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domingo, 29 de maio de 2016

[TAG] Títulos

  Oi povo,
  O Tony me indicou para uma TAG chamada Prêmio Dardos, e muito obrigado pela indicação carinha... mas não ando acompanhando muitos blogs (falta de tempo, sabe?!) então não tenho como responder aquela TAG, pelo menos por agora... Mas resolvi responder uma outra TAG que também vi no blog dele, a TAG foi criada por um canal gringo que privou o dito vídeo, então se quiser ver as respostas do Tony é só clicar aqui.

01. O título mais longo de um livro que você tem

  O Incolor Tsukuru Tazaki e Seus Anos de Peregrinação. Amo esse livro ♥

02. O título mais longo de um livro que você tem

  Aqui minha resposta será igual a do Tony, mas diferente dele eu ainda não li.

03. Um título que não tem absolutamente nada a ver com o livro

  Ah, como detesto esse livro ¬¬'

04. Um Título que descreve o livro perfeitamente

  Nem tenho o que comentar.

05. O Titulo mais chato

  Porque né!

06. Um livro que você comprou por causa do título

  Posso estar enganado, mas já vi alguém respondendo uma TAG onde tinha essa pergunta, e por que não colocá-la aqui. E sim, eu comprei Falem de Batalhas, de Reis e de Elefantes única e exclusivamente por causa do título.

07. Misture todos os títulos e forme seu próprio




  Falem da Menina Tazaki, a Última dos Fragmentados... Fim :p

  E foi isso povo, até quarta ;)



sábado, 2 de abril de 2016

Leituras do Ano: As 10 Melhores e as 5 decepções

  Sei que já estamos em abril, mas como não fiz issoaté  hoje, vamos fazer....
  O ano de 2015 foi um ano bem diversificado no quesito leituras, algumas muito boas e outras nem tanto... Lembrando que se quiser ler minha opinião sobre os livros é só clicar em suas respectivas fotos.

Os 10 Melhores

  Com certeza um dos melhores foi o primeiro que li no ano. Stephen King é um dos meus autores favoritos e esse se tornou o meu favorito. À Espera de Um Milagre é um livro emocionante sobre preconceito e a bondade presente, ou não, dentro do coração humano. Além de ser o único livro do King no qual ele mostra o lado (que deveria ser o único) bom dos cristãos, mostra como todos, não só ''religiosos'', deveriam se comportar, tentando fazer tudo que estiver ao seu alcance para ajudar o próximo e fazer o bem.

  Claro que Harlan Coben tem que aparecer na lista dos melhores do ano. Quebra de Confiança foi o único livro do autor que li no ano passado mas se tornou um dos meus favoritos entre suas obras, esse é o primeiro livro da série protagonizada pelo personagem Myron Bolitar, e também mostra porque o personagem tem tantos fãs.

  O segundo livro da Lucinda Riley que li superou em muito o primeiro, apesar de parecer um romancezinho meloso (principalmente pela capa), A Rosa da Meia-Noite consegue ser um livro completo, além de toda a trama histórica, que inclui também uma certa dose de romance, temos um belo drama, um incrível mistério e uma inesperada reviravolta.

  Martha Medeiros é outra autora que sempre marca presença nessa lista, Feliz Por Nada é um livro digno de sua autora, onde mostra que não precisamos de mais motivos para sermos felizes. Além de questões do cotidiano expressas de forma apaixonada e com muita inteligência, ela fala também dos sentimentos dentro de cada um de nós. inclusive, esse livro traz um texto que inspirou uma famosa banda brasileira a escrever uma bela canção.

  Caixa de Pássaros é o primeiro livro do músico Josh Malerman, e que livro. Um livro tenso, que nos mostra uma ideia original, mesmo que pontuada com uma ou outra cena batida, que nos faz pensar em todos os nossos medos e nos faz sofrer de ansiedade.

