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sábado, 20 de fevereiro de 2021

[Opinião] O Vermelho e o Negro - Stendhal #330

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Editora: Dublinense (Edição Especial TAG: Experiências Literárias)

N° de Páginas: 539

Quote:
"Desde a queda de Napoleão, toda a sugestão de galanteio está severamente banida dos costumes da província. As pessoas têm medo de cair em desgraça. Os vigaristas buscam apoio na congregação; e a hipocrisia fez belíssimos progressos, mesmo nas classes liberais. O tédio redobra. Não resta outro prazer além da leitura e da agricultura." 

Sinopse:
  Publicado na França pós-napoleônica. O Vermelho e o Negro é um clássico da literatura mundial. A obra narra a trajetória de Julien Sorel, um ambicioso filho de carpinteiro que fã de tudo para ascender socialmente. Inferior de berço, precisa revestir sua revolta com polidez, seus interesses com paixão, sua hipocrisia com inocência e assim lutar contra a opressão e os preconceitos da exclusivista sociedade francesa do início do século XIX. Stendhal apresentou neste romance realista um narrador revolucionário para a época. Ao inserir o leitor na mente do protagonista, o escritor criou um estilo que mais tarde influenciou nomes como Flaubert e Dostoiévski. Ao unir profundidade psicológica à análise social, este livro firmou-se como um dos pilares do cânone ocidental, ainda atual e sempre inesgotável.

Opinião:
  Que surpresa maravilhosa!
  Eu nao sabia absolutamente nada sobre esse livro, só que tinha alguma coisa a ver com Napoleao (vai ficar sem acento porque essa nhaca de corretor não me deixa colocar acento). Então eu tinha formulado, na minha cabeça, o que era a história, um comandante do exército de Napoleao que tinha transtorno dissociativo de identidade... a capa dessa edição so serviu para corroborar o meu devaneio.
  Mas o livro não é nada disso, Napoleao ja foi derrotado, mas Julien, nosso protagonista, é um grande admirador do líder caído. Mas não só isso, ele também é um garoto pobre, filho de um carpinteiro que sonha em ser membro da alta roda da aristocracia francesa, e para isso ele não medirá esforços.
  Julien é aquele personagem que o leitor ama odiar, você quer que ele se quebre, mas não o suficiente que o impeça de aprontar mais um pouco, são 500 páginas onde o protagonista mostra toda a podridão humana e, mesmo que em momento nenhum eu tenha torcido por ele, ele conseguia me manter interessado, o livro se desenrola com facilidade e a cada novo bote do protagonista vamos sendo mais e mais envolvidos nesse novelão delicioso.
  Claro que você pode tirar vários discursos políticos e até religiosos (o fato de ele ser filho de um carpinteiro pode dar muito pano pra manga) além de toda a ganância e determinação do protagonista... ou você pode ignorar tudo isso e se deliciar com essa que é, sem dúvida,  uma obra de arte.




sábado, 6 de fevereiro de 2021

[Opinião] As Alegrias da Maternidade - Buchi Emecheta #328

Compre pela Amazon e ajude a manter o blog
Editora: Dublinense (Edição Especial TAG: Experiências Literárias)

N° de Páginas: 308

Quote:
  "Nnaife não percebia que o sorriso do Dr. Meers era inspirado por aquele tipo de crueldade que reduz qualquer homem, branco ou preto, inteligente ou não, a um novo nível de baixeza; mais baixo que o mais inferior dos animais, pois os animais pelo menos respeitam os sentimentos uns dos outros, a dignidade uns dos outros."

Sinopse:
   Nnu Ego, filha de um grande lider africano, e enviada como esposa para um homem na capital da Nigéria. Determinada a realizar o sonho de ser mãe e, assim, tornar-se uma "mulher completa", submete-se a condições de vida precárias e enfrenta praticamente sozinha a tarefa de educar e sustentar os filhos. Entre a lavoura e a cidade, entre as tradições os igbos e a influência dos colonizadores, ela luta pela integridade da família e pela manutenção dos valores do seu povo.

