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domingo, 20 de setembro de 2020

[Enquadrando] Green Blood - Masasumi Kakizaki

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Mangá ♦ JBC ♦ Kodansha ♦ Masasumi Kakizaki

  Já vamos deixar uma coisa bem clara, a história começa incrível, mas perde força, e o final poderia ser melhor, mas mesmo assim acho que vale a pena ler.
  Aqui conhecemos a história de dois irmãos que vivem em Five Points, a maior favela de Nova York no século XIX. Esses irmãos são bem opostos, o mais jovem trabalha quase como escravo, tem um coração gigante e sonha com um mundo melhor, livre da violência das gangues e com uma vida próspera. O irmão mais velho parece ser um preguiçoso inveterado que vive às custas do mais novo (o que não está muito longe da realidade) mas ele é também o matador da gangue que, no começo, é a maior e mais poderosa da cidade.
  É uma história de velho oeste, e só por isso já ganha pontos, adoro histórias que se passam no século XIX, seja na vitoriana Inglaterra, no faroeste americano ou o começo da Era Meiji no Japão.
  Mas como eu disse a história perde força, os irmãos são obrigados a deixar a cidade e logo os segredos são revelados, o porquê de eles viverem sozinhos e quem é o maior inimigo deles... e aí a coisa desanda um pouco.
  É uma história regada de violência gratuita e com personagens descarradamente maus, o irmão mais novo passa por um desenvolvimento muito grande... que, na realidade, não é mostrado na história, acaba um volume e no seguinte já se passaram alguns anos e ele já é um ás do gatilho...
  O autor tenta englobar várias questões na história, ela fala de ganância, falsos salvadores da pátria, gangues, racismo, máfia, fraternidade... e faz quase tudo com bastante competência, ainda assim ela acaba deixando a desejar.
  A arte é bem característica do autor, conseguimos saber quem são os vilões apenas pelo desenho pois transparece neles a cara de mal.
  Em suma é uma história que vale a pena, apesar de tropeçar nos próprios pés em alguns momentos.

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  Esse não é o filho único do autor, na verdade não é nem minha primeira experiência com ele. Ele tem um one-shot de terror psicológico que é completamente incrível, para quem gosta do gênero.
  Inclusive tem uma postagem, de uns seis anos atrás, sobre ele aqui no blog, para ver clique aqui.

Aprecie


quarta-feira, 26 de agosto de 2020

[Enquadrando] Orange - Ichigo Takano

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Mangá ♦ JBC ♦ Shueisha ♦ Orange

  Ah! Como é bom quando encontramos histórias absurdamente incríveis, não é?
  Aqui acompanhamos um grupo de estudantes do Ensino Médio (bons tempos...), e a nossa protagonista, Naho, um belo dia recebe uma carta que tem seu nome como remetente, ela acha estranho mas como está atrasada para a aula, algo que nunca acontece, ela deixa para ler depois...
  Quando está na aula ela resolve ler a carta e vê que, aparentemente, foi escrita por ela mesma... daqui a dez anos. Obviamente ela não acredita de cara, mas quando as coisas começam a acontecer conforme descrito nela ela começa a ser convencida.
  Na carta ela se diz que possui muitos arrependimentos, mas o maior deles foi não ter podido salvar um amigo, e dá instruções para que ela não cometa o mesmos erros, possibilitando, assim que esse amigo ainda esteja vivo dali a dez anos.
  É, sem sobra de dúvida, a história mais comovente, sensível e bonita que já li sobre depressão e amizade. Claro que ela tem seus pontos fracos. O romance instantâneo, o clichê da menina bonita e tímida que não sabe que é bonita, o casalzinho que se ama e todo mundo sabe disso, menos eles mesmos e a forma da carta ser enviada para o passado.
  Mas a essência da história é tão cheia de sentimentos que consegue fazer com que a gente continue achando incrível, mesmo apesar disso, porque, mesmo com esses clichês os personagens são bem desenvolvidos, e torcemos para que eles consigam salvar o outro amigo.
  É uma história forte, que mostra que a depressão e o sentimento de culpa muitas vezes estão tão fincados dentro de uma pessoa que olhando de fora ela parece completamente normal e feliz.
  Ela transmite uma vontade imensa de escrever para os amigos e familiares, pedindo perdão mas mais do que isso, agradecendo, por tudo, por cada pequena coisa que muitas vezes deixamos de perceber e prestar atenção. Além de ser uma história muito interessante sobre viagem no tempo e mundos paralelos.

