sábado, 28 de setembro de 2013

Aquisições #1

Essa foi a minha semana de esbanjar nerdice...



essa semana só comprei quadrinhos... alguns completos, alguns são continuação e um é o começo de história.


Tokio Summer Of The Dead (o verão dos mortos-vivos) é mais um mangá de zumbis, eu vi essa primeira edição e não resisti... a história é meio confusa mas eu vou falar um pouco mais detalhadamente no video das leituras do mês (que será gigante).

comprei a revista dos X-men desse mês também (a número 141) e a saga dos Vingadores contra os X-Men está chegando ao fim.... 3 do quinteto fênix já caíram (ou seriam 4?) e pelo que eu sei esse mês acaba a saga... lógico que eles vão ficar até o fim do ano falando das consequências que essa mega saga trouxe para todos os habitantes do universo marvel.

Chegou o quinto volume de Mirai Nikki, (ÊÊÊÊÊ vamos ver qual será a despirocada da Yuno dessa vez... quem será que ela vai matar?) eu falei desse mangá no video Top 5: Mangás dá um pulinho lá pra saber da história^^


Também comprei a número 6 de Vingadores VS X-Men (acho que é a última ou penúltima) ainda não li mas estou ansioso....

Comprei também, Batman: Arquivo de Casos Inexplicáveis que reúne as histórias que inspiraram Grant Morrison a fazer o especial Batman: Descanse em Paz... são algumas das histórias mais absurdas do Batman das décadas de 50 e 60.
 Tem também a número 15 da revista mensal do Batman. Continuando com a saga Morte da Família, onde o Coringa volta e recupera seu rosto (arrancado pelo Criador de Bonecas tempos atrás) e aparentemente pretende matar todos os aliados do Batman... na revista passada ele já alegou conhecer a identidade secreta do mesmo e atacou Alfred com um martelo.
Também a número 15 do Superman, na verdade eu havia parado de comprar as revistas do Superman na oitava edição, mas comprei a n° zero e quero ler a saga Inferno na Terra, onde um outro kryptoniano aparece na terra e os kryptonianos que já vivem "aqui" tem que impedi-lo de ... sei lá... tenho que ler ainda.


Também a número 15 (todas as da DC na verdade) só que essa é da Liga da Justiça, um dos meus títulos favoritos da DC (e essa capa do Ivan Reis ficou linda).

 A número 106 dos Vingadores... que junto com a edição anterior forma uma parte do desenho (de 4 partes) do Senhor Vodu meio que acabando com o Doutor Estranho, Homem-Aranha, Jéssica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro.

Tá eu confesso que comprei Os Livros da Magia por causa do autor... ouvi falar muito bem do Neil Gaiman e queria muito ler algo dele (tudo bem que eu estava mais curioso para ler Sandman ou O Oceano no Fim do Caminho mas é o que tem pra hoje...)

E por último comprei o especial do Lanterna Verde: O Lado Negro do Verde... pelo que eu vi (e a própria capa sugere) essa será uma história mais focada no Guy e eu estou louco pra ler... logo que terminar O Arquivo de Casos Inexplicáveis vou ler ele.

E é isso galerinha... até a próxima.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

[Opinião] Marley & Eu - John Grogan


Editora:Pocket Ouro (Agir)
N° de Páginas: 360
Citação(ões):
"Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Dê seu coração a ele, e ele lhe dará o dele."
"O melhor amigo do homem? Sim, ele era." 
Sinopse:
  John e Jenny eram jovens, apaixonados e estavam começando a sua vida juntos, sem grandes preocupações, até ao momento em que levaram para casa Marley, "um bola de pelo amarelo em forma de cachorro", que, rapidamente, se transformou num labrador enorme e encorpado de 43 quilos. 

Era um cão como não havia outro nas redondezas: arrombava portas, esgadanhava paredes, babava nas visitas, comia roupa do varal alheio e abocanhava tudo a que pudesse. De nada lhe valeram os tranqüilizantes receitados pelo veterinário, nem a "escola de boas maneiras", de onde, aliás, foi expulso. Mas, acima de tudo, Marley tinha um coração puro e a sua lealdade era incondicional. Imperdível. 

