quarta-feira, 1 de junho de 2016

Lidos em Maio de 2016

  Oi povo,
  Hoje venho mostrar tudo o que concluí a leitura nesse último mês, foram um total de 23 leituras, juntando livros, quadrinhos e mangás. Lembrando que se algo tiver uma postagem específica sobre estará linkada a foto correspondente, ok? Ok! Vamos nessa.

Livros


  O primeiro livro que terminei de ler em maio foi Deus Não Está Morto, do Rice Broocks. É um livro diferente do que é amplamente exposto na blogosfera. Não temos uma história, é mais um estudo que mostra que se seguirmos a lógica, a fé em Deus faz sentido.

  Depois li o mais recente conto do Leon Idris, o incrível Cá Estamos Porque Chegamos. Esse é um conto, aparentemente simples que o autor escreveu para seu sobrinho, o conto narra o dia anterior ao dia em que ele escreve. O que parece um simples almoço em família é temperado com pensamentos sobre a vida e a eternidade. Mostrando teorias e reflexões sobre a grande questão de quem somos, de onde viemos e para onde vamos.

  Depois disso, finalmente, li o segundo volume da duologia O Colecionador de Lágrimas. O livro Em Busca do Sentido da Vida, do Augusto Cury conta a história do professor Julio Verne e suas incansáveis viagens através do tempo e espaço para impedir a Segunda Guerra Mundial. Os ensinamentos presentes no livro são incríveis e as cenas descritas angustiantes, mas encontrei alguns pequenos, porém sérios, problemas no enredo dele.

  A decepção do mês ficou por conta de As Luzes de Setembro, do Carlos Ruiz Zafón. Um autor que gosto muito mas que, na minha opinião, errou a mão de forma tenebrosa nesse livro, ele ainda tem a narrativa deliciosa do autor, mas no quesito história ele errou feio.

  Depois disso embarquei em mais uma canoa furada e li esse negócio que vou até me abster de falar o nome... Ainda não decidi o que vou fazer com isso... talvez uma fogueira.

  E o último livro que li em maio foi Minha Querida Sputnik do japonês Haruki Murakami. Se o livro atingiu minhas expectativas ou se esse é outro autor querido que me decepcionou você descobre na sexta, quando minha opinião sobre ele for publicada ;)

Quadrinhos


  O primeiro quadrinho que li em maio foi essa adaptação do primeiro jogo de Assassin's Creed, Como vocês sabem eu nunca joguei isso mas acompanho a história pelos livros, e aqui vemos uma versão mais... não sei direito, mas aqui conhecemos o cenário do presente que é mostrado nos jogos mas não nos livros, inclusive se você pretende ler A Cruzada Secreta não leia esse quadrinho antes.

  Depois li o incrível volume 5 de Injustiça: Deuses Entre Nós e minha gente, que coisa incrível. A jornada de Batman para derrotar Superman e seus aliados o leva até Constantine e outros personagens que têm um pezinho no misticismo, afinal além de kriptonita a única fraqueza do Homem de Aço é a magia. Não é o melhor volume da série mas ainda está a altura dessa "saga" que, na minha opinião, deixa Guerra Civil no chinelo.

  Li também a trigésima edição de X-men, e isso é uma história grandiosa em poucas páginas... o enredo tem um ritmo frenético, com os X-men originais encontrando a mutante que os mandou para o universo Ultimate, Eva encontrando o professor Xavier em suas viagens temporais e Matthew Malloy chegando à escola Jean Gray... isso não pode acaber bem.

  Se X-men já foi frenético, o volume 19 de Btooom! me deixou sem ar. Aqui conhecemos, finalmente, os últimos participantes do jogo, e um deles, no momento em que é revelado você pensa: lascou, já era...temos alguns flash backs dos primeiros dias do jogo de um ponto de vista diferente daquele que já tinhamos visto e ainda presenciamos uma aliança totalmente inesperada.

  E como nos quadrinhos também precisamos ter uma decepção, li Papa-Capim: Noite Branca a mais recente Graphic MSP. Aqui encontrei o mesmo problema que venho encontrando em outras coisas relacionadas a Turma da Mônica, é muito curto... os autores raramente conseguem fazer algo bom tendo tão pouco espaço, confesso que nada do enredo me animou muito mas o fato de ser uma HQ curta fez com que o final fosse acelerado e sem sentido, muito abrupto. Decepcionei bonito.

  Depois dessa decepção li dois volumes de Liga da Justiça e minha gente, que coisa incrível... No volume 42 vemos que outra crise se aproxima, mas será que a realidade suportará mais uma (ou seja, mais um reboot a caminho, felizmente é idealizado pelo Geoff Jhons), além de termos uma origem do Nuclear (que eu já conhecia) e na história dos Novos Titãs começa uma caçada ao Superboy. No volume 43 conhecemos uma nova personagem... uma amazona que é filha de Darkside, sente o drama, e uma dúvida me aflige... porque o Hal está na terra? E nos Novos Titãs entendemos direito porque o Superboy está foragido, devido a acontecimentos que acompanhamos (eu acompanhei, pelo menos) nas revistas passadas do Lanterna Verde.

