quinta-feira, 30 de abril de 2015

[Opinião] Feliz Por Nada - Martha Medeiros


Editora: L&PM

N° de Páginas: 211

Citação:
Fico me perguntando como é que vai ser daqui a um tempo, caso não se mantenha o já parco vínculo familiar com a literatura, caso não se dê mais valor a uma educação cultural, caso todos sigam se comunicando com abreviaturas e sem conseguir concluir um raciocínio. De geração para geração, diminui-se o acesso ao conhecimento histórico, artístico e filosófico. A overdose de informação faz parecer que sabemos tudo, o que é uma ilusão, sabemos muito pouco, e nossos filhos saberão menos ainda."

Sinopse:
  "Dentro de um abraço é sempre quente, é sempre seguro. Dentro de um abraço não se ouve o tic-tac dos relógios e, se faltar luz, tanto melhor. Tudo que você pensa e sofre, dentro de um abraço se dissolve." É com a força transformadora de um abraço que Martha Medeiros abre este novo livro de crônicas e é com a mesma singeleza e olhar arguto para o cotidiano que a escritora ilumina algumas das questões mais urgentes do século XXI. A destacada romancista, cronista e poeta, que já teve obras adaptadas para o cinema, para a tevê e para o teatro, fala aos leitores com a sinceridade de um amigo e materializa as angústias e os anseios da sociedade pós-tudo, que vive acuada sob o grande limitador do tempo. Nesta coletânea de mais de oitenta crônicas, Martha Medeiros aborda temas muito diversos e ao mesmo tempo muito identificados com o leitor. A autora tem o dom de aproximar assuntos por vezes fugidios - como é próprio do cotidiano - de questões universais, como o amor, a família e a amizade, e criar lugares de reconhecimento para o leitor, como ao falar de Deus, dos romances antigos e novos, da mulher, de escritores e cineastas que são imortais, de se perder e se reencontrar, do que a vida oferece e muitas vezes se deixa passar. Feliz por nada, afirma Martha Medeiros, é fazer a opção por uma vida conscientemente vivida, mais leve, mas nem por isso menos visceral.

Opinião:
  Ué Rudi, teremos postagens todo dia agora? Só até eu me organizar...
  Então meu povo, se vocês me acompanham no Instagram viram que eu quase não gostei desse livro, considerando o tanto de marcações que eu fiz...
  Vi uma entrevista da autora falando que foi esse livro que alavancou sua carreira de escritora, apesar de lançar coletâneas de crônicas desde a década de 90 e esse conter o período de 2008 a 2011, segundo ela é por causa da palavra "feliz" na capa, vai saber...
  Como já especifiquei é um livro de crônicas, o que já o torna atraente, e são crônicas da Martha, o que o torna indispensável... Já é o segundo livro de crônicas que leio da autora, e achei que ela está mais engraçada nesse, ela continua dando belas alfinetadas não só ao poder público como também ao povo, tenta abrir os olhos, nem que seja a força, das pessoas que reclamam de tudo sem fazer nada para melhorar sua situação, que quanto mais o povo desprezar a educação e a cultura mais acoada ela vai ficar, menos pessoas vai alcançar e ainda surgirá um falando que o país deveria investir mais na mesma, mesmo sendo um dos que desprezam a arte do teatro ou dos livros.
  Ela fala sobre notícias também, comenta sua opinião sobre elas. Eu, que adoro uma boa treta, adorei as discussões levantadas pela autora, em especial uma que ela intitulou "Nós, os trogloditas" onde um venerável vegetariano fica atormentando Deus e o mundo por comer animais, vou até me obrigar a colocar o que ela falou depois do cara soltar um "Esmagar uma mosca na TV mostra que Obama não é perfeito".
"Pois é, Bruce, Obama não é perfeito, e ainda por cima é chegado num bife. Perfeitos são os que patrulham as pessoas que matam moscas e se alimentam de carne. Nem todo mundo é evoluído, Bruce. Nem todos têm seu grau de consciência ecológica e ambiental. Ainda há muita imperfeição no mundo. Diria até, Bruce, que há imperfeições mais nocivas à sociedade do que as que você combate. Dá pra acreditar que há seres humanos que, além de comer carne e matar moscas, são capazes de jogar bombas em passeatas gays, de empregar parentes que são pagos com dinheiro público, de esfaquear maridos e de espancar meninas até provocar traumatismo craniano? Pois é, Bruce: tem gente que mata gente. Ou gente e mosca dá no mesmo?"
  Mas nem tudo é ataque, a autora conta experiências de vida, fala sobre determinado livro, filme ou peça que leu/assistiu e ainda nos traz algumas reflexões super bacanas como as crônicas "A turma do Dããããã" que é meio treta também, mas enfim... "Na Terra do Se" e "Quando Deus Aparece" também estão entre as minhas favoritas.
  Claro que nem em todos os momentos eu concordei com a opinião dela, mas isso não diminui a forma incrível com a qual ela a expõe.
  A edição está incrível, não sei dizer que tipo de papel foi usado no miolo, mas é um papel que além de amarelado é grosso e macio, ótimo para se ler, as bordas das folhas fazem um "vvvvv", que minhas tantas marcações não me permitem mais ver :p
 