Opinião:
  Primeiramente, não consigo me perdoar por ter esse livro a tanto tempo e só ter lido ele agora... eu adoro cachorros, e isso me fez comprar o livro, mas não tenho nenhuma justificativa para não ter lido ele antes... é uma ótima história, estou louco para assistir ao filme (não, também nunca vi... me julguem a vontade u.u).
  O livro como muita gente deve saber ( mas eu não sabia nem disso) é uma história real, onde o autor conta a vida do labrador Marley, quando compraram (até um pouquinho antes) até um pouco depois de sua morte... é um livro absurdamente engraçado adorei a parte onde o autor fala que ele já havia aprendido a atender os comandos (quando tinha vontade) e a parte que diz: "Marley  havia passado no treinamento de adestramento básico em sétimo lugar na turma. E qual o problema se eram oito na classe e o oitavo cachorro era um pit bull psicopata assassino que mataria o primeiro ser humano que atravessasse seu caminho?"
  Mas a história vai ficando triste quando se aproxima do final (tanto do livro quanto da vida de Marley, e isso não é spoiler... na sinopse só falta estar escrito com letras garrafais em vermelho fluorecente "E O CACHORRO MORRE"), fiquei muito "sentimental" (como diria uma amiga minha) no fim da história...
  Na minha singela opinião, esse livro não tem como não receber 5 estrelas e um lugar junto aos favoritos...

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Diferenças Papel/Tela #2

O Lado Bom Da Vida
Contém Spoiler
Contém Spoiler
Contém Spoiler
Contém Spoiler
Contém Spoiler
Contém Spoiler
Contém Spoiler
Bom galerinha, eu fiz a enquete e o filme/livro mais votado foi O Lado Bom da Vida (avá! jura?) e depois de algumas semanas alguns dias de enrolação finalmente venho fazer a dita postagem.




1° - Kenny G


No Livro: A gente passa quase o livro todo tentando descobrir o motivo da birra do Pat pelo dito cantor.
No filme: Pat, já na primeira visita ao seu psiquiatra, explica que é "inimigo" do cantor porque a música dele em seu casamento, e estava tocando quando ele flagra sua esposa, Nikki, o traindo.

2° - Danny


No Livro:Ele é bastante mencionado, por Pat, no decorrer da história, mas só participa mesmo dela quando Pat acaba indo parar (cair na verdade) em frente a casa da mãe dele. 
No filme: Danny foge diversas vezes do "lugar ruim": visita os pais de Pat, vai ao ensaio dele com Tiffany... sempre alegando que o deixaram sair.


3° - Manias


No Livro: Sempre que ouvia falar de algo em que não queria (ou devia) pensar Pat fechava os olhos e murmurava uma nota (?) e contava até dez "esvaziando minha mente", e quando ficava muito agoniado dava socos em uma cicatriz que tem na sobrancelha.
No filme: Não me lembro de nenhuma mania dele, se é que há alguma, no filme.

4° - Camiseta dos Eagles


No Livro:Ele ganha, do irmão, a camiseta do novato revelação (não por muito tempo) do time, Hank Basket.
No filme:Ele também ganha uma camiseta dos eagles, também do irmão (apesar de no livro ele entregar em mãos e no filme não), mas não de Hank Basket, não me lembro o nome que está escrito nessa camiseta, se alguém lembrar deixa aí nos comentários ^^.

5° - O pai


No Livro:O pai dele é um torcedor fanático que só liga para seu time (os eagles) e apesar de velho e magro tem bastante força.
No filme:Para resumir, eles deram um coração para o personagem, coisa que no livro não existe, enquanto eu lia, pela descrição do autor, eu imaginava ele como o velho Epaminondas, e no filme me colocam Robert de Niro para interpretar o cara...





6° - Comemoração


No Livro:Sempre que os Eagles faziam uma boa jogada todos (os homens) gritavam "Aaaaaaah!" e usavam braços e pernas para formar as letras "E-A-E-G-L-E-S".
No filme:Eles simplesmente gritam, como torcedores normais não tão fanáticos.

