quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Aquisições #16 [Capas duras e séries]

  Oi povo,
  Sei que ainda não é fevereiro mas como não vou comprar mais nada nas próximas oito horas já posso dizer tudo que adquiri em janeiro.

As fotos ficaram ruinzinhas, mas só percebi isso agora :/
  Como podem ver eu estou entrando nos eixos novamente, foram bem menos comprados do que lidos nesse mês. Ah, caso se interesse por algum dos livros clique o nome dele e seja redirecionado para a Amazon, se vai comprar alguma coisa na Amazon que não é nada disso pelo menos entre no site através do link, tá? ;)



  Começando com Fundamentos Da Teologia Reformada, em uma edição exclusiva feita pela Box95 em parceria com a editora Mundo Cristão, na verdade esse livro é do kit de dezembro, mas como os correios fizeram questão de perder minha caixa, esmagá-la, molhá-la, extraviá-la e só me entregar, totalmente detonada, na metade de janeiro, ela aparece aqui.




  Outro livro de edição exclusiva desse mês é Retorno à Brideshed (que esqueci de colocar na pilha pra tirar foto), do kit de janeiro da TAG, descobri ontem que Evelyn Waugh é na verdade um homem, parece que é sobre um capitão que busca refúgio na casa de uma família que conhece desde a infância, queria ter lido ainda esse mês, mas não foi possível.





  Passeando pela Amazon encontrei Mais que Um Carpinteiro, não sei exatamente a premissa do livro, mas logo descubro.




  Resolvi comprar Uma Dobra no Tempo porque vai sair filme e fiquei com vontade de ler algo sobre viagem no tempo (podia ler os que já tenho aqui? Podia, mas né!), só depois que ele chegou que vi que se trata do primeiro de uma série (T.T)



  Comprei O Fim da Ansiedade para dar de presente a um amigo, mas eu ainda não havia lido o livro, comprei confiando no autor, passando pela livraria aqui da cidade, em um momento no qual meus problemas psicológicos estavam em pico vi o livro e resolvi comprar para mim também, já li (contrariando minha mania de não ler mais de um livro de determinado autor no mesmo mês) e só digo que o Max não me decepcionou.




  Como vocês sabem, descobri os quadrinhos italianos a poucos meses e dentre eles dois se destacaram, entre eles está Mágico Vento, que é uma série já encerrada, e é meio complicado encontrar os volumes, felizmente a Mythos está republicando a série em encadernados "de luxo", lançaram esse primeiro volume no fim de 2017 e tem mais dois previstos para esse ano, vou poder colecionar ^^




  Outro quadrinho italiano que me conquistou foi J. Kendall: Aventuras de uma Criminóloga, perfeito para todos que gostam de um bom romance policial, duvido que algum dia eu tenha a coleção completa, mas vou pegando daqui em diante, pelo menos.





  E foi isso povo, considerando que comprei 5 livros e li 12 esse mês foi bem rentável :p Conhecem alguma das obras? O que compram esse mês?


segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

[Breve Comentário] Vende-se esta casa

  Resolvi voltar a falar de filmes aqui no blog, nunca foi o foco do blog e também não passará a ser, mas quero falar de um filme que me surpreendeu ontem.
  Vende-se Esta Casa (Open House) é o primeiro lançamento da Netflix nesse ano e começaram mostrando que Death Note não é a única porcaria que eles produzem, eles dão mais um passo na sua jornada de criar lixos audiovisuais.

Aviso: Talvez alguns comentários contenham spoilers, mas vai por mim, você não vai querer perder tempo vendo esse filme mesmo.


  Qual é o plot da história? Temos a família perfeita que todos se amam e o único problema é uma pequena falta de dinheiro, mas nada grave, o filho adolescente quer correr nas olimpíadas e tem o maior apoio dos pais que vomitam purpurina ao sorrir... mas aí o pai morre, em um acidente bem mal feito e despropositado, o filme faz questão de perder tempo mostrando que o cara esqueceu de pegar o leite que a esposa pediu antes de morrer.
  Enfim, depois da morte do marido a mulher se muda com o filho para a casa da irmã, nas montanhas, mas a casa está a venda e eles precisam sair da casa todo domingo para não atrapalhar a visitação e afugentar possíveis compradores.

