estava preparada para ler algo tão forte agora, acabei de ler um livro maravilhoso que fala exatamente sobre a possibilidade de suicídio, e sentia que ainda estava carregada de energias negativas depois daquela leitura. Mas o foco aqui é diferente, somos levados a percorrer a contagem regressiva de uma mulher que está se deteriorando, e talvez eu volte para o buraco depressivo que me encontrava quando terminei de ler Por Lugares Incríveis rsrsrs.
  Estou tentando encontrar as palavras para a impressão que tive da leitura, mas toda a vez que volto para a situação de Mara sinto minha garganta se fechar. A autora não poupa nossos sentimentos relatando de forma crua os efeitos da doença de Huntington em sua personagem, e como ela lida com isso.
  É forte. É doloroso. É triste.

  Creio que basta você saber que a autora aborda o poder de nossas decisões, não apenas sobre a gente, mas sobre quem amamos. Como às vezes é necessário colocar o bem estar do próximo em primeiro lugar, e como isso pode ser difícil.
Sobre o livro ser bom ou não, vou deixar que você retire suas próprias conclusões... Eu mesma preciso de uma sessão antidepressiva regada a muito chocolate e comédias românticas frívolas... minha mente não vai aguentar mais uma carga como essa haha.



domingo, 25 de outubro de 2015

Super promoção de aniversário Darkside Books


  Oi meu povo,
  Hoje vim avisar vocês de uma mega promoção que a editora Darkside está promovendo.

  A editora faz três anos agora no dia das bruxas, e em comemoração ela lançou três desafios para os leitores cumprirem, serão três vencedores que ganharam todo, TODO, catálogo da editora desses três anos. E vocês sabem que tem muito livro bacana. Clique aqui para ver o "modesto" prêmio.

  Por mais que eu quisesse não vou poder participar, já que o sistema de saúde da minha cidade me impede de fazer um dos desafios e não acho bacana fazer da forma alternativa sendo que, pelo que sei, pelo menos, nada me impede de doar sangue (a não ser o fato que não fazem coleta na minha cidade, só em épocas específicas)

  Clique na foto abaixo e saiba como participar, as tarefas devem ser cumpridas até dia 31, se entendi direito... Boa sorte a todos (e se quiserem me dar Onde Cantam os Pássaros e Coração Assombrado não vou reclamar :p)

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

[Lista] Os Livros Mais Desejados 2.0

  Oi meu povo...
  Vamos ignorar meu semi-surto psicótico do último post e meu sumiço nesse meio tempo e vamos aproveitar que amanhã é meu aniversário para dar sugestões de presentes :p
  Tô brincando, a lista de hoje é para mostrar alguns livros que estou louco para ler e apresentá-los para vocês, quem sabe vocês não se interessam também..
  Já fiz uma lista como essa, e de lá só consegui o Jurassic Park e o 1984 até agora. Mais uma vez não vou colocar nada óbvio (Stephen King, Harlan Coben e afins)

01. O Deserto dos Meus Olhos - Leon Idris Azevedo

  Vi a Tatiana Feltrin falando sobre esse livro, e me lembro pouco do que ela disse, mas sei que envolve viagem no tempo e, segundo ela, é muito bem construído e amarrado. Infelizmente o livro foi publicado pelo próprio autor em uma pequena tiragem e não está disponível para compra na versão física, o e-book está a venda na Amazon, mas como minha relação com e-books não é lá muito boa não vou me arriscar a ferrar minhas vistas e acabar pegando birra de um livro que parece tão bom... e o autor também é super gente fina, ele tem um canal, bem recente, no YouTube.

02. A mulher do Viajante no Tempo - Audrey Niffenegger

  Acabo de perceber que vários livros dessa lista tem como tema a viagem no tempo, e nem tinha percebido isso, isso é o que Doctor Who faz com uma pessoa...
  Apesar de ser um livro meio romantiquinho eu tenho muita vontade de lê-lo porque ele parece ser muito bacana, assisti ao filme a um tempo atrás e achei algo tão inteligente e desde então venho querendo ler o dito cujo... espero poder fazer isso logo.