7° - "Competição" de dança


No Livro:"A dança da depressão" na verdade não é uma competição, é só um programa para fazer pessoas depressivas encontrarem alegria na dança, mas Tiffany faz Pat pensar que realmente é uma competição.
No filme:Realmente é uma competição, não é dito o nome dela mas eles não vão muito bem...

8° - Música


No Livro:É uma música linda e emocionante, tanto que Pat chora na primeira vez que a ouve (e o infeliz do M.Q. não fala que música é).
No filme:É uma música ridiculamente tosca, não sei se existe mesmo ou se só fizeram ela para o filme... mas é ridícula.


9° - Nikki


No Livro:Eles ficam afastados por causa da ordem de restrição, na verdade, eles já estão até divorciados, ela se casou novamente, com um antigo colega que depreciava Pat por seu intelecto subdesenvolvido (não lembro a palavra que ele usa) que por sua vez, já no final da história, passa perto da casa dela onde ela está no quintal com o novo marido e o (ou seriam os?) filho.
No filme:Nikki aparece no concurso de dança e eles conversam, aparentemente concordando em nunca mais se encontrarem, o filme acaba pouco depois dessa cena.

10° - Academia


No Livro:A mãe dele compra aparelhos de academia (se não for assim que se fala lasque-se o Aurélio), para o desespero, e principalmente desgosto do marido, e Pat passa grande parte do dia se exercitando.
No filme:Essa academia, assim como várias outras coisas não citadas aqui, não existe no filme, apenas no livro.


  Seguinte... se alguém quiser que eu faça mais algum Diferenças Papel/Tela deixa nos comentários, caso contrário esse é o último...

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Perdido

Pois é galera... fiz o Diferenças Papel/Tela de O Lado Bom da Vida (no caderno de anotações) mas eu quis deixar o negócio mais estiloso e escrever do lado de fotos e vídeos mas como vocês sabem sou péssimo em edição... qualquer edição, tento de video (como vocês viram no Novos Livros Velhos), de imagem (o banner do blog já prova isso) e principalmente em HTML... ficou uma bagunça gigantesca e não consegui consertar... sendo assim... vou postar amanhã... sem edição nenhuma, vou ver se aprendo antes de ficar inventando moda (saudade do tempo que o Blogger pedia se a gente queria escrever do lado das fotos ou não).


terça-feira, 24 de setembro de 2013

[Opinião] A Luz Entre Oceanos - M. L. Stedman


Editora: Rocco
N° de Páginas: 363
Citação:
"Cicatrizes são apenas outro tipo de lembranças."
Sinopse:
  Depois de enfrentar horrores na Primeira Guerra Mundial, Tom Sherbourne retorna à Austrália e aceita um emprego como faroleiro, em uma longínqua ilha da costa australiana. O lugar propicia refúgio e consolo para os fantasmas do se passado, e Tom e sua mulher, Isabel, estão satisfeitos com sua vida, a não ser por um fato: não poderem ter filhos.
  Numa manhã de abril, um barco vai dar na praia carregando um homem sem vida e um bebê chorando. Isabel interpreta aquele naufrágio como um sinal de benevolência divina e, isolado do mundo real, o jovem casal resolve quebrar as regras sociais e seguir o que o coração lhe diz. Esta decisão, porém, terá consequências devastadoras.

Opinião:
  Sem dúvida nenhuma, é o melhor livro que li nos últimos meses... adoro livros que me fazem chorar no final, um livro que mostra como as decisões, até mesmo de pessoas que vivem isoladas do resto do mundo, podem influenciar de forma drástica a vida de muitas pessoas, até de uma cidade inteira.
  Na metade do livro, eu não conseguia imaginar um final totalmente justo, e foi simplesmente porquê, numa história dessas, não é possível existir um final totalmente justo, se você quer um final feliz para a menina, vai ser injusto com outras pessoas, nada que poderia acabar razoavelmente bom para um personagem daria um final feliz para outro, mas ele também mostra que todas as decisões (além de afetar outras pessoas como já disse antes) tem graves resultados para você mesmo, não teve nenhum personagem que eu odiei com todas as forças, teve alguns que eu não fui muito com a cara, mas no sentido Vilão/Mocinho a linha é tão fina que se torna invisível... eu entendo (assim como a Lucy entende, não pelos mesmos motivos, mas entendo) porque cada um agiu da forma que agiu....