  Morria de vontade de ler algo da Jandy Nelson, graças a parceria com a linda da Novo Conceito que tive esse ano (passado, no caso) tive a oportunidade com Eu Te Darei O Sol, um livro comovente, talvez com um certo excesso de romance, mas realmente incrível. Uma história sobre timidez, auto-conhecimento, talento, perda, saudade e amor, principalmente entre irmãos. Um livro que mostra que com esforço e dedicação podemos fazer do mundo um lugar melhor, nos tornando, primeiramente, pessoas melhores.

  Outro motivo pelo qual não tenho palavras para agradecer pela oportunidade que me foi concedida pela NC foi ter podido ler o incrível Fragmentados, do Neal Shusterman. Um livro pesado, que mostra o pior que o ser humano pode fazer. E nos faz refletir, fazendo-nos pensar se somos tão boas pessoas como gostamos de pensar que somos.

  Vocês já sabem que Stephen King é um dos meus autores favoritos, na verdade está ali competindo o primeiro lugar com um outro carinha do qual falaremos mais tarde, e Joyland é a prova do brilhantismo desse cara. Ele conseguiu escrever um livro curto com diversos elementos e tramas paralelas e ainda conseguiu desenvolver os personagens de forma que só ele consegue. E tudo isso sem deixar pontas soltas e criando uma história com mistério intrigante, elementos sobrenaturais convincentes e um drama comovente e lindo, um livro tocante, sobre a busca pela verdadeira felicidade e sobre o poder da amizade.

  O autor que compete pelo primeiro lugar com o King é o japonês Haruki Murakami. Conheci o autor através do conto Sono, publicado aqui numa senhora edição da Alfaguara. É um conto curto sobre uma mulher que simplesmente para de dormir e sua vida muda, mas no decorrer da leitura começamos a pensar se ela realmente não está dormindo, se não é tudo um sonho, ou se ela sequer está viva. É uma história que nos faz refletir bastante sobre a rotina e no quão mecânica e monótona tem se tornado a nossa vida.

  David Baldacci é um grande autor de suspenses policiais (porque como autor de romance, vamos ignorar usas tentativas) Poder Absoluto foi o único livro do autor que li esse ano, e está ali competindo pelo meu favoritismo com o incrível Traição Em Família. Um livro forte, mostrando o quão perigosa pode ser a pessoa que comanda uma nação e que tem sede de poder. Mostra que nenhum de nós é 100% mocinho ou bandido.

Menções Honrosas

  Alguns livros não conseguiram entrar na lista dos melhores mas realmente se destacaram. E é deles que vou falar aqui. Para não enrolar demais vou falar apenas uma frasezinha sobre cada um.

Se você me conhece não precisa de explicação, certo?


  Olha só quem aparece de novo!

  E mais uma vez... O Apanhador de Sonhos só não entrou para a lista principal por causa da perseguição interminável que dura quase metade do livro.

  Um Lugar Chamado Liberdade foi meu primeiro contato com Ken Follett, e adorei a escrita do autor, uma história comovente e linda, que só não entrou na primeira lista por causa de uma cena irritante... repetida, com alterações, por diversas vezes.

  Um livro incrível e assombroso sobre a mente humana em toda a sua complexidade... mas que se perdeu em um romance desnecessário que acabou descaracterizando os personagens.


As 5 Decepções

  Cadê o Mateus pra me zoar? Eu adorava a seção ''Cadê?" da revista Recreio quando era mais novo, e quando soube da proposta de Ache Momo do Andrew Knapp quis conferir, pois me parecia algo parecido. mas as fotos não são nada desafiadoras.

  Ganhei Arkansas de presente da editora. Eu nunca tinha nem sequer ouvido falar desse tal de John Brandon e como adorei a edição do livro e o trecho na quarta capa me fez rir horrores fui ler com expectativa de que fosse, ao menos, um livro divertido. Mas é um livro enfadonho com uma história chata. O que salva são os diálogos, que esses sim, são muito divertidos.

