domingo, 22 de dezembro de 2013

[Opinião] Insurgente - Veronica Roth

ATENÇÃO
essa postagem contém uma quantidade absurda de spoilers do livro Divergente

Editora: Rocco Jovens Leitores 
N° de Páginas:509
Citação:
"Você não é como seus pais. Você é uma menina de dezesseis anos que não entende que o valor do sacrifício está na necessidade, e não em jogar sua vida fora!"
Sinopse:
  Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor. 

Opinião:
  Alguém, por favor, me dá o Convergente :3
  Essa está longe de ser minha história favorita, é uma história muito boa, com uma (ou seriam várias?) crítica social bem clara e bem representada.
  A história começa imediatamente após o término do primeiro livro, com eles ainda se desolacando em direção à sede da Amizade
  Depois de perder os pais, que se sacrificaram para que Tris pudesse completar sua missão de parar a simulação que estava controlando praticamente todos os membros da Audácia, que inclusive, meio que obrigou Tris a matar seu melhor amigo, Will, que estava sob o controle de Jeaninne Matthews (não lembro, mas acho que é assim que se escreve) e estava tentando matá-la. Devido a essas três mortes em especial, porque houveram muitas outras, mas sem tanto impacto, a não ser talvez a de Al, Tris começa a arriscar a vida de forma desmedida e imprudente, pensando que ela deveria se sacrificar, ou simplesmente morrer mesmo, para pagar por ter matado Will e fazer valer o sacrifício dos pais.
  Um ponto super a favor da história, que faz ela ser uma das melhores quatro estrelas, é o fato de não haver nenhum triângulo amoroso, sério, nunca conheci alguém que gostasse de triângulo amoroso, por que quedas d'água os autores ainda insistem em colocar triângulos amorosos em 90% das histórias?
  A edição continua como a do primeiro livro, se erros perceptíveis (a mim, pelo menos)  com uma letra bem grande (o que, convenhamos, é ótimo), e a capa com o símbolo de uma das facções pairando sobre a cidade, não gostei muito de ser o símbolo da Amizade, acho que se fosse o da Franqueza faria mais sentido, mas a capa é linda, não tanto quanto a do primeiro livro, mas é linda mesmo assim.
  O final do livro foi surpreendente (ao menos pra mim, uma amiga minha disse que já sabia que aquilo ia acontecer) entretanto, se o próximo livro não der uma opinião convincente sobre como aquele final, ou o começo de tudo, foi possível, vou ficar muito decepcionado com nossa amiga Veronica.
  Outro ponto a favor dessa história, é que ela saiu da zona de conforto, que não era nada confortável, da sede da Audácia, e revelou, talvez não completamente mas revelou, o que raios aconteceu com o resto do mundo, enquanto eu lia Divergente, eu fiquei pensando comigo o que existia além da cidade de Chicago, que nesse segundo livro podemos ver que está praticamente em ruínas.
  Como eu disse, é uma história muito boa, com uma proposta distópica melhor que muitas por aí, e bem melhor que o primeiro livro da série.


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