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  A série é composta por cinco volumes, mas ela possui um sexto, que conta a história do Suwa, que, ao meu ver, é o verdadeiro herói da história.
  Ichigo Takano, a autora, teve problemas de saúde e precisou interromper a produção do mangá por dois anos (a vida de mangaká é uma loucura, leia Bakuman pra ter uma ideia) e voltou a publicar em 2015, mas a série foi concluída na editora Futabasha.
  Cada volume de Orange (exceto o sexto) traz outra história da autora, mas é uma história tão fraca que nem vale a pena a leitura.

  Em 2015 foi feita a adaptação para anime, Foram feitas algumas mudanças, mas a essência da história está ali (ele tem uma dublagem esquisita, inclusive).

Aprecie

Um pouco da arte da autora para vocês encherem os olhos.
  Talvez eu tenha chorado mais um pouquinho de novo enquanto via essas fotos? Talvez...


sexta-feira, 8 de abril de 2016

[Lista] Mangás Favoritos

  Oi meu povo,
  Hoje vim falar de mangás, lá no começo do blog fiz uma lista dessas em vídeo, que já tive o bom senso de privar para poupá-los, mas hoje venho trazer uma lista com os meus 5 mangás favoritos:

05. Orange - Ichigo Takano

  Orange é um mangá ainda em publicação aqui no Brasil, apesar de só estar faltando o último volume. É a história de um grupo de amigos que sofre a perda de um dos membros desse grupo, tanto que nossa protagonista envia uma carta para ela mesma através do tempo para que ela não cometa os mesmos erros que na verdade já cometeu e salve a vida do garoto.

04. Btooom! - Junya Inoue





  Btooom! é um mangá ainda em publicação (mas pelo que vejo está quase no fim) e que atualmente está em hiato no Brasil pois a editora, JBC, está esperando o material ser liberado no japão e enviado a eles.
  O mangá é como se fosse uma versão mais tecnológica, cruel e macabra de Jogos Vorazes. Existe um jogo online onde os jogadores eliminam os adversários usando explosivos chamados bins. Então uma pessoa com muita saúde mental resolve criar uma versão real do jogo. Ele então envia cartas para pessoas aleatórias para que elas escolham pessoas indesejáveis, pessoas que elas querem que sumam, e essas pessoas são sequestradas e atiradas em uma ilha. As batalhas são incríveis mas as relações entre os personagens é o melhor da história.

03. Fairy Tail - Hiro Mashima

  Fairy Tail tem vários elementos que me desagradam, mas aqui são usados de forma brilhante. Não tem como não gostar. É um mangá ainda em curso, aqui no Brasil está no volume 52 e não sei se o 53 já saiu no Japão, não li tudo o que saiu até agora li alguns volumes salteados e comecei a acompanhar realmente a partir do 34 mas só li até o 43 por enquanto, cheguei em um ponto em que tenho certeza que será feita uma grande revelação sobre meu personagem favorito (caso esteja se perguntando, é o Gray), sei qual a revelação, só não sei qual será a reação dele... E quando a gente chega a uma parte importante em um mangá que você não leu o começo (vi o animê, mas enfim) o que você faz? Para e tenta arrumar os primeiros volumes (a propósito, aceito presentes)

02. Bakuman - Tsugumi Ohba e Takeshi Obata





  Com certeza esse estaria em primeiro lugar, se não fosse pelo final. Bakuman é um mangá dos mesmos criadores de Death Note. Foi finalizado no Brasil no final de 2014 (se não me engano) mas também não li completo. Comecei a acompanhar do volume 8 e perdi o volume 17 (o mangá é completo em 20 volumes). Agora só falta o volume 2 e o 17 para eu completá-lo e ler direitinho (também aceito presentes).
  O mangá trata de dois amigos que se conhecem no final do colégio e dividem o sonho de se tornar mangakás, e a história é a trajetória deles da criação de várias histórias até uma que se torne animê e seja dublado por uma outra colega de classe. Toda a parte de entender como funciona o mercado editorial de mangás é incrível, a luta e persistência em busca do sonho é lindo e as relações e personalidades tanto dos protagonistas como dos personagens secundários é ora hilário, ora comovente.