Apesar de ter achado o livro incrível, ele não entrou para os meus favoritos como o outro que li da autora, que por acaso: você já votou em quer que ganhe ele??? (clique aqui e vote)

quarta-feira, 29 de abril de 2015

[Opinião] Olhos de Fogo - K. J. Gantz


Editora: Non Ecxiste (publicação independente)

N° de Páginas: 127

Citação:

A personificação dos medos humanos vem de várias formas. Uma delas são os vampiros, criaturas sombrias e obscuras que por muito tempo permaneceram livres para agir a seu bel prazer, ceifando vidas e semeando um caos que parecia não ter fim. Entretanto, os imortais perceberam que suas vítimas não eram tão indefesas quanto pareciam, e quando os templários decidiram pôr fim a suas existências, uma das maiores guerras da história teve início, uma guerra que perdura até os dias de hoje."

Sinopse:
  "Os viajantes sabem que em noites de tempestade, quando o vento chicoteia suas tendas e a realidade parece mais distante tornando o medo tão real quanto frio suportado por seus corpos, é com a Lua que pode-se contar. Gorda e brilhante  ela fornece aquele fio de sanidade quando a densidade de nossos pesadelos ameaça sufocar-nos, a única lembrança de que haverá um dia para nascer amanhã.
  Entretanto muitas histórias contam sobre criaturas as quais nem a Lua pôde combater, e outras sobre criaturas que até diante do Sol conseguiam impor seu império de loucura. Durante uma semana duas dessas criaturas causaram terror na pequena cidade de Andradas, alterando muitos destinos e agitando aqueles que dedicam sua vida a caça-las.
  Essa é sua história."

Opinião:
  Então eu li meu primeiro e-book, e já percebi que isso não é pra mim... só persisti até o fim porque queria saber como a história terminaria, até quis imprimir para poder ler em papel, pra ficar mais fácil, sem a luz do celular fazendo meus olhos lacrimejarem... as minha impressora está sem tinta ¬¬'
  Mas vamos falar sobre o livro em si... ele começa com duas crianças, correndo por um cafezal enquanto são perseguidos por três pessoas não muito amigável, logo sabemos que as crianças são na verdade vampiros e os que os perseguem são um trio de Templários, pessoas que dedicam suas vidas a matar os vampiros.
 O livro é um prelúdio para uma trilogia que o autor vai escrever, chamado O Devorados de Mundos, e por ser  um prelúdio sua intenção é apenas apresentar o universo criado pelo autor, que é bastante rico e interessante, onde ele não ameniza a natureza dos vampiros, mas a amplia e os torna criaturas de imenso poder e de atitude surpreendente.
  A escrita do autor tem algumas oscilações, mas em poucos momentos parece ser de alguém iniciando sua carreira de escritor, os personagens são bem construídos, pelos menos os que tem relevância na história, o autor não perde tempo contando a vida dos transeuntes, mas se aprofunda o suficiente na vida dos protagonistas para entendermos suas motivações. 
  Complicado é descobrir quem é realmente o protagonista, temos 3 grupos e um indivíduo que em seus próprios ideais, os vampiros, os humanos, os templários e Lúcio, um híbrido, metade humano e metade vampiro.
  O autor apresenta os vampiros como criaturas que não matam pessoas por maldade ou seja lá porque, mas simplesmente por sobrevivência, não diferente de um sapo comendo uma mosca, ou um humano comendo uma galinha, o que nos impede de vê-los totalmente como os vilões da história.
  Não é um estilo de história que me atraia muito, mas me diverti lendo, não tenho certeza se lerei Mandara, primeiro volume da trilogia que citei acima... mas se ler, será se tiver uma edição física.
  O livro me foi, gentilmente, cedido pelo autor, mas você pode conseguir ele na Amazon (Clique aqui) por um preço bem acessível.


terça-feira, 28 de abril de 2015

[Opinião] A Rosa da Meia-Noite - Lucinda Riley


Editora: Novo Conceito

N° de Páginas: 572

Citação:
Não ligo para essas coisas. fiquei lado a lado nas trincheiras com homens de todas as cores e crenças, vi sua coragem. E vi quando morreram, com tanta dor quanto qualquer homem de pele branca, devo acrescentar."