  Ao chegar na "cidade" onde a casa fica conhecemos os outros personagens, a função desses personagens e sua relevância para a história? Provavelmente nem eles mesmos sabem.

  Fazem questão de falar que a cidade é pequena e todos se conhecem, também pudera, existem outros CINCO. PERSONAGENS. NA. CIDADE. TODA!!!!! Isso contando o tal vilão, que em momento algum vai aparecer, e os dois policiais que atuam pior que eu.
  Todos os personagens que tem seu nome e rosto revelado, ou seja, dois, mudam durante todo o filme, temos a estranha Martha, com seu comportamento bizarro e sem dúvida é o que tem de mais assustador no filme, mais por falas controversas e simpatia forçada do que qualquer outra coisa, perto do final do filme é explicado que ela tem Alzheimer, o que também não faz sentido, já que ela se lembrava dos protagonistas devido a uma conversa que teve com a irmã dela, e a única coisa na qual parece realmente confusa é se seu marido está vivo ou morto, o que faz com que pensemos que ele é o tal invasor da casa.
  Outro personagem é Bili, Bill, sei lá, o cara que flerta com a viúva logo que vê ela, há momentos em que ele age de forma suspeita, sem qualquer razão, e no decorrer do filme podemos ter certeza de que seu papel na história era dispensável.
  O filme é recheado de clichês e absurdos, um labirinto no porão (WHAT?), banhos, banhos e mais banhos, praticamente a única coisa que a mãe faz na nova casa é tomar banho, barulhos estranhos, portas fechando sozinhas, lanterna falhando, pesadelos, acidente entre os que estão tentando sobreviver, ninguém acreditar neles enquanto é obvio que algo está acontecendo, trilha sonora apelativa e jogo de câmera ridículo, não sou nenhum especialista, mas até eu consigo ver o quanto aquilo foi mal feito.
  A atuação do Dylan... nem lembro o sobrenome dele, mas é o guri do 13RW que aparece em tudo que é foto do Google sobre o filme, não é das piores, a não ser na ridícula discussão com a mãe e na cena perto do rio (vergonha alheia total), e nos faz pensar qual é a tara que todo produtor, diretor ou seja lá quem decide tal coisa, de rasgar a testa do guri em tudo que ele for filmar.

  Enfim, por tudo o que já falei e também por tentar fazer com que uma pilha de lenha, um bosque nevado, um degrau quebrado, um telefone tocando, um guri respirando, um pássaro voando, um cara acordando e tantas outras coisas igualmente ordinárias sejam algo aterrorizante... e não conseguindo, além de um vilão muito mal desenvolvido e sem nenhum propósito ou motivação, o filme leva a menor nota possível.


[TAG] Acumulador de Livros

 Oi povo,
  Como faz muito tempo que não respondo a nenhuma TAG resolvi fazer isso hoje, não fui indicado por ninguém, mas isso nunca me impediu mesmo.
  Já não sou tão acumulador como já fui um dia, mas ainda tenho muito que melhorar nessa parte, então ainda dá pra responder isso aqui. A TAG foi criada por uma gringa e não sei quem traduziu, mas o vídeo original é esse aqui. Para ler minha opinião sobre os livros é só clicar nas respectivas fotos.

1 - Acumulador: Qual livro você deveria se livrar, mas por alguma razão não consegue? (Orgulho de ter lido? Foi presente? Ainda quer ler? Valor sentimental?)