Opinião:
  É triste ver o povo deturpando tanto uma coisa né?
  Vejo muita gente falando desse livro como se o título fosse uma ironia, como se ele fosse um manifesto contra a maternidade, o papel da mulher e toda essa baboseira que os militantes políticos gostam de usar pra deturpar valores e princípios...
  É fato inegável que a protagonista sofre o suficiente pra umas 3 ou 4 vidas inteiras, é fato que seus filhos são sim um tanto desnaturados, mas a força de Nnu Ego em correr atrás do sonho de ser mãe e manter sua família unida é algo belo. Ela luta pelas tradições e crenças de seu povo, e o mesmo pessoalzinho que diz que a cultura dela deveria ser diferente é o que deem missionários por pregar aos povos indígenas...
  A história começa com a mãe de Nnu Ego, uma mulher indomável que acaba morrendo ao dar a luz, Nnu Ego é a filha favorita do pai, pois a conquista de sua mãe foi a maior batalha de sua vida e a que ele mais se orgulha de ter vencido, mas Nnu Ego cresce e sonha com sua família e seus filhos. O livro se passa em uma cultura tribal, então não será Nnu Ego quem escolherá seu marido, mas isso não é um grande problema... pelo menos não até ela perceber que não consegue manter uma gravidez, o que acaba sendo o principal motivo de sua infelicidade, não o único... mas o principal. 
  A história continua com Nnu Ego sendo devolvida ao pai, que vai arrumar outro marido e finalmente poderá ter seus filhos...
  É uma história muito diferente de tudo que já havia lido, o ambiente tribal me era estranho e seus costumes e crenças completamente novidade.
  Sem sombra de dúvida, não é um livro que vai figurar na minha lista de favoritos, é  um livro triste e sofrido, mas que exalta a maternidade, a menos que voce queira enxergar por outro lado, mas a própria protagonista diz que queria ter filhos para se tornar uma "mulher completa" sei que não é o sonho de todas, mas quando vejo a sociedade atual maledizendo o dom da vida, a capacidade de trazer uma nova vida ao mundo (apesar de o mundo estar indo de mal a pior) tudo em nome da libertinagem e irresponsabilidade me vejo pensando que os chamados "selvagens" podem ser muito mais civilizados do que estamos sendo...




domingo, 1 de setembro de 2019

[Opinião] O Alforje - Bahiyyih Nakhjavani #244

https://www.skoob.com.br/o-alforje-754403ed757763.html
Editora: Dublinense (Edição exclusiva da TAG: Experiências Literárias)

Nº de Páginas: 328

Quote:

"No breve momento que antecede morte, ele entendeu que, se conseguisse pelo menos apreender o sentido daquelas palavras que o chamavam, seria sempre livre. Com uma doçura cortante, que interrompeu seu último alento, a voz do mercador chegou até ele, cantando. A voz do mercador invocava a misericórdia de Deus. Ele estava rezando em nome do Ordenador que perdoa os pecados. Rezando por ele."

Sinopse:
  Ao contrário do que se diz, o deserto é um território fértil. Ao menos para Bahiyyih Nakhjavani, que, a partir de uma trama complexa, faz convergir nas areias árabes um grupo de personagens que têm suas trajetórias costuradas por um misterioso alforje. Uma noiva que viaja para encontrar o futuro marido, um padre em peregrinação, um beduíno de alma livre e uma escrava falacha são alguns dos retratos que a autora pinta com maestria e profundidade. Ainda que tenham origens, crenças e desejos muito diferentes, todos os viajantes terão a vida transformada pelas escritoras sagradas.