03. Onde Cantam Os Pássaros - Evie Wyld

  Desde que a Darkside mandou material para divulgação desse livro eu fiquei louco nele, o livro foi lançado e já vi gente dizendo que é o melhor livro que leu na vida, o que me deixa ainda com mais vontade de lê-lo. tudo que lembro sobre seu conteúdo é que é protagonizado por uma mulher e é meio que um thriller psicológico... Esse pularei de alegria se alguém me der de presente :p

04. O Vale dos Mortos - Rodrigo de Oliveira

   A um tempo atrás vi um vídeo onde o Bruno do canal Ainda Não Cresci falava maravilhas desse livro, juntando isso com o fato de ser sobre apocalipse zumbi e a agonia que a nova temporada de The Walking Dead está me proporcionando e o fato de eu ter comprado Elevador 16, um spin-off da série, essa semana (dá um desconto vai, tava 6 pila) me deixam com ainda mais vontade de lê-lo.

05. Objetos Cortantes - Gillian Flynn

  Sou um dos que adoraram Garota Exemplar, e por esse motivo tenho muita vontade de ler mais livros da autora, dentre os dois que ela já lançou o que mais me interesso é esse, que foi sua primeira obra.

06. Quando o Vento Sumiu - Graciela Mayrink

  Eu não sei absolutamente nada sobre o novo livro da Graciela, mas esse subtítulo me deixou mega curioso, além do fato de acreditar muito no potencial da autora que me divertiu muito com A Namorada do Meu Amigo. Esse acho que vou pegar direto com ela.

07. Legend - Marie Lu

  Outro livro que não sei nada sobre mas já faz muito tempo que quero ler, e como ganhei o terceiro volume no Skoob fiquei ainda mais curioso sobre ele.

08. Simples Assim - Martha Medeiros

  É claro que a mais nova coletânea de crônicas da minha gaúcha favorita não podia faltar nessa lista. Preciso justificar o porquê de eu querer esse livro? Acho que não né?!

09. Outlander: A Viajante no Tempo - Diana Galbadon

  ... Pois é, né... mais viagem no tempo :x

10. Ventania - Alcione Araújo

  Mais uma indicação da Tati Feltrin, e mais um que não me lembro o enredo, adoro apagar o enredo dos livros ainda não lidos da minha mente para poder lê-los sem saber sobre o que se trata, mas lembro que fiquei mega interessado nele.

  E é isso meu povo. Ficaram interessados por algum desses livros? Deixem nos comentários quais livros vocês estão querendo loucamente ;)

sábado, 10 de outubro de 2015

Untitled



  Talvez o que eu escrever agora não fará muito sentido, só quero esvaziar a cabeça um pouco, estou me sentindo Donna Noble antes do Doutor apagar a mente dela...