01. Monster - Naoki Urasawa





  Monster é um mangá já concluído (acho que sua republicação no Brasil pela Panini, que é a edição mais conhecida e fácil de achar foi concluída em agosto ou setembro passado, com 18 volumes) sobre um médico cirurgião japonês que vive e trabalha na Alemanha. Ele tem uma vida tranquila, mas quando começa a ir contra as injustiças perpetradas contra os pobres no hospital onde trabalha tudo começa a dar errado, alguns anos depois suas ações acabam tendo repercussões terríveis para todo um país, até mais de um na verdade.
  Com muita conspiração, reviravoltas, mistério e um suspense angustiante Monster é sem dúvida o melhor mangá que eu li na minha vida, e sem dúvida um dos melhores já publicados.

  E foi isso meu povo, vocês concordam com a minha lista? fiquei tentado a colocar Green Blood no lugar de Orange mas decidi que GB fica em sexto lugar, ou talvez em sétimo, se considerarmos Another. Ah, sim, só coloquei aqui as séries, deixei os One-shots e histórias de 2 volumes de fora.
  Se você conhece algum desses mangás deixa sua opinião sobre. Se você conhece algum que não citei aqui deixa sugestão, tanto pra mim quanto pro pessoal, vamos conversar nos comentários. ^^


sábado, 3 de outubro de 2015

Lidos em Setembro de 2015

  Oi meu povo, hoje, como de praxe vim mostrar o que li no mês passado para vocês, estou bastante satisfeito comigo mesmo, apesar de livros mesmo terem sido "apenas" cinco, e um deles sendo um livro interativo, juntando quadrinhos, livros e mangás concluí o mês com 27 leituras concluídas \o/
  Dessa vez todos os livros já foram "resenhados" aqui no blog, para ler minha opinião sobre eles é só clicar em suas respectivas fotos.

Livros

  O primeiro livro que li esse mês foi O Diário Mais Legal do Mundo, publicado pela Thomas Nelson Brasil, pra quem não sabe Thomas Nelson é uma editora especializada na publicação de livros com temática cristã, e mesmo esse sendo um livro interativo ele não foge a regra. Ele traz atividades e exercícios para serem realizados dentro e fora do livro, atividades que visam o bem estar de todos que nos cercam além de ser divertido.

  Depois finalmente terminei de ler A Menina Submersa: Memórias da Caitlín R. Kiernan, um livro que serve para pensar bastante sobre um bocado de coisa, tanto que quase dá um nó no cérebro, um livro que você terá que reler algumas vezes para poder memorizar todas as informações expressas nele, mas para entender 100% da história terá que ler muito mais.

  Então li Um Corpo na Biblioteca, da Agatha Christie e finalmente fui conquistado pela autora :3

  Depois disso terminei Faz Chover, do Fernandinho, que já estava lendo a algum tempo, um livro onde ele conta a história por trás de várias das músicas compostas por ele além de expor a corrupção dentro das igrejas.

  E encerrei o mês lendo A Síndrome [E] do Franck Thilliez, que a Carol me emprestou porque ficava dizendo que era incrível, e realmente é... Exceto depois de um certo acontecimento desnecessário.

Quadrinhos

  Como de costume comecei o mês lendo a mensal dos X-men, e posso dizer que fui meio que enganado por essa capa, se você acompanha certos sites sobre quadrinhos deve ter visto uma notícia que dizia que uma certa revelação sobre Bob Drake está as portas, e também que ele não concordará muito com isso, então jurava que tal revelação seria feita nessa edição, mas não. A história acabou me surpreendendo mais por não ser o que eu esperava do que por ter algo de novo, o que não impede de ter sido uma ótima leitura. Aqui é basicamente a reunião de pessoal para a leitura do testamento do Xavier.

  Depois li o primeiro volume de Pecado Original, a mega saga da Marvel desse ano, exitei bastante em lê-la mas resolvi dar uma chance, principalmente devido a arte do brasileiro Mike Deodato Jr. E foi apenas uma introdução mesmo, com uma batalha contra os Acéfalos e o descobrimento do corpo do Vigia na Lua.