  Eu li em algum lugar que o brasileiro lê em média 4 livros por ano (eu normalmente leio 4 por quinzena). Tenho certeza que se um desses 4 fosse A Luz Entre Oceanos, os incentivaria a ler mais para encontrar uma história tão linda quanto essa...

Já é um dos meus livros favoritos ^^

Não venham me dizer que é trapaça dar seis estrelas se vocês não
leram o livro u.u

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Organizando o barraco

 Bom galera, pra ficar um pouco mais organizado o blog resolvi fazer um cronograma de postagens...

vou fazer da seguinte forma:
quando eu terminar de ler um livro, não importa o dia, eu venho dar a minha opinião sobre ele (e daí? isso você já faz!)
postagens diferentes (1° Capítulo, Diferenças Papel/Tela, TAGs....) resolvi deixar para as quartas-feiras (inclusive tenho que fazer o diferenças papel/tela do O Lado Bom da Vida que eu tô devendo)
e no sábado vou mostrar oque eu adquiri durante a semana, os livros e/ou quadrinhos que comprei e/ou ganhei (kkk, sonhar não custa nada né)

e é isso.... informes como esse podem vir a qualquer dia ^^

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

[Opinião] Não Brinque Com Fogo - John Verdon

Editora: Arqueiro
N° de Páginas: 398
Citação:
"Se houver tempo o suficiente, e motivação, qualquer coisa é possível de algum modo"
Sinopse:
  No ano 2000, um criminoso que ficou conhecido como Bom Pastor matou seis pessoas em estradas, dentro de seus carros em movimento. Na época, ele enviou um manifesto à polícia no qual deixava claras suas motivações: uma cruzada solitária contra a ganância. Após o sexto assassinato, no entanto, encerrou a matança e nunca foi descoberto.
  Dez anos depois, uma jovem estudante de jornalismo está fazendo um documentário sobre os familiares das vítimas quando coisas estranhas começam a acontecer em sua casa. Objetos são trocados de lugar, maçanetas são afrouxadas, luzes se apagam sozinhas.
  Assustada, ela contrata Dave Gurney como consultor. Depois de ler o material sobre o caso - incluindo o perfil psicológico do assassino elaborado pelo FBI -, o detetive coloca em dúvida toda a lógica da investigação. Ao confrontar os agentes responsáveis, porém, Dave percebe que está mexendo em um ninho de vespas, o que fica evidente quando até pessoas que o apoiaram no passado se voltam contra ele.
  Agora seu único aliado é o antigo parceiro Jack Hardwick, um policial grosseirão e debochado que não esconde seu desprezo pelas autoridades. Com sua ajuda, Dave  tem acesso aos relatórios confidenciais do caso e começa a própria investigação. Mais uma vez, ele se colocará em risco enquanto tenta provar seu ponto de vista e capturar o criminoso. 
  
Opinião:
  Eu já falei aqui algumas vezes que sou fã(nático) do John Verdon, esse é o terceiro livro dele (que eu tenho conhecimento pelo menos, em português... tem mais um em inglês também) e óbvio que eu precisava ler esse.
  Não é o melhor do autor, devo deixar isso claro, continua sendo um livro ótimo, mas eu gostei mais do Feche Bem os Olhos (na verdade gostei mais do Traição em Família do que desse) o personagem principal (David Gurney) mudou bastante do último livro pra cá, ele continua sendo inteligente e tals... mas depois de quase morrer no final do último livro (e do anterior também) ele está um pouco sequelado, traumatizado, tanto que nos outros livros, ele estava louco pra decifrar o caso e tudo mais, mesmo contra a vontade da esposa, dessa vez ele evita ao máximo começar a investigar, e sua esposa o incentiva bastante, quando ele percebe já está investigando...
  Outra diferença abrupta entre esse livro e os dois anteriores é em relação ao filho de Dave, Kyle, no primeiro livro ele evitava até pensar no filho, no segundo ele passa o livro todo tentando evitar ligar para o mesmo, já nesse o filho o visita (e é um personagem super bacana, gostei dele), passa um bom tempo na casa dele, e até ajuda nas investigações...
  Estou sendo bastante crítico nesse livro porque sou particularmente fã do autor, mas posso dizer que já li muitos outros romances policiais melhores que esse, novamente não consegui descobrir o assassino, nem dei muita atenção para ele porque tinha certeza que era outro, e isso obviamente é um ponto positivo... continuo recomendado John Verdon,  ele não está em sua melhor forma nesse livro mas mesmo assim valeu cada minuto que passei lendo.