  Vou começar roubando :x
  É interessante que ambos eu li em março de 2014.
  Falem de batalhas, de reis e de elefantes confesso que não consigo me desfazer dele por causa do título, a história em si não é lá grande coisa, é uma ficção inspirada na ida de Michelangelo à Constantinopla para construir uma ponte, acabo de descobrir, inclusive, que esse livro tem outra edição, com uma capa muito mais bonita, inclusive (essa aqui, que tenho quase certeza que se trata de uma edição portuguesa).
  Já O Silêncio do Túmulo eu não consigo me desfazer por uma forma estranha de TOC, eu comprei ele e Eu Sou Malala no mesmo lugar e no mesmo dia, ambos são da Cia das Letras e eu intercalei a leitura entre eles, não consigo nem tirar um do lado do outro na estante.

2 - Colecionador compulsivo - Qual livro ou edição você sonha em ter (Autografado, primeira edição, raro)

  Meu sonho de consumo tem sido essa edição de Shikisai O Motanai Tazaki Tsukuru to Kare No Junrei No Toshi, é me livro favorito do Murakami e adoraria ter ele no original, masmo sabendo que meu parquíssimo Japonês não me permitiria ler nem mesmo a sinopse.

3 - Caos confortável - Qual livro da sua estante foi o mais acolhedor

  Acho que um livro que eu mantenho, mesmo não morrendo de amores pela história, na verdade a história em si é até bem ruinzinha, mas gosto da escrita da autora, e como ela só tem dois livros publicados no Brasil faço questão de manter, mesmo que a  capa já esteja descascando e ele esteja todo amarelado, ah sim, estou falando de Um Mundo Brilhante.

4 - Nostalgia - Qual a história interessante que você teve com algum livro que tem na estante.

    O livro que mencionei no tópico anterior se encaixa bem nesse também, o livro fala o quanto o personagem ama neve e enquanto eu lia começou a nevar, então tenho essa boa lembrança com ele.
  Mas escolhi Os Deixados Para Trás, que inclusive estou querendo reler, porque lembro que quando o vi na livraria fiquei louco querendo comprar, mas como estava sem dinheiro pedi para a Dona Maria, velha conhecida da livraria Grafite em Jataí para reservá-lo e quando consegui o dinheiro estava trabalhando e não podia sair do mercado e a livraria ia fechar, dei o dinheiro para um cara que trabalhava comigo e pedi para ele ir lá comprá-lo para mim, o livro é bem diferente do que eu esperava, mas gosto dele e... sei lá, tenho um certo apego.

5 - Não encosta nas minhas coisas - Qual livro você não gosta de emprestar ou tem medo de perder?


  Bom... eu não gosto de emprestar nenhum, na verdade, mas tenho medo de perder ou danificar os meus favoritos, os que foram mais caros, os mais grossos, deixei o Vitória para ilustrar porque é um dos meus favoritos e um que foi caro.

6 - Ansiedade - Qual livro você ficou tão animado para ler que não quis nem sair de casa?

   Não entendo o que esse tópico tem a ver com a proposta da TAG, mas enfim...
  Na verdade, quando eu saio de casa, costumo levar o livro que estou lendo, e foi o caso de Onde Cantam os Pássaros, mas o que aconteceu com esse e não com todos foi o quanto a história me fisgou, até hoje fico pensando nesse livro, tentando entender.

7 - Compra por impulso - Qual livro você comprou sem nenhum planejamento?

  Posso dizer quase todos, mas escolhi Os Pilares Da Terra porque acho que foi a compra por impulso mais antiga ainda não lida que tenho na estante.

  E foi isso povo, quem quiser responder sinta-se "tagueado"

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

[Opinião] Indomável - Nick Vujicic #224

Compre pela Amazon e ajude a manter o blog
Editora: Novo Conceito

N° de Páginas: 238

Quote:
Boa parte do nosso mundo tem a ver com a busca pelo conforto em vez de provê-lo. Podemos facilmente ser surpreendidos buscando tanto a nossa própria felicidade, que acabamos ignorando um dos principais ensinamentos de Deus: a verdadeira felicidade vem de servir a Ele e servir a Seus filhos."