Opinião:
  Esse livro foi uma das experiências marcantes dentre as que me foram proporcionadas pelo clube. Pra quem sabe da existência do canal no youtube viu que postei um vídeo fazendo meu TOP10 dos livros da TAG, e resolvi falar sobre esses livros, e como a Kelly disse que preferia por escrito (obrigado, opiniões em vídeo são complicadas) as próximas postagens serão sobre esses livros na ordem que eu os li (exceto O Xará e O Sonho dos Heróis, que já tem postagem sobre eles).
  Enfim, voltando ao porquê desse livro ter me marcado tanto, um pouco por tudo que aconteceu na minha vida enquanto eu lia, o cheiro do brinde ficou gravado nas minhas narinas até hoje e sempre que eu penso em perfume eu lembro desse livro. além disso ele foi o único livro de autor iraniano que li até hoje.
  Como se não bastasse tudo isso, o livro tem uma forma de narrativa que nunca vi igual. A história é basicamente uma caravana atravessando o deserto, uma tempestade e um bando de ladrões, essa é a história, que será contada por nove pontos de vista diferentes, vou começar falando que a minha favorita foi a escrava.
  Ao contrário do que você pode imaginar, o livro não se torna repetitivo a ponto de ser enfadonho, cada personagem age de forma diferente, as histórias se cruzam, até porque todos estão em algum lugar dessa tempestade, a autora faz questão de nos apresentar cada personagem, esmiuçando seu caráter e nos deixando a par de suas histórias, fazendo com que desenvolvamos sentimentos pelo personagem antes de ele ser colocado em contato com o dito alforje, todos os nossos nove protagonistas terão o alforje em suas mãos em algum momento, cada um terá uma percepção diferente de seu conteúdo.
  A forma que a autora desenvolve e dá uma voz diferente e tão particular para cada um dos personagens faz com que nos envolvamos na história, sofrendo com alguns e desejando uma morte lenta e dolorosa para outros.
  É um livro que trata de crenças, lealdade e de como cada pessoa interpreta um mesmo evento de formas diferentes. Consegue fazer uma história relativamente longa, que se passa quase que exclusivamente no meio do deserto, ser incrivelmente envolvente e cativante.
  Um livro que sai do comum, apresenta uma cultura diferente e encantadora além de entreter quem gosta de aventura, de mistério e também aqueles que adoram uma história cheia de mortes. Só tirei uma estrela pois é um livro incômodo em alguns momentos.

https://www.skoob.com.br/autor/23043-bahiyyih-nakhjavani

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

[Opinião] Vitória - Joseph Conrad #243

https://www.skoob.com.br/vitoria-148221ed618789.html
Editora: Dublinense (Edição Exclusiva TAG: Experiências Literárias)

Nº de Páginas: 399

Quote:

"Matar, amar... os maiores empreendimentos que a vida apresenta a um homem. E não tenho experiência alguma em nenhuma dessas duas coisas. Perdoe-me qualquer coisa que possa ter parecido estranha a você em meu comportamento, que possa ter parecido inexpressiva em minhas conversas ou inadequada em meus silêncios."

Sinopse:
  Joseph Conrad é um escritor singular na língua inglesa. O estilo único é resultado de sua formação poliglota e multicultural: Conrad nasceu na Polônia, foi educado em polonês e em francês, além de ter estudado latim, mas escolheu o inglês para escrever, idioma que só foi aprender aos vinte e um anos. Isso lhe confere um manejo incomum da língua, pois sua prosa evidencia a cadência latina. Suas frases ondulantes criam um ritmo nunca antes visto, selvagem e - ainda assim - sofisticado.
  Vitória foi finalizado em maio de 1914, mas publicado apenas no ano seguinte, já em meio à Primeira Guerra Mundial. O livro traz temas recorrentes na obra de Conrad, como a solidão, a inconformidade com o mundo, o conflito entre o mal e a esperança. Seu protagonista, Axel Heyst, instala-se em uma ilha no sul asiático, em total isolamento, após um fracasso comercial que não abala sua aceitação resignada do destino. Mas a aparição de uma jovem musicista desperta nele um instinto de proteção que o levará a uma crise de identidade e, mais tarde, ao enfrentamento de grande perigos.

