quarta-feira, 11 de maio de 2016

[Opinião] Deus Não Está Morto - Rice Broocks



Editora: Thomas Nelson Brasil

N° de Páginas: 250

Quote:
O poder de Deus é dado gratuitamente àqueles que são humildes o suficiente para pedir, desesperados o suficiente para buscar e ousados o suficiente para bater. Ele não é apenas um fenômeno a ser analisado ou uma fórmula a ser desenvolvida; ele é uma Pessoa a ser conhecida. Observe atentamente por um momento a mensagem que o grande mestre do cristianismo, o apóstolo Paulo, deu em Atenas, Grécia, a um público altamente educado e diversificado. Existem fortes ligações entre as necessidades do mundo antigo e do nosso atual."

Sinopse:
  Sua fé não é em vão, graças a Deus.
  Simples para quem se dispõe a crer e complexo para as mentes puramente científicas, o conceito de um Criador e Sustentador de todo o universo já suscitou as mais diversas reações ao longo da história. Se a morte de Deus um dia foi decretada pela intelectualidade, a experiência de milhões atesta e reafirma a vitalidade do cristianismo diariamente. Diante disso, dá para imaginar um acordo entre ciência e fé quanto a esse tema?
  Rice Broocks está convencido de que isso é possível. Ele se vale de alguns dos mais brilhantes trabalhos acadêmicos já escritos para mostrar a realidade da existência de Deus. O autor fornece evidências e argumentos consistentes para rebater o ceticismo espalhado no mundo e conduzir pessoas a Cristo. Com prefácio do best-seller Augusto Cury, este livro trata de uma fé intelectualmente satisfatória e, ao mesmo tempo, espiritualmente realizadora.

Opinião:
  Respondendo a pergunta que todo mundo que me viu lendo este livro fez: Não, esse livro não conta a história contada pelo filme.
  Na verdade esse livro não conta história nenhuma.
  O autor mostra como a fé em Deus é lógica (contrariando Davi Sacer e Bruna Karla), e dá argumentos comprovando isso, vai rebatendo uma por uma as teorias que dizem comprovar a inexistência de um criador supremo (afinal, teoria não comprova nada).
  Parando para pensar, é tudo muito lógico, pegue a teoria das cordas de Stephen Hawking. O que é mais lógico? Um Criador inteligente, que se manifesta ainda hoje, criando um mundo ordenado e muito bem planejado, ou o multiverso, onde diversos universos com pequenas alterações entre eles e um foi, acidentalmente, polvilhado de vida.
  Ou então o surgimento da vida de forma unicelular e evoluindo a partir daí. É difícil engolir que os átomos que se juntavam para formar pedras, um belo dia "decidiram" criar vida...
  E convenhamos que é muito mais agradável acreditar que fomos, amorosamente, moldados por mãos carinhosas e recebemos o fôlego de vida desse poderoso Criador, do que pensar que nossa tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-taravó era uma chipanzé cheia de graça.
  A verdade é que devemos sim respeitar as crenças alheias, da mesma forma que queremos que respeitem a nossa, mas se você for falar que é ateu vou querer saber o porquê, o que te fez parar de acreditar. O ateísmo tem que ter alguma explicação, e pode ser sincero e dizer que não acredita na existência de Deus, mesmo com todas as provas de sua existência, porque assim nenhuma força superior tem poder sobre você, se esse for o seu caso. Só, por favor, não me venha dizer que não acredita porque não pode vê-lo, e o oxigênio? Vírus? Bactérias? Átomos? Vidro extremamente limpo?
  Em suma, é um ótimo e eloquente livro, só tirei uma estrela porque, em alguns momentos, ele acabou se tornando um tanto repetitivo, claro que faz sentido só existe uma verdade, e para rebater tanta hipótese incomprovável e extremamente absurdas, em sua maioria, a verdade precisa ser declarada e reafirmada, para que olhos se abram e aceitem que o mundo não pode ter se formado e se sustentado até aqui sozinho.


2 comentários:

  1. Oi Rudi!
    Já ouvi falar do flme mas não vi e não sabia do livro. Bom, não curto o estilo então provavelmente não lerei, ainda assim, concordo com sua opinião, temos que respeitar sempre o espaço e crenças do outro.
    Abraço!
    http://leituraforadeserie.blogspot.com/

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    Respostas
    1. Entendo que você não se interesse pelo livro, mas pra quem curte o estilo ele é um prato cheia

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