  O quarto livro da série The Walking Dead foi beeeeeeeeeeem decepcionante, coisas absurdas que acontecem em momentos impossivelmente oportunos. Focando demais em personagens chatos e irritantes, tá, eu sei que ela, supostamente, é a protagonista dos livros mas ela não demonstra nenhum amadurecimento, mas mesmo assim eles insistem em afirmar o contrário.

  Quando li A Mortalha da Lamentação estava vendo o começo da terceira temporada de Doctor Who, e tinha visto uns pedaços de alguns episódios com o Décimo Primeiro Doutor. E na minha inocência acreditei que Tommy Donbavand tinha feito uma boa caracterização do personagem. Triste engano. Na minha empolgação achei que só os palhaços da história eram coisas ridículas... mas não, o livro é 75% ridículo e 25% um plágio descarado, e tosco, de coisas que apareceram na quarta temporada. E o pior é que minha opinião foi super positiva... espero que minha retratação aqui seja suficiente.

  Nem quis escrever sobre esse livro... mas como tenho que preveni-los, vou fazer isso agora: O livro em questão é meio que suas decisões determinam o fim da história... Mas ele é incrivelmente tosco. As escolhas são basicamente para ou continua, e se, assim como eu, você continuar sempre, a história fica ridícula e totalmente sem nexo.

  E é isso meu povo, não incluí os livros horríveis que já esperava que fossem horríveis. Mas eis a minha lista. E a de vocês? Deixem aí nos comentários.


segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Lidos na Maratona (Julho de 2015)

  Oi minha gente, Hoje venho contar para vocês como foi a minha maratona literária de inverno, o resultado foi bastante satisfatório, considerando que mês passado li apenas dois livros esse teve como saldo final 5 livros e mais alguns quadrinhos... sendo assim, vamos às leituras.
  Só pra quem não está habituado, se quiser ler minha opinião mais detalhada é só clicar nas fotos dos  livros

  Comecei o mês lendo Eu te Darei o Sol, da Jandy Nelson, e simplesmente adorei, minha intenção era terminá-lo antes de começar a maratona, mas acabei demorando mais do que o esperado.

  Depois li o primeiro livro que separei para a maratona, Jurassic Park do Michael Crichton, e ele cumpria os desafios livro com mais de 400 páginas, início de uma duologia, livro que já virou filme e gênero menos lido no ano anterior... e gente... que livro, QUE LIVRO!

  Depois embarquei na leitura de Fragmentados do Neal Shusterman, um livro que merece toda a propaganda de desconcertante que a editora tem feito, altamente reflexivo e que causa um certo incômodo, fazendo com que pensemos a que ponto pode chegar a falta de compaixão e o egoísmo da humanidade. E ele cumpriu o desfio de livro com capa azul ^^

  Depois li o incrível Joyland, do mestre, Stephen King, cumprindo o desafio de um livro que eu ganhei, não vou falar muito dele aqui pois a próxima postagem será minha opinião sobre ele.

  Então embarquei em outra coletânea de crônicas da Martha Medeiros, dessa vez foi o primeiro livro da "trilogia crônica" dela: Liberdade Cônica não me decepcionou no quesito conteúdo mas certas coisas no livro em si acabaram me incomodando, e vou falar melhor sobre isso quando der minha opinião sobre o livro.

  E para cumprir o desfio de livro com figuras resolvi ler quadrinhos porque né... é complicado um mês sem quadrinhos, apesar de que esse mês não li nenhum mangá (estou com 8 volumes de Fairy Tail atrasados :x), os quadrinhos que li esse mês foram:
  Pra variar uma edição cheia de acontecimentos, conhecemos melhor a história da irmandade de mutantes do futuro, principalmente o que aconteceu com o Fera, e as razões que movem Raze e Charles, os filhos da Mística, e por falar em Mística, Cristal finalmente é libertada e bate de frente com a Maria Hill.