Sinopse:
  Atravessando quatro gerações, A Rosa da Meia-Noite percorre desde os reluzentes palácios dos marajás da Índia até as imponentes mansões da Inglaterra, seguindo a trajetória extraordinária de Anahita Chavan, de 1911 até os dias de hoje.
  No apogeu do Império Britânico, a pequena Anahita, de 11 anos, de origem nobre e família humilde, aproxima-se da geniosa Princesa Indira, com quem estabelece um laço de afeto que nunca mais se romperia. Anahita acompanha sua amiga em uma viagem à Inglaterra pouco tempo antes da eclosão da Primeira Guerra Mundial. Ela conhece, então, o jovem Donald Astbury, herdeiro de uma deslumbrante propriedade, e sua ardilosa mãe.
  Oitenta anos depois, Rebecca Bradley é uma jovem atriz norte-americana que tem o mundo a seus pés. Quando a turbulenta relação com seu namorado, igualmente rico e famoso, toma um rumo inesperado, ela fica feliz por saber que seu próximo papel - uma aristocrata dos anos 1920 - irá levá-la para muito longe dos holofotes: a isolada região de Dartmoor, na Inglaterra. As filmagens começam rapidamente, e a locação é a agora decadente Astbury Hall.
  Descendente de Anahita, Ari Malik chega ao País sem aviso prévio, a fim de mergulhar na história do passado de sua família. Algo que ele descobre junto com Rebecca começa a trazer a tona segredos obscuros que assombram a dinastia Astbury.

Opinião:
  Confesso que tinha certo medo, ano retrasado li A Garota do Penhasco, da mesma autora e já adicionei a mesma à minha lista dos autores dos quais quero ler tudo o que publicarem, e fiquei apreensivo porque achei que esse livro, com toda essa aparência de romance, me fizesse desistir da autora... ledo engano.
  A história começa em 2000, no aniversário de 100 anos da Anahita, somos apresentados à sua família e já podemos perceber que ela tem algo de especial, que em um primeiro momento pode ser confundido com senilidade ou maluquice, como a família dela pensa, mas no decorrer do livro percebemos que ela realmente tem "o dom", e então, em menos de 10 páginas a autora nos deixa completamente encantados pela família de Anahita e depois nos joga 10 anos no futuro e conhecemos Rebecca, uma grande atriz novaiorquina que vai para a Inglaterra gravar um filme e fica hospedada na mansão onde estão sendo realizadas as filmagens.
  Enquanto acompanhamos a vida atual de Rebecca, que a cada virada de página fica ainda mais envolta em mistérios, ela (e consequentemente nós) acompanhamos a vida de Anahita, através das páginas que a mesma escreveu para seu filho, que sua intuição (o "dom" lembra?) diz que ainda está vivo, apesar de tudo indicar que morreu ainda bebê.
  A autora não tem dó de seus personagens, e muito menos do leitor, ela segue pela linha de que, se algo pode dar errado, com certeza dará, todos os personagens são criados de forma espetacular e possuem uma profundidade que daria inveja a muito autor com mais renome. Vários segredos são revelados em ambos os períodos temporais em que a história se passa, mas nada fica mais tranquilo depois que isso acontece, muito pelo contrário, é como se cada segredo revelado arrancasse um pedaço do chão onde os personagens pisam e tornasse a vida deles ainda mais difícil.
  O dom de Anahita, em diversos momentos, pode parecer meio inútil, mas ela pressente acontecimentos importantes que nos deixa sem fôlego, e quando eles acontecem a autora mostra que nenhum "pressentimento" nos prepararia para aquilo.
  A história atinge seu ápice a certa altura e o ritmo, que já era acelerado e agradável, se torna frenético e o leitor não consegue soltar o livro, e esse novo ritmo perdura até a última página (que, inclusive, quando eu li eu quase gritei: EU NÃO ACREDITO, não existe final mais surpreendente).
  Quando achamos que a história de Rebecca, que embora seja interessante e envolvente, está no livro só para aumentar o número de páginas, a autora a transforma em um thriller frenético digno de grandes obras de suspense e mistério.
  É um livro completo, escrito com maestria e uma imaginação invejável, suas quinhentas e tantas páginas transbordam emoção e quando termina a única coisa que fica é um gostinho de quero mais, muito mais.


Adoro esse vídeo ↓↓↓
Ah, Lucinda, eu só li dois, até o momento, mas esse com certeza é meu favorito também

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Vingadores 2: A Era de Ultron


  O que falar do novo filme dos Vingadores? Confesso que esperava me decepcionar, já que minhas expectativas estavam pra lá dos domínios de Thanos, mas ao mesmo tempo tinha dúvidas quanto aos atores escolhidos para representar os gêmeos "aprimorados".
  Não demorou para Aaron Jhonson e Elizabeth Olsen mostrar que foram praticamente feitos para seus respectivos papéis, a Feiticeira Escarlate deixava transparecer que é a personagem perturbada dos quadrinhos, de imenso poder e que pode perder o juízo a qualquer momento, apesar de achar que limitaram demais os poderes dela, resumindo-os a telepatia e telecinese (dá-lhe Jean Gray), entendo que o filme não teria tanta graça se quando o Ultron começasse a dar problema a Wanda simplesmente chegasse e usasse seus poderes de alteração da realidade para fazer com que ele deixasse de existir em um passe de mágica...