  Momentos em que você pensa em milhares de coisas ao mesmo tempo, uma coisa vai puxando outra, que puxa outra, que puxa outra... tanta coisa pra assimilar, lembrar e fazer: No trabalho: código dos clientes, reduzindo as pessoas a números, algumas até parecem números, você já percebeu isso? A Carol, por exemplo, ela parece o número 1 não há uma razão específica, ela me lembra o número, assim como a Sílvia parece um 6... e tem as verduras, elas tem todo o sentido serem números, afinal se você for passar compras em um supermercado absolutamente tudo se transforma em números...
  Cada palavra que penso me traz outra centena de palavras e situações a mente. Mente me lembra um antigo chefe, no meu primeiro emprego, porque ele adorava mentir, me primeiro emprego me lembra pedra, porque lá perto ficava uma serra (monte) formada quase exclusivamente de pedra, isso me lembra a minha irmã, que teve dificuldade de escalar essa serra da primeira vez que foi, e quando questionada sobre a força que tinha para me bater se justificou dizendo que eu era muito mais mole que as pedras, o me me lembra do mingau que comia quando estava na escola, lanche de escola me lembra meu terceiro emprego, o primeiro em um supermercado, que me lembra a Eliete, que se lesse isso iria pensar que perdi de vez o juízo, juízo que me lembra dentista. que dentre tantas vertentes que me leva vamos ressaltar duas: dentista de Caçu, que queria arrancar meus sisos e até hoje me arrependo por não ter deixado, e também o Dr. Anderson, um mineiro que mora na minha cidade super gente fina que sempre que vou a seu consultório, nunca para uma consulta, ainda, converso horas com sua secretária/esposa sobre filmes, séries e livros... o que me lembra animê, que ao mesmo tempo me lembra a Ihorrane, uma grande amiga e seu atual marido, e também me lembra de Bakuman, o primeiro mangá que acompanhei, dos mesmos autores de Death Note, cujo mangá ela me passou para assistir, e também me lembra o Ricardo, um grande entusiasta de mangás que me apresentou muitas histórias bacanas, que me deu o segundo livro de The Walking Dead e me "apresentou" à Ivanilza, uma moça que trabalhava no escritório lá no mercado e também gostava de ler, que pegou meu livro Eu Sei O Que Você Está Pensando e nunca mais devolveu. Além de ter ido comigo (o Ricardo, não a Ivanilza, marido dela era bravo) tomar açaí pouco tempo antes de eu sair do mercado, onde tive uma discussão com o atendente pois o açaí puro era mais caro do que o com banana.
  Isso também me lembra a Grafite, uma livraria a um quarteirão do dito mercado, e da dona Maria, a atendente que conversava horas comigo enquanto eu ficava olhando os livros, e guardava várias pilhas de livros para quando eu recebesse ir buscar, coisa que também fazia o professor dono da banca em frente ao outro grande mercado da cidade, filho do Marcão que eu jamais decorei o nome, o começo do meu vício por quadrinhos de super-heróis, que me traz de volta a mente cheia: cronologia DC, cronologia Marvel, histórias clássicas, universos paralelos. O déficit de atenção causado por jamais me contentar em acompanhar uma única história por vez, lendo um gibi ou livro enquanto assisto dois episódios de uma série ao mesmo tempo, a capacidade de lembrar de todas as histórias que já li, de todos os quadrinhos que criei e os que nem chegaram a ir para o papel, os contos que só existem na minha mente e ficam pedindo para serem colocados para fora, que me lembra a Meire a Paula e a Herla... todas as pessoas que já conheci, todos os nomes que uma vez decorados jamais são esquecidos, o senso de direção que assusta até a mim mesmo fazendo com que passatempos de labirintos sejam excitantes no início mas decepcionantes no momento em que começo. A mudança de estado na idade de formação da personalidade que me deu uma baita sacudida que levei anos para me recuperar e depois de recuperado a volta para o antigo estado, o asco que a visão que tenho em minha frente agora me causa junto com o conforto que me proporciona, o amor. Uma coisa tão presente e necessária e ao mesmo tempo tão deturpada e prostituída.
    Atos incompreensíveis das pessoas ao meu redor e até minhas mesmas, o dèja-vu inverso, que me lembra universo, que me lembra estrelas planetas e constelações, que me lembra meu pulso direito, onde suas três pintinhas me lembram o Cinturão de Órion, que ao mesmo tempo me lembra o personagem enfadonho da DC e do filme escapista Homens de Preto.
  Conhecimento científico e religioso, tão diferentes e conflitantes mas em alguns pontos extremamente concordantes e semelhantes, isso me lembrou lontra, não pergunte porquê, que me lembrou minha segunda escola, que me lembrou episódios de tampas de garrafa, massa de modelar, fluor, pinhão e óculos quebrados, que me lembra super bonder, e também formigas de fogo, dois formigueiros na garagem, devoravam qualquer coisa que jogássemos lá, inclusive alguns besouros dos enxames que se formavam na temporada de reprodução, onde o chão sedia sob os passos de dia e era impossível sair a noite, minha primeira visão de uma verdadeira chuva de meteoritos, nada muito visível graças as nuvens, mas a emoção de contemplar umas três pedras e desenhar insistentemente as direções que tomaram e criar histórias sobre onde caíram.
  As músicas, textos e conversas que sou capaz de reproduzir, a fé inabalável que diz que tudo acontecerá a cada um conforme se acredita, a dúvida inquebrável de que nada pode provar que o que eu vejo verde você pode ver vermelho mas ambos chamamos de verde porque fomos ensinados que aquilo é verde, a desconfiança de que estamos todos presos dentro de nossos próprios cérebros e as pessoas que conhecemos nada mais são do que frutos de nossa imaginação. A busca, muitas vezes infrutífera, pelo conjunto de palavras que despertará os sons, cheiros e sabores tão amados.
  O parco conhecimento de inglês com a capacidade de entender mas não de falar espanhol e a criação do senofês, língua fictícia com um alfabeto que não existe realmente para incrementar as histórias que criava, a falta de sorte nos sorteios e a saúde de ferro sustentada unicamente pela imensa preguiça de tomar remédios e frequentar postos de saúde e hospitais. Não sei se são sinapses demais ou neurônios de menos, mas é fácil entender porque existem tantos loucos no mundo.