  A revista da Liga da Justiça pela primeira vez desde que começou a conter as histórias da Liga da Justiça Unida foi 100% aproveitável, a chegada de Miiyahbin, e a revelação de suas origens fizeram a história valer e sobre Novos Titãs já vale pela arte incrível do Kenneth Rocafort, onde além de acompanharmos a recente fama adquirida pelo Casamata e pelo Mutano vemos também uma "noite de folga" da Ravena conhecendo uma banda que se inspira nela para criar suas músicas, se ela curte ou não a tal banda vocês vão ter que ler pra saber :p


  Finalmente temos o fim da saga Rebelião, mas a bonança não durou muito, uma severa tempestade já se abateu sobre a tropa novamente, e na história do Sinestro vemos mais uma vez sua inveja em relação a Hal Jordan, que já foi um personagem melhor viu?!


  O segundo volume da mensal Vingadores: Os Heróis mais Poderosos da Terra foi ainda melhor que o primeiro, as melhores histórias continuam sendo Loki: Agente de Asgard e Vingadores Secretos que são mais cômicas, principalmente os problemas do Loki tendo que se mudar constantemente porque as pessoas acham que ele é um integrante do One Direction. Mas temos uma grande surpresa na história do Capitão América e Homem de Ferro está bem melhor que a edição anterior. Além de Hulk continuar interessante, divertido e meio misterioso e Thor ter finalmente me conquistado com essa história.

  Li também o primeiro volume da nova mensal do Deadpool e mesmo tendo começado no meio de um arco (as histórias do personagem eram publicadas no mix X-Men Extra) eu gostei bastante, como diz o Vidal: "Leitor de quadrinho começa por qualquer lugar."

  Pra variar, mais uma edição do mix Tropa dos Lanternas Verdes com o Guy na capa, e mais uma vez, com a história dos Lanternas Vermelhos sendo a melhor do mix, mas adoro a tropa vermelha, então não sei se minha opinião pode ser levada a sério :p nesse volume também temos a história dos Novos Guardiões onde além da subtrama do sumiço de um dos guardiões templários temos toda a bagunça causada pelo Kyle e seu anel branco, o qual ele não tem nem noção da quantidade de poder que possui. E Larfleeze, onde o melhor continua sendo acompanhar Stargrave com sua nova mestra, uma mulher que se intitula como deusa e é onisciente, mantendo a consciência no presente, passado e futuro além de várias realidades paralelas, o que faz com que ela tenha o medonho déficit de atenção.

  E é isso minha gente, o que vocês leram esse mês? Participaram da maratona? Deixe aí nos comentários, vamos papear ;)


quarta-feira, 29 de julho de 2015

[Opinião] Fragmentados - Neal Shusterman #142

Editora: Novo Conceito

N° de Páginas: 317

Citação:

Você aprende uma coisa depois de ter vivido tanto quanto eu vivi: as pessoas não são completamente boas nem completamente ruins. A gente passa a vida toda entrando e saindo das sombras e da luz. Neste momento eu estou feliz por estar na luz."

Sinopse:
  A segunda Guerra Civil, também conhecida com "Guerra de Heartland", foi um conflito longo e sangrento motivado por uma única questão.
  Para acabar com a guerra, uma série de emendas constitucionais conhecida como "A Lei da Vida" foi criada.
  Ela satisfez tanto o exército Pró-Vida como o Pró-Escolha.
  A Lei da Vida declara que a vida humana não pode ser tocada desde o momento da concepção até que a criança chegue a idade de 13 anos.
  No entanto, entre os 13 e os 18 anos, a mãe ou o pai pode escolher "abortar" retroativamente uma criança...
... com a condição de que a vida da criança não tenha, "tecnicamente", um fim.
  O processo pelo qual uma criança é ao mesmo tempo eliminada e mantida viva é chamado de "fragmentação".
  Agora, a fragmentação é uma prática comum e aceita pela sociedade.