   Outro ponto que tirou o fôlego durante o filme foi o aparecimento do androide Visão, que só deus as caras no último trailer por um período ínfimo, o que me levou a acreditar que ele só apareceria em uma das famosas cenas pós-créditos dos filmes da Marvel, mas não ele aparece bem antes disso e tem uma importância fundamental para o desenrolar da trama.
  O filme tem cenas de ação de tirar o fôlego do começo ao fim, personagens que tinham aparecido apenas nos filmes solo dos protagonistas também ganham seu espaço e acabam integrando equipe no decorrer do filme, ou seja, o pôster do próximo será lotado de personagens.








 Finalmente temos as jóias do infinito reveladas como elas realmente são e imediatamente elas se tornam uma preocupação para a superequipe.
  Entre as piadas características, que por acaso Ultron "herdou" Tony Stark, desavenças internas (que nunca podem faltar), muita ação, segredos familiares desvendados e minha incapacidade de pensar nos gêmeos mutantes como pessoas cientificamente aprimoradas (isso foi a única coisa que me incomodou, maldita rixa entre estúdios) o filme comprova que veio pra mostrar que a tendência dos Estúdios Marvel é melhorar a cada filme. (mas ainda acho idiota a ideia de adaptar os quadrinhos para se ligar com o universo cinematográfico, limitando o potencial dos roteiristas)

  Se você ainda não assistiu por favor me diga o que raios você está esperando, e não se esqueça que está roland sorteio da HQ que dá nome ao filme (só nome, porque a história não é exatamente a mesma).

sexta-feira, 24 de abril de 2015

[Sorteio] A Era De Ultron

  Então meu povo, hoje é dia 23/04, e você deve saber o que isso significa... estréia nacional de Vingadores 2: A Era de Ultron

  Se você nunca leu um quadrinho dos vingadores, a saga da Era de Ultron pode ser uma boa pedida, diferente de algumas pessoas por essa internet a fora eu não acho que é a melhor história da super equipe mas, gente, é Michael Bendis né?!
  Pra você que vai assistir o filme hoje e queira ver uma abordagem um pouco diferente da história, com personagens mais aprofundados (não que eu já tenha visto o filme pra saber se os personagens foram bem construídos, mas enfim...) além de mais diversificados e com algumas situações que nem toda a magia do cinema pode reproduzir, essa é a sua chance.
  Pra você que não vai assistir ao filme, não sei o que posso te dizer pra te convencer a participar do sorteio :/
  As regras do sorteio são simples:
I. Ter endereço de entrega no Brasil
II. Ser seguidor público do blog através do Google Friends Connect
III. Preencher atentamente o formulário abaixo APENAS UMA VEZ
  O resultado sai até dia 03/05
  Extravio dos correios, endereço passado errado, demora na entrega por culpa da Dilma, não tenho nada a ver com isso!


quinta-feira, 23 de abril de 2015

[TAG] 7 coisas

Foto retirada do blog do Tony, que tirou do Mundo em Cartas

    Oi meu povo, hoje não seria dia de postagem mas como esse mês tô tendo que me virar com o que for possível...
   Hoje vim responder a TAG 7 coisas (que apesar do título vocês nunca imaginariam né) que o Tony me indicou, clica no nome dele para ver suas respostas... e vamos lá:
   A Tag consiste em responder 7 coisas para cada um dos 7 tópicos....

7 coisas para fazer antes de morrer.

1. Ir para a Austrália
2. Visitar as ilhas Galápagos
3. Comprar uma estante (que já estou enrolando demais)
4. Falar inglês fluentemente
5. Ser professor
6. Comprar várias casas e colocar pra alugar
7. Deixar de ser preguiçoso e fazer academia

7 coisas que mais falo:

1. Desnecessário
2. Informação demais, não preciso saber disso.
3. NÃO (é sério, falo muito isso)
4. Avá? Sério?! (explodindo sarcasmo)
5. Tecnicamente...
6. Aff (AFIFI, se a frustração for muito grande)
7. Oi

7 coisas que faço bem:

1. Ler? Acho que sim...
2. Comida (desde que não seja nada super elaborado)
3. Caminhar
4. Fazer dinheiro desaparecer
5. Discutir
6. Aprender (acredito ter facilidade pra isso)
7. ...,...,..., Eu juro que tentei não por dormir.