  Enfim... vou tirar umas férias do que me for permitido tirar férias para manter minha sanidade, continuarei postando mas sem uma ordem pré-determinada. vou tentar excluir um pouco de informação da cabeça. ela está meio que superlotada, mas depois desse "desabafo" aí já me sinto bem melhor.

sábado, 3 de outubro de 2015

Lidos em Setembro de 2015

  Oi meu povo, hoje, como de praxe vim mostrar o que li no mês passado para vocês, estou bastante satisfeito comigo mesmo, apesar de livros mesmo terem sido "apenas" cinco, e um deles sendo um livro interativo, juntando quadrinhos, livros e mangás concluí o mês com 27 leituras concluídas \o/
  Dessa vez todos os livros já foram "resenhados" aqui no blog, para ler minha opinião sobre eles é só clicar em suas respectivas fotos.

Livros

  O primeiro livro que li esse mês foi O Diário Mais Legal do Mundo, publicado pela Thomas Nelson Brasil, pra quem não sabe Thomas Nelson é uma editora especializada na publicação de livros com temática cristã, e mesmo esse sendo um livro interativo ele não foge a regra. Ele traz atividades e exercícios para serem realizados dentro e fora do livro, atividades que visam o bem estar de todos que nos cercam além de ser divertido.

  Depois finalmente terminei de ler A Menina Submersa: Memórias da Caitlín R. Kiernan, um livro que serve para pensar bastante sobre um bocado de coisa, tanto que quase dá um nó no cérebro, um livro que você terá que reler algumas vezes para poder memorizar todas as informações expressas nele, mas para entender 100% da história terá que ler muito mais.

  Então li Um Corpo na Biblioteca, da Agatha Christie e finalmente fui conquistado pela autora :3

  Depois disso terminei Faz Chover, do Fernandinho, que já estava lendo a algum tempo, um livro onde ele conta a história por trás de várias das músicas compostas por ele além de expor a corrupção dentro das igrejas.

  E encerrei o mês lendo A Síndrome [E] do Franck Thilliez, que a Carol me emprestou porque ficava dizendo que era incrível, e realmente é... Exceto depois de um certo acontecimento desnecessário.

Quadrinhos

  Como de costume comecei o mês lendo a mensal dos X-men, e posso dizer que fui meio que enganado por essa capa, se você acompanha certos sites sobre quadrinhos deve ter visto uma notícia que dizia que uma certa revelação sobre Bob Drake está as portas, e também que ele não concordará muito com isso, então jurava que tal revelação seria feita nessa edição, mas não. A história acabou me surpreendendo mais por não ser o que eu esperava do que por ter algo de novo, o que não impede de ter sido uma ótima leitura. Aqui é basicamente a reunião de pessoal para a leitura do testamento do Xavier.

  Depois li o primeiro volume de Pecado Original, a mega saga da Marvel desse ano, exitei bastante em lê-la mas resolvi dar uma chance, principalmente devido a arte do brasileiro Mike Deodato Jr. E foi apenas uma introdução mesmo, com uma batalha contra os Acéfalos e o descobrimento do corpo do Vigia na Lua.





    Depois disso eu li o volume 41 de Fairy Tail, que lança os personagens em mais desafios antes de terem se recuperado completamente dos problemas enfrentados no final dos Grandes Jogos Mágicos, e dessa vez teremos um foco maior no Gray, que é meu personagem favorito, mas que me deu vontade de estapeá-lo nesse volume. Não é nenhuma novidade, pra quem conhece a história de Fairy Tail, que o Gray tem um certo trauma de infância, e nesse volume eles enfrentam um inimigo que faz com que suas vítimas virem crianças, diminui seu tamanho, bem como sua força e habilidade, e ao se ver como criança Gray trava porque se lembra do dito trauma, caramba poxa: vê se supera de uma vez.