sábado, 14 de setembro de 2013

Vocês Decidem

Bom galerinha, eu estou pensando em fazer um sorteio no blog... e como eu não sou lá a pessoa mais rica do mundo (nem perto disso) não posso sortear todos os livros que eu gostaria, pois alguém tem que pagar por eles né...
  Então vou deixar vocês escolherem o que querem que eu sorteie:



primeira opção: Melancia e Férias! da autora Marian Keyes (edições de bolso)
segunda opção: A Culpa é das Estrela do John Green (tio Verde)
terceira opção: A Menina que Roubava Livros do Markus Zusak


darei até o fim do mês para vocês decidirem... podem comentar nesse post mesmo o que preferirem, no video das leituras do mês eu lanço o sorteio que irá até o dia 31 de outubro, o resultado sai no outro video das leituras do mês...

[Opinião] O Símbolo Perdido - Dan Brown


Editora: Sextante (ou arqueiro)
N° de Páginas: 505
Citação:
"O conhecimento é uma ferramenta e, como todas as ferramentas, seu impacto está nas mãos do usuário"
Sinopse:
  Robert Langdon se lança numa corrida desesperada pelas ruas de Washington para salvar seu amigo e mentor Peter Solomon - eminente maçom e filantropo - das mãos do sequestrador Mal'akh.
  Inteligente e cruel, o vilão exige como resgate que o célebre professor de Harvard descubra um tesouro que os fundadores da capital americana, a maioria deles mestres maçons, teriam escondido em algum lugar da cidade e que seria capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse.
  
Opinião:
  Bom, antes de mais nada queria dizer que esse livro me fez comer minhas unhas até o cotoco... ele tem um ótimo ritmo, muitos livros tem uma parte onde você dá uma enjoada... um momentinho onde nada de relevante acontece e você pensa em largar a leitura.. mesmo que seja um pensamento relâmpago... no caso desse livro, ele não dá essa sensação hora nenhuma... alguns tem um momento de ápice que não chega a ser empolgante como toda a história desse livro... eu estava quase dando 5 estrelas pra ele mas os capítulos 131 e 132 me fizeram tirar uma estrela... obviamente tem muita coisa que eu não concordo, mas aprendi muita coisa com ele, e apesar do que o Charlie diz em As Vantagens de Ser Invisível - "as vezes é melhor não saber das coisas" não me arrependo de ter "descoberto", digamos assim, esse novo mundo... sinceramente me deu um pouco de medo... e a revelação que o sequestrador faz perto do fina quase me fez desmaiar...
  Por enquanto é o melhor livro que li esse mês, mas como agora eu vou ler um do John Verdon acho que isso não vai durar muito ^^
  Como diz na própria capa ( e muita gente reconhece o nome) ele é do mesmo autor (e tem o mesmo protagonista) de O Código Da Vinci, que eu nunca li nem vi o filme (só algumas cenas), e, pelo que eu sei do CDV, ele segue o mesmo estilo... não é o meu tipo favorito de leitura... gosto do gênero mas prefiro os de gênero policial mesmo... e as distopias, mas é uma boa leitura... principalmente para os que têm opinião formada e não vão se deixar levar pelos encantos descritos no livro... pessoa de mente leviana que se deixa levar facilmente (no caso nem precisa ser tão facilmente) não devem ler porque serão influenciadas fortemente pela história, principalmente porque muita coisa da história é real... lógico que a trama em si é uma obra de ficção com personagens fictícios e qualquer semelhança com pessoas ou fatos reais é mera coincidência.
  OBS: fiquei com medo desse autor, já tinha antes, mas agora....