    Depois disso eu li o volume 41 de Fairy Tail, que lança os personagens em mais desafios antes de terem se recuperado completamente dos problemas enfrentados no final dos Grandes Jogos Mágicos, e dessa vez teremos um foco maior no Gray, que é meu personagem favorito, mas que me deu vontade de estapeá-lo nesse volume. Não é nenhuma novidade, pra quem conhece a história de Fairy Tail, que o Gray tem um certo trauma de infância, e nesse volume eles enfrentam um inimigo que faz com que suas vítimas virem crianças, diminui seu tamanho, bem como sua força e habilidade, e ao se ver como criança Gray trava porque se lembra do dito trauma, caramba poxa: vê se supera de uma vez.

  Depois li o primeiro volume de Vairocana e mais uma vez tenho que falar da péssima escolha do papel da editora Astral Comics, é ruim de ler, além de ser difícil de manusear, parece um papel office que amassa só de virar a folha, a história é, basicamente, sobre um guri burro que sem querer liberta um demônio que passa a dividir o corpo com ele e sobre outras criaturas meio malignas, ou não, é confuso, que quer se alimentar (se bem me lembro) do dito demônio.

  Depois li o Turma da Mônica: Lições e gente, esqueçam a fofura de Bidu, essa é a coisa mais fofa já feita nessa Graphic MSP, a Laços teve uma grande repercussão e todo mundo amou, mas eu não achei TÃO perfeito como todo mundo estava falando, já essa daqui merece todos os elogios possíveis.

  Depois li a primeira edição de Multiverso DC e gente, esqueçam a quarta parede quando forem ler isso, uma uma imensa mistura de mitologias com a realidade, onde uma versão da Liga da Justiça encontra uma versão alternativa dos Vingadores, com um coelho com poderes de desenho animado, tudo isso criticando os perigos das histórias em quadrinhos enquanto vão atras de uma edição da HQ que estamos lendo, a HQ que eles fazem parte, e ainda tem a história de Terra Dois, que é boa, mas fica ofuscada pelo brilhantismo da primeira.

  Depois li a oitava edição de Tropa dos Lanternas Verdes, e não é que as histórias dos novos guardiões e do Larflezze sejam ruins, mas a dos Lanternas Vermelhos é muito acima da média, mas meio que acabou, talvez as próximas não sejam tão incríveis. A do Larflezze continua sendo cômica e muito divertida.

  E já emendei e li o número 37 da revista do Lanterna Verde, e... eu nunca gostei dos novos deuses, e agora teremos uma micro-saga (queira Deus que seja micro) com os personagens... eles não são interessantes e sempre tem mais destaque que o necessário.

  Li o quarto volume de Vingadores: Os Heróis Mais Poderosos da Terra, e como sempre falo, é o melhor mix da panini em publicação ultimamente.

  Peguei também o segundo volume de Deadpool e, que decepção, Eu não via a hora da agente "morta" sair da cabeça do Deadpool para que as vozes da esquizofrenia dele finalmente voltassem... mas não voltaram... ao invés disso o cérebro doente dele cria uma outra agente Preston para continuar na cabeça dele.

  Então li Superman: Brainiac outra história incrível do Geoff Johns, ele é meio que uma continuação de Superman e a Legião dos Super-Heróis mas você não precisa ter lido aquela história para entender essa, são totalmente independentes, essa mostra o que seria o primeiro encontro verdadeiro entre o Homem de Aço com Brainiac.

  Outro caso que fui enganado pela capa foi a trigésima sétima edição de Liga da Justiça essa cena da capa só faz sentido no final da história principal, que continua tensa com a batalha intelectual entre Bruce Wayne e Lex Luthor, pulei a história da Liga da Justiça Unida porque não sou obrigado e a dos Jovens Titãs foi a mais fraca até agora.




  Depois disso li o décimo quarto volume de Btooom! e esse troço também só melhora. Nesse volume vemos algumas alianças sendo formadas, outras desfeitas além de duas inesperadas novas regras.




  Esse Mês resolvi retomar alguns mangás que tinha parado de ler, um deles foi Diário do Futuro, que tinha parado no volume 08 porque na minha cidade não tinha vindo o volume 09, pulou direto para o 10, continuei comprando a partir daí e quando vi que estava vindo do número 01 de novo esperei até chegar no 09 para poder comprar, comprei mas ficou estacionado por um bom tempo antes de eu ler.  Esse volume traz muitas revelações e bastante reviravoltas, mas enfia um romance besta e sem fundamento no meio da história, apesar de fazer sentido, depois, o porquê do autor ter introduzido o tal romance ele não ficou bacana, e não só porque eu nõ gosto de romances, mas porque surgiu do nada e foi extremamente forçado.




