quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

[Breve Comentário] Jumanji - Livro e (novo) filme

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  Me permitam umas poucas linhas para falar sobre o livro:
  Pelo que sei a única edição disponível em português é a da finada editora Cosac Naify, que ainda pode ser encontrada na Amazon (link no início da postagem) e se trata de um livro infantil.
  O livro é cheio de ilustrações e fala de um casal de irmãos que ficam sozinhos em casa pois os pais saem para um compromisso e os fazem prometer não bagunçarem a casa, coisa que eles prometem, promessa que eles quebram assim que a porta se fecha. Depois que se cansam de bagunçar resolvem sair de casa, e no parque, debaixo de uma árvore, eles encontram um jogo de tabuleiro chamado Jumanji e o levam para casa e começam a jogar, logo os animais começam a invadir a realidade e destruir a casa, junto com a chuva e o vulcão.
  É uma história simples mas muito bem bolada, fala sobre obediência e respeito às regras. A edição da Cosac só possui o "defeito" de ser muito grande, tem capa dura, belas ilustrações (as originais, feitas pelo próprio autor) e com um material de excelente qualidade (papel Munken Pure Rough 150g/m²)

Agora falemos sobre o filme, o mais recente.



                                                                                                                                                                                                                                                        Admito que o que mais me fez ficar com vontade de ver o filme foi ter a Karen no elenco, ela é uma atriz que gosto muito e interpretou a incrível Amy Pond durante duas temporadas e meia de Doctor Who. E ela realmente dá um show no filme.
  A ideia desse novo filme é diferente da do primeiro, o clássico da Sessão da Tarde, enquanto o antigo era mais um filme de aventura infanto juvenil, esse segue mais a veia cômica, e cumpre muito bem esse propósito, eu gargalhava alto no cinema.
  
  Uma coisa que eu achei fenomenal foi terem respeitado tanto o primeiro filme, no início o tabuleiro é encontrado e entregue a um adolescente (em uma cena que deixou um pouco a desejar), mas como já estamos na era dos videogames o garoto não se interessa muito pelo jogo e volta para o seu console. O jogo então resolve se adaptar e se transforma em um cartucho que ao ser colocado no videogame do garoto transforma todo o console. Vinte anos depois vemos como quatro alunos de uma determinada escola vão parar na detenção, onde encontram um estranho videogame.
  As homenagens ao filme antigo não param por aí, temos também um personagem que começou o jogo muito tempo atrás e não terminou, e a clássica cena de terminar o jogo ao gritar JUMANJI, regra retirada do livro, inclusive.
  Outra coisa que foi muito bem feita, pelo menos pela maioria do elenco, foi transparecer bem que os avatares não eram seus corpos reais, é hilário ver o desconforto e o estranhamento com que agem durante praticamente o filme todo, comportamento que rende momentos maravilhosos que nos faz chorar de rir.

  Eu não sei se o filme ainda está no cinema, mas se estiver e você ainda não foi ver eu super indico, comédia da melhor qualidade e feita de forma limpa, com doses certas de ação e quase nenhum drama, um elenco sensacional e várias críticas em forma de piada.


Livro

Filme

2 comentários:

  1. Rudi, imaginei você rindo no cinema agora kkkkk
    Não pensei que o filme fosse mais pra comédia,achei que era mais aventura, quando puder vou assistir, gostei muito do antigo e daquele Zatura (se não tô enganada do nome rsrs) também...

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    Respostas
    1. Pergunta pra Silvia, ela viu kkkkk
      O filme tem bastante aventura sim, mas é principalmente comédia, acho que você vai curtir.
      Também gosto do antigo, mas entre ele e Zatura (sei que tem um h em algum lugar, mas não sei onde) prefiro Zatura.

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