7 coisas que não faço bem:

1. Explicar (e quero ser professor ainda, né?!)
2. Conversar, principalmente se não estiver vendo a pessoa ao vivo e a cores
3. Economizar (tamo junto Tícia)
4. Ter criatividade, houve uma época que tinha bastante, mas acho que já sequei a fonte
5. Desenhar (mesmo complemento do tópico anterior)
6. Acompanhar series de TV, sou uma negação nisso.
7. encontrar 7 respostas pra cada um desses tópicos :p

7 coisas que me encantam:

1. Filhotes (de qualquer coisa)
2. Pessoas sarcásticas, inteligentes que saibam argumentar
3. Debates (até os xingamentos politicamente corretos dos candidatos a cargos públicos)
4. Frio
5. Pássaros
6. Dinossauros (desde que me entendo por gente)
7. Pessoas que comentam aqui no blog :3

7 coisas que não gosto:

1.Gente que só sabe reclamar
2. Música alta, mesmo que seja minha favorita
3. Barulho
4. Que me atrapalhem enquanto estou fazendo alguma coisa
5. Que me mandem dormir
6. Que me acordem :p
7. Lugares lotados

7 blogs para responder a essa TAG

1. Mais Uma Página da Milly
2. Parada Geek do Mateus, porque nunca vi ele respondendo uma TAG
3. Nina e Suas Letras da Nina (avá?)
4. No Matter What da Lery
5. Leitura Fora de Série do Guilherme
6. Estante do Vinsconde do Diego (vamos ver se agora ele responde)

E foi isso meu povo, até quando eu conseguir voltar aqui ;)

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Aviso

  Hoje é dia de postagem, mas não consegui tempo suficiente para fazer algo mais elaborado então vim simplesmente pedir desculpas por não postar nada, nem segunda...
  Provavelmente na próxima semana as coisas já se normalizam por aqui (espero eu)

sexta-feira, 17 de abril de 2015

[Divagando] Martha Medeiros



  Como vocês podem ver ali do lado(→→) estou lendo outro livro de crônicas da gaúcha Martha Medeiros (Nina, essa é você daqui a uns 30 anos), e me deparei com uma crônica intitulada "Achamos que Sabemos" que rivaliza com uma chamada "O Que Acontece no Meio" presente no livro A Graça da Coisa como a melhor crônica do mundo, é um daqueles textos que começam e terminam de forma incrível, como os livros O Grande Gatsby ("Quando eu era mais jovem e vulnerável, meu pai me deu um conselho que muitas vezes volta a minha mente. 'Sempre que tiver vontade de criticar alguém, lembre-se primeiro que nem todas as pessoas do mundo tiveram as vantagens que você teve' [...] E assim prosseguimos, botes contra a corrente, impelidos incessantemente para o passado) e O Exorcista ("Assim como o brilho breve dos raios do sol não é notado pelos olhos de homens cegos, o começo do horror passou despercebido; com o guincho do que ocorreu em seguida, o início foi, na verdade, esquecido e talvez não relacionado de forma alguma ao horror. Era difícil saber. [...] No ato de esquecer eles tentavam se lembrar")
  Mas a Crônica  tem os seguintes início e final (Vida é o que acontece entre o nascimento e a morte. O que acontece no meio é o que importa. [...] E que harmonizar o que pensamos, sentimos e fazemos é um desafio que leva uma vida toda, esse meio todo."
  Mas não quero falar sobre inícios ou fins, de textos, crônicas ou livros, apenas que a autora me faz pensar bastante e me conquista a cada parágrafo que leio, não concordo com a opinião dela sobre diversos assuntos, mas assim como falei no primeiro [Marca Texto] lá em setembro do ano passado, eu adoro quando as pessoas sabem argumentar, e se tem algo que essa mulher sabe fazer é isso.
  É impressionante a capacidade que ela tem de conversar com o leitor, de imaginar nossas respostas à opinião exposta e conseguir formar um debate que ocorre na nossa cabeça enquanto lemos seus textos, ela nos deixa a vontade contando experiências de vida, achamos que entendemos tudo que ela nos diz, mas isso não acontece só com ela, vai lá saber quanto um autor quis colocar nas entrelinhas de sua história e acaba que ninguém capta, lemos um livro tantas vezes, ou conhecemos uma pessoa "tão bem" e a tanto tempo que acreditamos não haver mais nada sobre aquela pessoa ou aquele livro que não saibamos.
  Parafraseando o que a autora diz em um dos textos já mencionados: Nunca teremos certeza de coisa alguma, especular é o mais próximo da exatidão que podemos chegar de todas as coisas nesse mundo, mas nos conforta achar que sabemos.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

[Opinião] Os Olhos do Dragão - Stephen King

Editora: Suma de Letras

N° de Páginas: 302

Citação:
 A culpa é como uma ferida, perpetuamente fascinante, e o culpado sente a compulsão de examiná-la e de escarafunchá-la, e por isso ela nunca acaba de sarar."