Opinião:
  Realmente não tenho ideia do que falar sobre esse livro.
  Vamos por partes, pra que eu consiga me situar e tentar passar pra vocês o que esse livro é. Antes de mais nada vamos deixar uma coisa clara: Ele é desconcertante!
  Esse livro narra a história de três personagens: Connor, Risa e Levi. Todos os três foram "condenados" à fragmentação, que é um processo aceito pela sociedade onde jovens indesejados são submetidos a cirurgias que os desmancha para que suas partes (órgãos, pele... tudo) possa ser transplantado em pessoas que precisam de alguma dessas partes.
  A história, apesar de bem construída dá alguns escorregões, fazendo algumas coisas acontecerem meio rápido demais, mas tirando isso não tenho do que reclamar.
  É um livro desconcertante porque mostra o quanto o ser humano é insensível e gosta de se enganar, a fragmentação é aceita porque as pessoas gostam de acreditar que mesmo que transformem seus filhos a um monte de partes eles continuarão vivos de alguma forma, não é um conceito totalmente furado, mas também não é a mesma coisa, quando você é doador de órgãos  morre, seus órgão serão reaproveitados e ajudarão a salvar vidas, isso é fato, aquela parte sua continuará viva através de outra pessoa, que talvez só tenha continuado viva graças àquela parte sua...
  Mas acreditar que você pegar uma pessoa viva e saudável e desmontá-la para reaproveitar 100% de suas partes (salvará muitas vidas, claro) é algo doentio, e no fundo, todos os personagens sabem disso. 
  Uma coisa amplamente discutida no livro é sobre quando começa a consciência de uma pessoa, a partir de que momento ela se torna ela mesma, e quando ela deixa de ser. Isso é muito difícil de decidir (não que alguém tenha capacidade ou direito de decidir tal coisa). Não acredito muito que a memória muscular se mantenha depois que o braço seja transplantado em outra pessoa.
  Outra coisa que achei genial da parte do autor foi o fato dos protagonistas que receberam parte do cérebro de outra pessoa manterem parte da sua memória, e em alguns momentos essa outra pessoa "volta" e assume o controle do corpo ao qual foi transplantado, e o que garante que não seria exatamente assim? O cérebro humano é imensamente complexo, como se pode saber se a parte responsável pelas memórias ou personalidade não continuará exatamente igual depois de transplantada em outra pessoa?
  O livro é desconcertante de diversas formas, vemos o quanto os mal-entendidos podem causar estragos, o ponto ao qual o egoísmo humano pode chegar, a morte lenta e praticamente inevitável da compaixão aos semelhantes, além da alienação coletiva e fanatismo criado por religiões torpes, que manipulam palavras para voltar os ensinamentos ancestrais para satisfazerem suas próprias vontades.
  Se você gosta de livros tensos, misteriosos, angustiantes e altamente reflexivos esse é ideal, com cenas chocantes e personagens convincentes e altamente bem construídos.
  Não encontrei erros, ou se encontrei foram bem irrelevantes, já que não me recordo de nenhum, e quem me conhece sabe o quanto eu sou chato com isso (a propósito: esqueci de falar mas o livro do Jurassic Park tinha alguns escorregões na revisão), mas pela história incrível bem que o livro merecia uma capinha melhor... eu dificilmente teria comprado ele se chegasse a uma livraria e visse essa capa (sim, eu compro livros pela capa, me julguem) apesar de ela fazer sentido na história e não ser das piores, consigo imaginar outras terríveis.

  PS: Li em algum lugar que o autor tem outros livro ambientados no mesmo universo, não sei se é verdade, ou se aguento outro livro tão forte, mas uma parte de mim (e é tão estranho falar isso considerando a história em questão) espera que isso seja verdade.

  PS²: Esse livro cumpre o desafio "Livro com capa azul" da maratona, e sim, não é inteiro azul mas é azul sim u.u

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