Opinião:
  Adoro quando arrisco ler um livro de um autor clássico e aclamado do qual tenho medo e essa experiência é muito melhor do que eu poderia imaginar.
  Enfim, somando à minha vontade com um pedido meio que induzido, vou falar dos livros que li da TAG Curadoria, na ordem em que os li (exceto pelo O Sonho dos Heróis, que já tem postagem sobre e li bem mais recentemente).
  Nesse livro somos jogados ao oriente, uma pequena cidadezinha costeira que tenho minhas dúvidas se realmente existe, ali conhecemos Heyst, nosso protagonista pra quem está tudo suave, cuida da vida dele, não incomoda ninguém e nem deve satisfações a ninguém, mas esse estilo tranquilo, recluso e pacífico do nosso protagonista acaba incentivando algumas histórias e boatos que surgem entre o povo, o protagonista entra em uma sociedade com um grande amigo e abrem uma empresa que lida com carvão em uma ilha próxima, mas a empresa vai a falência e esse amigo acaba morrendo, aí já surge um novo boato, Heyst matou o cara para ficar com o dinheiro da empresa, o fato de a empresa estar falida e Heyst ter tanto dinheiro que fica morando sozinho nas ruínas dessa empresa, praticamente, não parece convencê-los do contrário.
  Um trupe teatral chega a cidade e fica hospedada no, se não me engano, único hotel disponível, hotel esse que pertence a um alemão odioso que apesar de casado resolve arrastar asa para Lena, uma bela jovem que faz parte dessa trupe. Por ele ser casado, nojento e odioso, Lena se recusa a ter qualquer envolvimento ou mesmo contato com ele, mas ela se encanta por Heyst, que também se encanta por ela, e dentre tretas e lábias ela vai morar com ele na ilha de Samburan (se não me engano é este o nome da ilha), mas como ninguém pode ter uma vida tranquila com direito de escolha nesse nosso planetinha corrompido, o hoteleiro (que é chamado por um sobrenome complicado demais para que eu lembre dele, ainda mais considerando que fiz essa leitura a mais de dois anos) resolve infernizar a vida dele com a "ajuda" de dois notórios criminosos.
  Como disse fiz a leitura há mais de dois anos atrás, mas várias cenas estão bem vívidas na minha mente até hoje, o autor tem uma escrita bem visual e desenvolve cada personagem com maestria. Lena é uma personagem que por boa parte da história parece servir unicamente como o estopim de um conflito e talvez um elemento a mais para ferrar a vida do protagonista, mas no decorrer do livro vamos percebendo a engenhosidade e importância dela para a história, inclusive o título só diz respeito a ela (acredito que isso não seja spoiler).
  É um livro belamente escrito que vai tratar, entre outras coisas, sobre a força do amor, sobre solidão e os diferentes tipos de personalidades, mostrando que a única forma de você não desagradar a ninguém é não existindo, simplesmente, pois existe gente capaz de implicar com uma pessoa que vive sozinha em uma ilha deserta sem qualquer contato com as incomodadas.
  Um livro que me deixou muito feliz ao concluí-lo, não pelo final da história, que não é lá muito feliz, mas por ter concluído a leitura de um livro de autor clássico e renomado e ter gostado tanto dele. É uma leitura bastante lenta, mas que vale cada minuto.


segunda-feira, 5 de março de 2018

Lidos em Fevereiro de 2018

  Oi povo, mais um mês se foi, a uns dias inclusive, mas fim de semana é sempre complicado para escrever algo, então aqui estamos, não li tanto quanto em janeiro, mas está valendo...

  Comecei o mês lendo Pá de cal, do brasileiro Gustavo Ávila, esse na verdade é um conto, quis ler para experimentar a escrita do autor antes de pegar o livro dele para ler, achei a história em si muito bacana e a escrita não é nada comparado a Leon Idris mas é boa, pretendo falar dele por aqui, em algum momento.

  Depois fui ler, no Kindle também, o Dias Melhores Virão, e minha única decepção foi o tamanho do livro, extremamente curto, mas bastante pesado, foi o livro mais sério que já li do autor e cncindiu bem com o momento de vida pelo qual eu estava passando.