Sinopse:
  Em Delain, um reino muito distante, viviam o rei Roland e seus dois filhos, Peter e Thomas. Roland não era exatamente o que se esperava de um rei. Apesar de se esforçar para não prejudicar seu povo, não conseguia realizar grandes feitos. Enquanto teve a seu lado a rainha Sasha, as coisas ainda corriam bem. Sasha preocupava-se com os habitantes de Delain e dava conselhos decisivos ao marido. Sua bondade conquistou o povo, mas alimentou o ódio de um pergigoso inimigo - Flagg, o feiticeiro do reino.
  Um dia, de forma súbita e suspeita, a rainha morreu. Mas Flagg ainda não se dava por satisfeito. Tinha planos para dominar Delain e, para isso, precisava eliminar todos que estivessem em seu caminho. Antes de mais nada era preciso livrar-se do tolo Roland, depois afastar o jovem Peter e levar ao trono o pequeno Thomas - que Flagg tinha certeza de conseguir controlar.

Opinião:
  Confesso de antes de colocar na cabeça que queria ler tudo que o mestre publicasse esse livro não me chamava muito a atenção, e só decidi passar ele na frente de outras obras do autor para poder voltar logo à série da Torre Negra (que se eu andei pelo seu blog nos últimos tempos devo ter soltado um "Longos dias e belas noites" de tanta saudade que estou da história) onde o livro terá referências de outras obras do autor, entre eles Os Olhos do Dragão, tá que o quarto livro da série tinha referência ao A Dança da Morte e esse eu ainda não li, mas enfim...
  Acredito também que essa será uma das histórias mais fáceis de introduzir na série, considerando que é um reino fantástico, e a série é de fantasia, e Delain poderia muito bem fazer parte de Mundo Médio.
  A história é como um conto de fadas, com direito a "Era uma vez" como frase de abertura. Ouvi dizer que o autor criou a história para contar a sua filha, o que faz muito sentido, considerando a linguagem que ele usa no livro, as várias lições para tornar a criança que está lendo uma boa pessoa, e também as consequências de não o ser, praticamente todo o capítulo termina com o narrador dizendo que a função dele é contar histórias e não julgar os personagens, falando constantemente para o leitor tirar suas próprias conclusões sobre os motivos que levaram os personagens a agir da forma que agiram.
  Claro que se tratando de um livro do King, mesmo sendo uma história quase didática sobre bom comportamento e com linguajem quase infantil e várias e várias ilustrações, não é uma história que eu leria para o meu filho... imagina a cena:
  "Papai conta uma história pra mim dormir?" "Claro meu filho: [...] começou a desprezar o pai [...] os olhos se transformaram em duas bolas de fogo e ele morreu em agonia [...] com um golpe certeiro de seu machado cortou a cabeça do guarda ao meio [...] 'E aí viveram felizes para sempre. Não é? Não. Apesar do que dizem as histórias, ninguém vive feliz para sempre.'"
  Dá pra imaginar que sonhos bons a pobre criança teria né.
  Em suma, é um livro muito envolvente, que demorei mais de 10 dias para ler pelo simples motivo de que sempre demoro pra ler os livros do mestre, porque fico economizando para que não acabem... Não é a história mais "ambiciosa", por assim dizer, que o autor escreve, mas isso não a torna menos incrível.


domingo, 12 de abril de 2015

[Lista] 20 passos simples para não ter até a sua sétima geração amaldiçoada pelos funcionários de um supermercado



  Oi pessoas, hoje vim falar um pouco do meu trabalho, pra quem não sabe sou caixa de supermercado, e as vezes recepcionista, quando um(a) deles(as) sai de férias...
  Resolvi fazer essa lista porque não sou o único que acha que clientes são seres estranhos (pra não falar outra coisa) e incentivado pelo conteúdo do blog da Hillé (se por alguma razão absurda você não conhece tal blog clique aqui) elaborei essas regras incrivelmente simples de serem seguidas...


1. Não peça desconto, tudo que o caixa não te cobrar ele terá que pagar do próprio bolso, e convenhamos que você não gostaria de pagar uma parte das compras de alguém que nunca viu mais gordo, certo?

2. Não ligue para o mercado pedindo para levarem n coisas pra sua casa, larga de ser preguiçoso e vá até lá. Caso não possa ir mande seu filho, marido, vizinho, cachorro...

3. Não reclame com os caixas, balconistas, fiscais, recepcionistas, verdureiros ou empacotadores sobre o preço dos produtos, não somos nós que decidimos isso, do mesmo jeito que não somos nós que decidimos quando determinado produto entrará ou sairá da promoção.

4. Falando em promoção: Se você vê um cartaz dizendo "Leite Tirol por apenas R$18,50" não queira levar o leite Aurora, cuja a etiqueta diz 23,75, pelo mesmo preço, leiam os cartazes.