Sinopse:
  Milhares de pessoas já conhecem o rosto sorridente e a mensagem revigorante de Nick Vujicic, o coach motivacional que é, ele mesmo, uma motivação para todo mundo. Apesar de ter nascido sem braços nem pernas, Vujicic não deixou de desfrutar de grandes aventuras, desenvolver uma carreira excepcionalmente compensadora e viver significativos relacionamentos amorosos.
  Nick Vujicic consegue superar as provações e dificuldades de sua vida ao concentrar-se na certeza de que nasceu com um propósito único e relevante. E não importa o quanto tudo pareça, às vezes, desesperador e difícil, Nick continua a acreditar, porque ele sabe: seu poder é desencadeado quando a fé entra em ação.
  E essa experiência de fé, essa certeza de que a dificuldade está aí para ser superada, pode ser conquistada por qualquer pessoa que realmente queira ter uma vida inacreditavelmente maravilhosa.
  As adversidades do mundo moderno, como problemas de relacionamento, desafios da carreira e do trabalho, preocupações com a saúde, pensamentos autodestrutivos e vícios, bullying e intolerância são infortúnios que podem ser descartados. É realmente possível conquistar o desejado equilíbrio entre corpo e mente, coração e espírito. Mas essa é uma conquista que demanda know-how (saber como, não sei porque essa parte não foi traduzida), um conhecimento que Nick Vujicic tem de sobra - e está disposto a compartilhar.

Opinião:
  A quase cinco anos atrás eu li o primeiro livro do Nick (tem postagem sobre ele aqui) e desde aquela época eu estava querendo ler esse, consegui ele no começo do ano retrasado, se não me engano, em uma troca no Skoob, e ele ficou ali na estante, por quase dois anos.
  Aqui Nick vai continuar contando sua história, mas não só a sua, vai contar também belas histórias de superação de outras pessoas e através disso ele mostra que a melhor maneira de superar um problema, é você reconhecer que ele sempre parece maior do que realmente é, ele conta as várias dificuldades que teve e que muitas vezes o abalaram, mas ele sempre se reergueu ao perceber que focando em resolver os problemas dos outros, da forma que for possível, o dele acabava se resolvendo sozinho. E ele continua com um bom-humor contagiante.
  Ele mostra que Deus cuida de nós enquanto cuidamos do próximo (sabe a música? "Enquanto Eu te uso, Eu cuido de tudo que te faz chorar"? Pois é), com exemplos reais o autor mostra que a fé deve ser posta em prática e que cada um de nós pode mudar o mundo, como diz no filme A Volta do Todo Poderoso, com Atitudes Reais de Carinho e Amor.
  Colocando em palavras aquilo que, no fundo, sabemos: Não fomos chamados para sermos servidos, fomos chamados para servir, o autor dá um show de humanidade.
  A edição está muito bem diagramada, mas muito mal revisada, e não sei mais o que falar sobre o livro, ele é incrível e você só vai entender realmente isso depois que o ler.


quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

[Opinião] Tartarugas Até Lá Embaixo - John Green #223

Compre pela Amazon e ajude a manter o blog
Editora: Intrínseca

N°de Páginas: 269

Quote:
Agora você não vê as paredes, certo? E não vê os ratos. Se girar algumas vezes, não vai saber de que lado fica a entrada e de que lado fica a saída. Isso é assustador. Agora imagine se não pudéssemos conversar, se não conseguíssemos ouvir a respiração uma da outra. Imagine se não tivéssemos tato, ou seja, se mesmo uma ao lado da outra não tivéssemos ideia disso. Imagine que você está tentando encontrar alguém, ou até tentando encontrar a si mesma, mas não pode contar com nenhum dos seus sentidos, não tem como saber onde estão as paredes, ou o que fica à frente ou o que fica atrás, ou o que é água e o que é ar. Você está sem sentidos e sem forma...[...] Você está presa e pronto, totalmente sozinha, nessa escuridão. Isso é assustador." 