  Li também o livro de fevereiro da TAG, O Alforje, da Bahiyyih Nakhjavani (uma balinha pra quem pronunciar o nome dela de forma satisfatória na primeira tentativa), esperava que fosse algo fenomenal e apesar de não ter chegado a tanto eu curti bastante a leitura.

  O meu favorito desse mês com certeza foi O Impostor que Vive em Mim, do Brennan. Ele praticamente me colocou contra a parede e me fez ver muita coisa, em mim, que eu nunca tinha percebido.

  E encerrei o mês lendo Evangélicos Católicos e os Obstáculos à Unidade, que quando chegou eu me espantei com o tamanho do livro, ele é ofensivamente curto, mas muito interessante.

Quadrinhos

  De quadrinhos eu só li uma revista da Liga da Justiça, nem lembro que número foi, mas serviu para me mostrar que esse tipo de coisa, que sempre gostei, já não faz mais a minha cabeça.

  E vocês povo? O que leram em Fevereiro?


quinta-feira, 1 de março de 2018

Aquisições #16 [Viu de bonitinho? Estou fazendo certinho, todo mês]


  Oi povo, então... sem muitas delongas, vamos ao que adquiri em fevereiro.

  Começando com Evangélicos, Católicos e os Obstáculos à Unidade, um livro cujo título é quase maior que o conteúdo, não costumo olhar a quantidade de páginas ao comprar um livro, e sabia que esse não teria suas quinhentas e tantas, mas esperava que tivesse, ao menos cem. Já li ele e logo falo dele por aqui.

   Também comprei Minha Vida Fora dos Trilhos, sobre o que é o livro? Não faço ideia, mas a autora já me chamou a atenção quando teve seu outro livro publicado no Brasil, mas acho (sem nenhum embasamento) que aquele livro tem algo a ver com astrologia, o que me dá preguiça, então peguei esse.

  Pra aumentar minha coleção do Harlan Coben comprei A Promessa, é mais um volume da saga do Myron Bolitar... não sei mais nada além disso.

  Minha coleção do Ken Follett também aumentou esse mês. O Homem de São Petesburgo é meu oitavo livro do autor, está na hora de começar a lê-los...

  Depois que li Vitória, no ano passado, venho querendo ler mais alguma coisa do Joseph Conrad, tenho Coração das Trevas aqui, mas enfim... Resolvi comprar O Agente Secreto, acreditando que esse livro, que é bilíngue, seria em capa dura, não é, e o pior é a diagramação dele, espremidinho, letra minúscula.

  Por último mas não menos importante, que mais uma vez eu esqueci de colocar na pilha pra tirar foto, temos o livro da TAG de Fevereiro, O Alforje, da Bahiyyih Nakhjavani, e esse é o momento no qual eu agradeço por ter um blog e não um canal, já que não faço a mínima ideia de como se pronuncia o nome dessa mulher, enfim, já li e espero conseguir falar dele ainda em março.

  E foi isso povo, sobre qual livro querem potagem primeiro?


domingo, 22 de janeiro de 2017

Minha primeira caixinha da TAG


  Pois é povo, como disse quando o blog retornou, um dos meus projetos esse ano era me tornar um assinante da TAG,
 Estava em dúvida se assinava ou não, aí vi que a curadora do mês de fevereiro seria minha amada Martha Medeiros, esse foi o ponta-pé que faltava para que eu tomasse minha decisão. 
  Obviamente minha caixa de fevereiro ainda não chegou, mas uma outra vantagem que os assinantes tem é o acesso à loja da TAG, que além de produtos exclusivos oferece também os kits anteriores. e em um desses kits veio um livro que a muito eu queria ler, mas nunca encontrei para comprar. e Foi esse kit que pedi.
  Pensei em gravar um vídeo abrindo a caixa, mas como é uma edição que não é um mistério, resolvi deixar os vídeos para as caixinhas nas quais eu não saiba o que vem. Mas tirei umas fotos ^^






  E é isso, em breve (mais ou menos) teremos postagem específica sobre O Vermelho e O Negro por aqui ;)


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