  Ouvi tantos comentários positivos em relação a One-Punch Man que me obriguei a pegá-lo para ler e eu, literalmente, rolei de rir. A história é uma sátira aos super-heróis e nela acompanhamos um rabugento super-herói que admite ser ególatra, salva as pessoas para mostrar o quanto é poderoso e virou super-heróis por hobby, já que não tinha nada melhor pra fazer. O super poder dele? Destruir qualquer coisa com um único soco.

 
  No volume 4 de Ultraman Shinjiro finalmente se decide e aceita, de uma vez por todas, ser o novo Ultraman, depois que encontra Moroboshi vestindo a armadura Ultra Seven... E temos uma bela batalha onde um colabora com o outro. Estou adorando acompanhar esse mangá mas tenho certeza que ele deve ser muito mais impactante para quem conhece a série original.

  Li também a décima primeira edição de Tropa dos Lanternas Verdes onde vimos o retorno de Oblivio e a criação de uma Tropa dos Lanternas Brancos em uma história tão bobinha que beira (e as vezes cai de cara na) infantilidade, o que é uma pena, devido a importância desse segundo evento. Temos Guy Gardner em sua incrível cruzada para eliminar a energia vermelha com a qual Atrócitus contaminou a Terra e temos também o final da "épica" jornada de Larfleeze contra a casa de Tuath-dan (acho que é assim que se escreve) e o melhor é que, aparentemente, teremos uma série protagonizada pelo Pulsar Stargrave, o mais irônico personagem que já vi.

  Vi essa edição de Turma da Mônica Jovem na banca e resolvi matar a saudade dos personagens que a muito não visitava. A capa e o subtítulo me chamaram a atenção... mas ele foi um tanto decepcionante, a história não é a mais original do mundo, mas até aí tudo bem, o problema, mais uma vez, foi o desenrolar dos fatos de maneira apressada, pouco espaço para o desenvolvimento de uma ideia que, apesar de não ser inédita, poderia ter sido muito melhor explorada se o autor tivesse mais umas 5 ou 6 páginas para trabalhar.

  Resolvi já começar a acompanhar a nova mensal da DC, Liga da Justiça da América e ainda não sei se gostei ou não, num contexto geral o roteiro está muito bom, excetuando, claro, a ridícula luta entre a Liga e o Parasita, um vilão raso que já foi derrotado pela equipe milhares de vezes dando tanto trabalho quanto Darkside (ou quase) e a arte deixou bastante a desejar... E temos também a história "solo" do Cyborg... essa vale a revista, apesar de bem curtinha.

  Li também o volume 006 de Vingadores: Os Heróis Mais Poderosos da Terra, finalmente retomei a leitura dessa mensal... é uma das que mais gosto e tinha parado de ler....
  A revista abre com a história do Thor, é sério, é de chorar... não curto muito o personagem mas esse Jason Aaron manda muito bem... Depois temos uma história de Mundo de Vingadores, focando, principalmente no Míssil e no Mancha Solar, dois personagens que gosto muito, mas que aqui estão um tanto idiotas. Depois disso vemos a solução que o Doutor Estranho dá para o "problema Hulk" apresentado na edição anterior, outra história incrível. Em seguida temos uma solo do Doutor Estranho mostrando o quanto ele é chato e arrogante, seguida de perto, levantando novamente o nível: Vingadores Secretos, divertidíssima aventura e fechando com chave de prata (porque Thor é o ouro dessa edição) temos uma história de natal dos Vingadores que, sim, foi colocada pra preencher espaço mas é muito divertida, e eu espero que essa personagem apareça novamente em outras histórias (não, não vou falar que personagem é).
  Li o volume 43 de Lanterna Verde onde relembramos o recrutamento de Hal Jordan (em uma arte incrível) e o do Guy Gardner (em uma arte porca) e também conhecemos o passado dos principais membros da Tropa Sinestro (alguns que eu jamais imaginaria).

  O prêmio de melhor quadrinho do mês vai para o terceiro volume de Green Blood, nesse volume temos o desfecho da confusão em Five Points, um salto no tempo e o início do que, aparentemente, será o plot principal do mangá. A arte é incrível, o roteiro bem amarado, imaginativo e com um ritmo alucinante... não tem como encontrar algum defeito nisso.

  Também li o encadernado Mulher-Maravilha: Sangue que... eu já tinha lida na mensal Universo DC, lá no final de 2012/começo de 2013... comprei o encadernado para continuar a história, e qual a minha surpresa quando vejo que o encadernado acaba exatamente no ponto em que parei de ler a história anos atrás ¬¬'
  Mas foi bom reler, minha opinião é meio que igual a da maioria esmagadora: isso é incrível... se você gosta de mitologia grega, isso é um prato cheio, se assim como eu você é fã (ou já foi) de Xena: A Princesa Guerreira, vai amar isso.

  Aproveitei o Dia do Orgulho Nerd (inclusive está tendo sorteio, já está participando? dá uma olhadinha ali no lado direito da tela) para completar a minha coleção de Bakuman, e obviamente, vou ler tudo direitinho agora, esse mês li o volume um (que mesmo eu adorando o mangá, admito que é meio corrido e de enredo fraco), vai ser ótimo voltar a acompanhar a vida do Takagi e do Mashiro :3

  E foi isso povo (ufa!) E vocês, o que leram esse mês? Deixem ali nos comentários... vamos conversar.


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