Sinopse:
  Aza Holmes não está disposta a sair por aí bancando a detetive para solucionar o mistério do desaparecimento do bilionário Russel Pickett, mas há uma recompensa de cem mil dólares em jogo, e sua melhor amiga, a destemida Daisy, quer muito botar a mão nesse dinheiro. Assim, as duas vão atrás do único contato que têm em comum com o magnata: o filho dele, Davis.
  Aza está tentando. Tenta ser uma boa filha, uma boa amiga e uma boa aluna, mas, aos dezesseis anos, ainda não encontrou um modo de lidar com as terríveis espirais de pensamento que se afunilam cada vez mais e ameaçam aprisioná-la.
  Neste livro arrebatador e sensível sobre amor, resiliência e o poder de uma amizade duradoura, John Green conta a tocante história de Aza, lembrando que a vida sempre continua e que muitas surpresas nos aguardam pelo caminho.

Opinião:
  Depois de anos John Green finalmente lança um novo livro, para o delírio de vários leitores que esperavam esse momento, e obvio que o livro já ganhou hype mesmo antes de ser publicado, afinal é o cara que escreveu A Culpa é das Estrelas... Minha relação com o autor é meio complicada... Gostei sim, e muito de A Culpa é das Estrelas e também de Quem é Você, Alasca? Com ressalvas, Achei O Teorema Katherine bacana e Cidades de Papel foi um dos piores livros que já tive o desprazer de ler, e como meu gosto mudou muito nos últimos anos, em especial NO último ano, esse livro não estava no meu radar, até tinha certa curiosidade mas não achei que iria comprá-lo, mas como já falei nessa postagem, acabei comprando e lendo, talvez não tenha sido o melhor momento, eu não estava muito bem, psicologicamente falando, e o livro acabou me deixando ainda pior, mesmo assim acho que é o trabalho mais relevante do autor.
  Vamos começar falando dos pontos negativos do livro: Aza tem TOC, beleza, até aí tudo bem (não pra ela, no caso, mas enfim) mas como a melhor amiga dela, de infância, nunca se deu ao trabalho de entender minimamente o que isso significa, mesmo com os ataques de pânico e crises de ansiedade (duas coisas bem parecidas, diga-se de passagem) que a coitada sofria. Eu já tive umas (poucas, graçaaDeus) crises de ansiedade e sei o quanto é terrível.
  Confesso que a protagonista me incomodou também em alguns momentos, mas isso também faz parte da lição do livro, se é difícil viver perto de uma pessoa que vive perturbada, imagine como é ser essa pessoa, ficar preso dentro de uma cabeça que é um verdadeiro caos.
  Outro ponto negativo é: sério que não tinha um título melhor? Ele não tem sentido no contexto da história, podemos até forçar uma metáfora que ligue a situação da protagonista com o episódio onde o título é mencionado e façamos uma ligação, mesmo assim fiaria extremamente forçado, a ilustração da capa faz muito mais sentido para a história do que o título.
  Sobre os pontos positivos: Primeiro é necessário que concordemos que o autor é ótimo para fazer com que sintamos empatia pelos seus personagens, isso já lhe concede uma estrelinha, o assunto abordado no livro é uma ótima escolha para conscientizar o leitor sobre a situação que aflige várias pessoas em diferentes graus e criar empatia pelo próximo, coisa que todo livro deveria fazer.
  Outra coisa que gostei nesse livro é que o autor finalmente desistiu dos amores a primeira vista, até tem romance na história, mas ele já é algo de longa data e que se formou aos poucos (mais ou menos) e tem um papel importante para o enredo e passa longe de roubar a cena.
  Enfim, é o melhor livro do autor? Na minha opinião sim, mesmo assim já não é aquele tipo de livro que me deixa extasiado, arrebatado e encantado... Mas vale a leitura, dá pra rir e chorar um pouquinho.





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