terça-feira, 28 de junho de 2016

[Opinião] 2001: Uma Odisseia no Espaço - Arthur C. Clarke

Editora: Aleph

N° de Páginas: 300

Quote: Me. Recuso u.u

Sinopse:
  No alvorecer da humanidade, a fome e os predadores já ameaçavam de extinção a incipiente espécie humana. Até a chegada de um objeto impossível, além da compreensão de mentes limitadas do homem pré-histórico, prenunciasse o caminho da evolução.
  Milhões de anos depois, a descoberta de um enigmático monolito soterrado na Lua deixa os cientistas perplexos. Para investigar esse mistério, a Terra envia para o espaço uma nave tripulada por um computador autoconsciente.
    Do passado distante ao ano de 2001, da África a Júpiter, dos homens-macaco à inteligência artificial HAL 9000, penetre a visão de um futuro que poderia ter sido, uma sofisticada alegoria sobre a história do mundo idealizada pelas mentes brilhantes de Arthur C. Clarke e Stanley Kubrick.

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Opinião:
  Pois é gente, esse vai ser um daqueles posts que vou aproveitar pra descarregar toda a minha revolta com o mundo para falar dessa linda edição que com certeza entrará na lista especial de fim de ano, mas como uma das MAIORES. DECEPÇÕES. DA. MINHA. VIDA ¬¬'
  A história começa estranha, na idade da pedra... mas aí ela começa a ficar interessante e é cortada para milhões de anos depois... uma cena relevante mas extremamente enfadonha se desenrola com o "grande mistério" (que já está revelado na sinopse) de o que está acontecendo na Lua. Depois disso mais um corte abrupto de tempo e já estamos a bordo de uma nave em sua viagem interminável rumo a Saturno onde nem os pilotos da nave sabem o que os espera e quais são os verdadeiros planos da "Torre de Comando" nem sequer o objetivo real da tal viagem.
  Depois de incontáveis páginas onde não acontece absolutamente NADA, que confesso, não são totalmente enfadonhas, tem bastante informação que até entrete... mas é cansativo, isso é inegável. Depois de muitas páginas lidas, quilômetros percorridos e meses passados a história chega no que julgo seu ápice, e foi esse pequeno trecho que garantiu uma estrela a mais na minha avaliação. Mas depois desse momentos a coisa só desanda.
  Antes de continuar quero pedir um favor: Não venham me xingar dizendo que não entendi o livro, que a história tem vários ensinamentos e é preciso inteligência para compreender a genialidade do autor. Me poupe.
  Costumo dizer que a história é o que menos importa, e não vou me contradizer aqui. Mas o fato é que o livro também não traz nenhum ensinamento muito profundo, pelo menos nenhum que a história maçante e a escrita cansativa tenha me permitido perceber.
  É uma história sobre curiosidade humana, sede de conhecimento e sobre o quão pouco sabemos sobre o universo. Mas tudo isso (que, convenhamos, não é muita coisa para considerar esse um grande livro) poderia ser "mascarado" por histórias um milhão de vezes mais interessantes e com um final (que tem um significado próprio, percebo isso, mas também não é lá grande coisa)bem menos ridículo, pois não há, no mundo, adjetivo melhor para descrever o desfecho, repetindo, ridículo, que o autor deu para sua história enfadonha, cansativa e que não merece o status de "Clássico absoluto da ficção científica" e nem uma edição tão caprichada, que apesar de genial e incrível não será suficiente para me fazer manter este livro.


2 comentários:

  1. Oi Rudi!!
    Nossa, jurava que ia ler uma resenha super animada sua hahahaha
    Tenho vontade de ler esse livro justamente por dizerem ser um clássico de sci-fi mas a sua resenha me desanimou um pouco, confesso. E como assim final ridiculo?, ai que dor :/

    Abraço!
    http://leituraforadeserie.blogspot.com/

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    Respostas
    1. Pois é, também achava que ia falar maravilhas dele, mas realmente pouca coisa se salva aqui... O final é realmente ridículo, parece ter sido ideia de uma criança de sete anos, quando você perder totalmente o interesse em ler o livro me avise que eu te conto, vai por mim, não vale a pena se arrastar por todo o livro pra chegar naquele final estúpido (fiquei um bom tempo pensando em outra palavra, que não ridículo, para usar aqui)

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