  Depois li o primeiro volume de Vairocana e mais uma vez tenho que falar da péssima escolha do papel da editora Astral Comics, é ruim de ler, além de ser difícil de manusear, parece um papel office que amassa só de virar a folha, a história é, basicamente, sobre um guri burro que sem querer liberta um demônio que passa a dividir o corpo com ele e sobre outras criaturas meio malignas, ou não, é confuso, que quer se alimentar (se bem me lembro) do dito demônio.

  Depois li o Turma da Mônica: Lições e gente, esqueçam a fofura de Bidu, essa é a coisa mais fofa já feita nessa Graphic MSP, a Laços teve uma grande repercussão e todo mundo amou, mas eu não achei TÃO perfeito como todo mundo estava falando, já essa daqui merece todos os elogios possíveis.

  Depois li a primeira edição de Multiverso DC e gente, esqueçam a quarta parede quando forem ler isso, uma uma imensa mistura de mitologias com a realidade, onde uma versão da Liga da Justiça encontra uma versão alternativa dos Vingadores, com um coelho com poderes de desenho animado, tudo isso criticando os perigos das histórias em quadrinhos enquanto vão atras de uma edição da HQ que estamos lendo, a HQ que eles fazem parte, e ainda tem a história de Terra Dois, que é boa, mas fica ofuscada pelo brilhantismo da primeira.

  Depois li a oitava edição de Tropa dos Lanternas Verdes, e não é que as histórias dos novos guardiões e do Larflezze sejam ruins, mas a dos Lanternas Vermelhos é muito acima da média, mas meio que acabou, talvez as próximas não sejam tão incríveis. A do Larflezze continua sendo cômica e muito divertida.

  E já emendei e li o número 37 da revista do Lanterna Verde, e... eu nunca gostei dos novos deuses, e agora teremos uma micro-saga (queira Deus que seja micro) com os personagens... eles não são interessantes e sempre tem mais destaque que o necessário.

  Li o quarto volume de Vingadores: Os Heróis Mais Poderosos da Terra, e como sempre falo, é o melhor mix da panini em publicação ultimamente.

  Peguei também o segundo volume de Deadpool e, que decepção, Eu não via a hora da agente "morta" sair da cabeça do Deadpool para que as vozes da esquizofrenia dele finalmente voltassem... mas não voltaram... ao invés disso o cérebro doente dele cria uma outra agente Preston para continuar na cabeça dele.

  Então li Superman: Brainiac outra história incrível do Geoff Johns, ele é meio que uma continuação de Superman e a Legião dos Super-Heróis mas você não precisa ter lido aquela história para entender essa, são totalmente independentes, essa mostra o que seria o primeiro encontro verdadeiro entre o Homem de Aço com Brainiac.

  Outro caso que fui enganado pela capa foi a trigésima sétima edição de Liga da Justiça essa cena da capa só faz sentido no final da história principal, que continua tensa com a batalha intelectual entre Bruce Wayne e Lex Luthor, pulei a história da Liga da Justiça Unida porque não sou obrigado e a dos Jovens Titãs foi a mais fraca até agora.




  Depois disso li o décimo quarto volume de Btooom! e esse troço também só melhora. Nesse volume vemos algumas alianças sendo formadas, outras desfeitas além de duas inesperadas novas regras.




  Esse Mês resolvi retomar alguns mangás que tinha parado de ler, um deles foi Diário do Futuro, que tinha parado no volume 08 porque na minha cidade não tinha vindo o volume 09, pulou direto para o 10, continuei comprando a partir daí e quando vi que estava vindo do número 01 de novo esperei até chegar no 09 para poder comprar, comprei mas ficou estacionado por um bom tempo antes de eu ler.  Esse volume traz muitas revelações e bastante reviravoltas, mas enfia um romance besta e sem fundamento no meio da história, apesar de fazer sentido, depois, o porquê do autor ter introduzido o tal romance ele não ficou bacana, e não só porque eu nõ gosto de romances, mas porque surgiu do nada e foi extremamente forçado.