5. Não temos culpa da Dilma estar no poder (pelo menos nem todos nós)

6. Entendam que o caixa rápido só será rápido se suas regras forem respeitadas, regras essas que são:
I-   Apenas cestinha (Máximo 10 ou 15 itens, depende o mercado)
II-  Apenas dinheiro, cartão ou convênio (em alguns mercados apenas dinheiro)
III- O Cliente embala as próprias compras.

7. Não nos xinguem quando o patrão não quis fornecer brindes de Páscoa, Natal, Dia das Mães, Aniversário, Carnaval ou dia da Árvore. É o mesmo processo do preço das mercadorias.

8. Não abra as portas do mercado para entrar depois que já foram fechadas, mercados costumas ficar abertos cerca de 12 horas (alguns até mais), tempo de sobra para todo mundo ir.

9. Se você está em um mercado de Santa Catarina, não tente passar um cheque de Goiás, não precisa nem de explicação né?!

10. Jamais utilize as frases:
I- "Um mercado desse tamanho não tem (nome do produto que foi informado que não se encontra a venda no supermercado)" E, pelo amor de Deus, entendam que é proibido por lei a venda de medicamentos, mesmo Anador, em supermercados.
II- "Cadê o (nome do dono)" Frequentemente usada quando impedimos o cliente de burlar alguma regra.
III- "Ah, deixa por (valor inferior ao que você gastou), o mercado tem mais dinheiro do que eu" Voltamos lá pra primeira regra, o mercado pode até ter mais dinheiro que você, mas o(a) caixa provavelmente não, considerando que ele(a) está trabalhando enquanto você está comprando.

11. Ter educação não vai te machucar de forma alguma. (e não só com os funcionários do mercado, respeito é bom e todo mundo gosta, várias das próximas regras "descendem" dessa.)

12. Nunca pague R$0,90 com uma nota de R$50,00, e junte todas as moedas que tem em casa e no carro para ir ao mercado (é surpreendente o número de clientes para os quais a gente pede se tem moedas e eles dizem "Ah, tirei todas da carteira/bolsa/carro antes de vir". E não peçam nossas moedas ou trocos, dependemos deles para trabalhar e atender clientes que não obedecem a primeira parte dessa regra.

13. Se você tentou passar seu cartão e apareceu Não autorizado, Motivo 51 ou 58 (Saldo insuficiente), Contate o Emissor ou algo do tipo, não adianta teimar dizendo que o problema é no nosso sistema.

14. Se o sistema de cartão não está funcionando, não nos xingue, não fomos nós que o tiramos do ar, na verdade, adoraríamos que todos os clientes pagassem com cartão.

15. Tecnicamente, sabemos mais sobre as regras do mercado e o funcionamento do mesmo do que você, então quando dissermos "não dá" é porque NÃO DÁ!!!!!!

16. Se você chegou à recepção e o recepcionista está atendendo outra pessoa, espere sua vez, o que nos leva a próxima regra...

17. Respeite as filas, mais uma vez fazendo referência ao 11° passo.

18. Nós não somos psicólogos, não precisamos ou queremos ouvir seus problemas, não podemos te dar conselhos e não merecemos ouvir sua história com o exame de próstata. (Acreditem, tem muita gente que faz questão de contar esse tipo de experiência)

19. Somos humanos e cometemos erros, assim como ter educação, ter um pouquinho de paciência e compreensão não vai te matar.

20. Não reclame do mercado estar cheio, não temos culpa se a maioria esmagadora do povo tem medo que o mundo acabe no domingo ou no feriado, se quer comprar com tranquilidade vá numa segunda-feira, de uma semana que não tenha feriado, entre os dias 15 e 20, ao meio-dia e meio.

  Existem muitas outras coisas que você pode pode fazer para evitar que uma praga seja rogada sobre você ou sua descendência, mas vou parar por aqui hoje, não inclui passos de como se portar com os balconistas da padaria ou do açougue, nem com os repositores, pois nunca trabalhei nesses setores e não sei o tipo de coisa absurda (porque tenho certeza de que são absurdas) que os clientes fazem com eles.
  E entendam, mesmo que alguém esteja sendo pago para prestar algum serviço a você, você não deve se aproveitar disso, sinta-se grato e seja simpático, isso fará você ser lembrado e aguardado, o funcionário que te atendeu falará para outro quão educado você é e da próxima vez que ir ao estabelecimento todos farão questão de te atender da melhor forma possível.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

[Surtando³] Mais lançamentos da Darkside Books


  Continuando com o ramo que deu visibilidade para a editora no ano passado a editora vem agora com um livro baseado no incrível filme O Exterminados do Futuro.