sábado, 7 de setembro de 2013

[Opinião] Férias! - Marian Keyes


Editora: Bertrand Brasil (grupo editorial record, caramba... quantas ramificações essa editora tem??)
N° de Páginas: 544
Sinopse:
  Rachel Walsh tem 27 anos e a grande mágoa de calçar 40. Ela namora Luke Costello, um homem que usa calças de couro justas. E é amiga - pode-se mesmo dizer muy amiga - de drogas. Até que a sua vida vai para o Claustro - a versão irlandesa da Clínica Betty Ford. Ela fica uma fera. Afinal, não é magra o bastante para ser uma toxicômana, certo? Mas, olhando para o lado positivo das coisas, esses centros de reabilitação são cheios de banheiras de hidromassagem, academia e artistas semifissurados (ao menos ela assim ouviu dizer). De mais a mais, bem que já está mesmo na hora de tirar umas feriazinhas. Rachel encontra mais homens de meia-idade usando suéteres marrons e sessões de terapia em grupo do que poderia supor a sua vã filosofia. E o pior é que parecem esperar que ela entre no esquema! Mas quem quer abrir as janelas da alma, quando a vista está longe de ser espetacular? Cheia de dor-de-cotovelo (o nome do cotovelo é Luke), ela busca salvação em Chris, um Homem com um Passado. Um homem que pode dar mais trabalho do que vale... Rachel é levada da dependência química para o terreno desconhecido da maturidade, passando por uma ou duas histórias de amor, neste romance que é, a um tempo, comovente, forte e muito, muito engraçado.

Opinião:
  Gostei muito mais desse do que de Melancia (e eu já tinha gostado de Melancia), pra quem não sabe, Melancia foi o grande sucesso de Marian Keyes, e se não me engano seu primeiro livro.
  Ele conta a história da Rachel, aquela que, em Melancia não aparece mas é a dona do quarto no qual você ficaria hospedado se fosse a casa da família Walsh em Dublin, segundo Claire. Rachel mora em NY e é viciada em drogas, mesmo não admitindo (será que algum viciado admite?) e quando tudo passa dos limites ela volta a Dublin e é internada em um centro de reabilitação e passa boa parte da história lá... com muito custo ela reconhece ser uma viciada e a partir daí ela começa a se recuperar, lenta e penosamente.
  Vamos ao motivo de porquê eu gostei mais desse do que de Melancia... primeiro porque diferente de Melancia, nesse caso o título tinha algo a ver com a história, não que isso torne a história melhor ou pior, mas em Melancia eu fiquei grande parte do tempo tentando encachar a dita melancia na história, outro fato que torna esse melhor que aquele é porque... eu, especificamente, não sou um grande fã de romances... e enquanto o foco principal do Melancia é romance... do Férias é a recuperação da protagonista, claro que tem romance nele também mas a história não é focada nisso... 
  Uma coisa que me incomodou em ambos foi o linguajar um pouco pesado da autora... eu sei que essa linguagem foi usada simplesmente para dar uma alavancada na parte cômica da história mas em alguns casos elas não conseguem deixar a frase engraçada e são bem desnecessárias...
  Mas ambas as histórias também são muito engraçadas, mas a segunda dá muito mais conteúdo para refletir... a primeira também têm seus momentos... eu não anotei nenhuma citação desse mas do Melancia tem uma frase, que não é inédita mas, que eu gostei e que diz:
 "Ninguém sabe o quanto é forte até precisar ser"
  Ele deve ser lido depois do Melancia, até porque a história se passa depois da história de Melancia e como a Claire também aparece nele estragaria uma das maiores surpresas do primeiro livro... na verdade é uma sequência de livros chamada, se não me engano de Family Walsh, acho que o próximo livro dessa série é Los Angeles e conta a história de outra irmã (acredito que da Margaret) e depois acredito que venha Tem Alguém Aí? que conta a história de outra (Anna ou Helen, sabe Deus) e realmente é muito bom ler as histórias dela, apesar do linguajar pesado em alguns momentos e pelo fato de ela especificar demais coisas que, paras mim, que sou homem, fica desagradável.

  Mas é isso... se vocês querem uma boa história pra refletir e dar muitas risadas recomendo veemente que leiam Férias (eu tava pensando em fazer um sorteio desse livro aqui no blog mas acho que não... pelo menos não agora)


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