  A JBC começou a publicar uma nova série do Ultraman, uma continuação do famoso mangá dos anos 60 feito por fãs (o vídeo é da série televisiva exibida no Brasil entre os anos 70 e começo de 2000) e esses caras fizeram um brilhante trabalho, eu não li a série original (mas pelo vídeo podemos ver que não era a melhor coisa do mundo) mas os autores fazem com que entendamos direitinho o que aconteceu na série antecessora:
  Basicamente o Ultraman é um Gigante de Luz, um alienígena que veio para a Terra por motivos x e incorporou em um humano para poder existir por aqui, basicamente, depois de resolver seus assuntos o Ultraman voltou para sabe Deus de onde ele veio, e aí termina a antiga série. A nova começa muitos anos depois, e descobrimos que o homem em quem o dito cujo incorporou teve um filho, e esse filho tem algo estranho, é uma pessoa normal, mas com uma força e resistência inumanas. Agora algo está na Terra em busca do legado de Ultraman.





  Outro mangá que retomei a leitura foi 07-Ghost li o volume 14 onde o Teito finalmente começa a recuperar a memória depois da enésima vez que sofre lavagem cerebral, enquanto isso Rosemanella também está sofrendo uma lavagem cerebral atrás da outra e Ayanammi está quase abrindo a Caixa de Pandora, que meio que é a mente, ou o corpo, sei lá, do Teito. Mas Sichel, Fest e Prophet conseguem resgatar o receptáculo do Olho de Mikhail. (sei que esse resumo não fez muito sentido, a história inteira não faz, mas é muito bom, meio gótico, se tiver a oportunidade assista o animê, já vai ficar mais fácil de entender algumas coisas.

  Depois li o Tsumitsuki: Espírito da Culpa, do mesmo autor de Another, ele traz algumas histórias curtas de um Youkai que se alimenta de Tsumitsukis, espíritos que se alimentam da culpa das pessoas, são histórias bem boladas e bem aterrorizantes em alguns casos.

  Também retomei a leitura de Variante que só tinha lido o primeiro volume, aqui conhecemos melhor o policial bonzinho lá que esqueci o nome e também vemos a protagonista, que também esqueci o nome, menos chorona e mais determinada a ajudar na luta contra as quimeras.

  Li também o encadernado Fabulosos Vingadores, na verdade eu já tinha lido essa história na mensal Avante, Vingadores! mas tive que comprar o encadernado, apesar de John Cassaday ter desenhado malemal e porcamente essa história é bacana. É a consequência direta da saga Vingadores Vs. X-men, infelizmente o encadernado é meio decepcionante porque para em um momento bem tenso, tá que de lá começa um outro arco e o foco do dito cujo é o arco do Caveira Vermelha, só espero que a Panini lance outro encadernado do arco seguinte.

  Li também o encadernado do primeiro episódio de Star Wars, é a história do primeiro (ou quarto, nunca entendi direito essa ordem desordenada) filme resumida e mais cortada do que salmão na mesa de japonês. É bacaninha mas como nem o filme é lá essas coisas é só para os fãs mesmo.

  Resolvi encarar o primeiro volume de Doubt, tinha ouvido falar que era bem ruim e não sei se foi meu gosto por suspense ou minha falta de expectativas mas acabei gostando bastante dele, é a história de um grupo de jovens que jogam um joguinho online onde são todos coelhos, mas um dos coelhos é na verdade um lobo e através de mini-games eles os outros precisam descobrir quem é o lobo. Esses jovens resolvem se encontrar e de repente se veem presos em uma versão real do dito jogo. É cheio de mistério e um suspense muito bem construído.

  E encerrei o mês lendo o primeiro volume de Vinland Saga uma história de vikings cheia de guerra, sangue e violência, é bem legal :p mas apesar disso não pretendo continuar com a história.

  E foi isso minha gente, e vocês? O que leram nesse mês que passou, sei que hoje não é dia 1° mas em minha defesa, quando comecei escrever essa postagem ainda era :x 
  


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