  A JBC começou a publicar uma nova série do Ultraman, uma continuação do famoso mangá dos anos 60 feito por fãs (o vídeo é da série televisiva exibida no Brasil entre os anos 70 e começo de 2000) e esses caras fizeram um brilhante trabalho, eu não li a série original (mas pelo vídeo podemos ver que não era a melhor coisa do mundo) mas os autores fazem com que entendamos direitinho o que aconteceu na série antecessora:
  Basicamente o Ultraman é um Gigante de Luz, um alienígena que veio para a Terra por motivos x e incorporou em um humano para poder existir por aqui, basicamente, depois de resolver seus assuntos o Ultraman voltou para sabe Deus de onde ele veio, e aí termina a antiga série. A nova começa muitos anos depois, e descobrimos que o homem em quem o dito cujo incorporou teve um filho, e esse filho tem algo estranho, é uma pessoa normal, mas com uma força e resistência inumanas. Agora algo está na Terra em busca do legado de Ultraman.





  Outro mangá que retomei a leitura foi 07-Ghost li o volume 14 onde o Teito finalmente começa a recuperar a memória depois da enésima vez que sofre lavagem cerebral, enquanto isso Rosemanella também está sofrendo uma lavagem cerebral atrás da outra e Ayanammi está quase abrindo a Caixa de Pandora, que meio que é a mente, ou o corpo, sei lá, do Teito. Mas Sichel, Fest e Prophet conseguem resgatar o receptáculo do Olho de Mikhail. (sei que esse resumo não fez muito sentido, a história inteira não faz, mas é muito bom, meio gótico, se tiver a oportunidade assista o animê, já vai ficar mais fácil de entender algumas coisas.

  Depois li o Tsumitsuki: Espírito da Culpa, do mesmo autor de Another, ele traz algumas histórias curtas de um Youkai que se alimenta de Tsumitsukis, espíritos que se alimentam da culpa das pessoas, são histórias bem boladas e bem aterrorizantes em alguns casos.

  Também retomei a leitura de Variante que só tinha lido o primeiro volume, aqui conhecemos melhor o policial bonzinho lá que esqueci o nome e também vemos a protagonista, que também esqueci o nome, menos chorona e mais determinada a ajudar na luta contra as quimeras.

  Li também o encadernado Fabulosos Vingadores, na verdade eu já tinha lido essa história na mensal Avante, Vingadores! mas tive que comprar o encadernado, apesar de John Cassaday ter desenhado malemal e porcamente essa história é bacana. É a consequência direta da saga Vingadores Vs. X-men, infelizmente o encadernado é meio decepcionante porque para em um momento bem tenso, tá que de lá começa um outro arco e o foco do dito cujo é o arco do Caveira Vermelha, só espero que a Panini lance outro encadernado do arco seguinte.

  Li também o encadernado do primeiro episódio de Star Wars, é a história do primeiro (ou quarto, nunca entendi direito essa ordem desordenada) filme resumida e mais cortada do que salmão na mesa de japonês. É bacaninha mas como nem o filme é lá essas coisas é só para os fãs mesmo.

  Resolvi encarar o primeiro volume de Doubt, tinha ouvido falar que era bem ruim e não sei se foi meu gosto por suspense ou minha falta de expectativas mas acabei gostando bastante dele, é a história de um grupo de jovens que jogam um joguinho online onde são todos coelhos, mas um dos coelhos é na verdade um lobo e através de mini-games eles os outros precisam descobrir quem é o lobo. Esses jovens resolvem se encontrar e de repente se veem presos em uma versão real do dito jogo. É cheio de mistério e um suspense muito bem construído.

  E encerrei o mês lendo o primeiro volume de Vinland Saga uma história de vikings cheia de guerra, sangue e violência, é bem legal :p mas apesar disso não pretendo continuar com a história.

  E foi isso minha gente, e vocês? O que leram nesse mês que passou, sei que hoje não é dia 1° mas em minha defesa, quando comecei escrever essa postagem ainda era :x 
  

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