O Exterminador
do Futuro
por James Cameron
Randall Frakes e Bill Wisher

A gênese de um clássico
da Ficção Científica

Prepare-se para viajar no tempo
e reviver uma das maiores aventuras
dos últimos 30 anos
  Em 1984, um ciborgue chega em Los Angeles com uma missão: assassinar mulheres.
Suas vítimas têm em comum apenas o nome: Sarah Connor. A última Sarah é resgatada
por um soldado que alega vir do século XXI. Tem início uma perseguição que põe em
risco o destino da humanidade.
  O ciborgue é um T-800, perfeita máquina de matar, incapaz de sentir pena, medo
ou dor. Nada o fará desistir enquanto não eliminar o líder da resistência humana antes
mesmo do seu nascimento. Sem a existência de John Connor, estaremos completamente
à mercê da tirania de máquinas inteligentes num futuro sombrio, e cada vez mais próximo.
2029, o Ano da Escuridão.
  Bem que ele disse que voltaria. O Exterminador do Futuro está chegando aos leitores
brasileiros, trinta anos após o lançamento do filme que projetou as carreiras de James
Cameron e de Arnold Schwarzenegger. O livro, versão em romance do roteiro original,
é assinado pelo próprio Cameron, em parceria com o roteirista Bill Wisher e o escritor
Randall Frakes.
  Aclamado pela crítica quando estreou em 1984, O Exterminador do Futuro tornou-
-se um clássico instantâneo, frequentou as listas dos melhores filmes do ano. Em 2008,
foi considerado pela Biblioteca do Congresso norte-americano uma obra de significância
“cultural, história e estética” e selecionado para ser preservado no National Film
Registry dos EUA.
  É possível que você já tenha perdido a conta de quantas vezes assistiu ao filme. Chegou
a hora de se aprofundar na história. Deixe-se surpreender com O Exterminador do
Futuro.
Hasta la vista, baby!






                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                     
  James Cameron (1954) é um premiado cineasta, produtor, roteirista e editor canadense. Bacharel

em Física pela Universidade da Califórnia e também explorador dos fundos oceânicos,
é considerado um dos maiores cineastas a trabalhar com efeitos especiais e dirigiu clássicos da
ficção científica como Aliens (1986), O Segredo do Abismo (1989) e O Exterminador do Futuro
2: O Julgamento Final (1991), primeiro filme a ultrapassar o orçamento de US$ 100 milhões. É
dele a direção das duas maiores bilheteiras da história do cinema: Avatar (2009) e Titanic (1997).
Randall Frakes é autor de livros e filmes de ficção científica. Escreveu O Exterminador do
Futuro e O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final. Seu primeiro trabalho no cinema
foi como cameraman de efeitos especiais para Roger Corman.

Bill Wisher é o roteirista que trabalhou com Cameron nos dois primeiros filmes da franquia,
O Exterminador do Futuro e O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final. Fez pequenas
participações em ambos: um policial que tem a cabeça esmagada pelo T-800 no filme de 1984, e
um fotógrafo arremessado pela janela, na sequência de 1991. Bill escreveu ainda os roteiros de
Judge Dredd e das duas versões do prequel de O Exorcista.

Ficha Técnica
Título              | O Exterminador do Futuro
Autor               | James Cameron; Randall Frakes; Bill Washer
Tradutor         | Dalton Caldas
Editora            | DarkSide®
Edição             | 1a
Idioma             | Português
Especificações | 336 páginas, Capa Dura e Brochura
Dimensões       | 14 x 21 cm
ISBN                | 978-85-66636-41-3 | Capa Dura
                           978-85-66636-42-0 | Brochura
Lançamento    | Abril de 2015

Mais informações

  E dessa vez temos as opções capa dura e brochura, mas é claro que todos queremos a versão de capa dura né. Principalmente porque a brochura tem a capa do filme.
  Então? Estão animados com esse lançamento? Sei que eu estou e quero muito ler esse livro, é o único que me fez considerar a possibilidade de deixar Onde Cantam os Pássaros de lado...

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Melhores do Ano: S02E03



E então meu povo, 2 livros e um concorrente já foram, o livro da vez é o incrível A Graça da Coisa da Martha Medeiros (falei dele aqui) e mais uma vez preciso da ajuda de vocês...
  Quem deve ganhar o livro? Lembrando que o mais votado ganha o livro e sai da competição para "realização dos desejos", digamos assim, pois o que ficar por último receberá alguns dos livros da sua lista de desejados, além de um dos melhores livros lidos pela minha pessoa no ano passado.





Votem quantas vezes quiserem, vocês podem votar até o dia 10/05

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Resultados (Sandman e Marina)

  Então minha gente, ontem era o último dia tanto do sorteio do Sandman: Noites Sem Fim (que pouca gente participou) e do segundo "episódio" da segunda temporada do Melhores do ano, o primeiro (e devido a "rejeição" à ideia, provavelmente o último) top comentarista do blog... e hoje vamos aos resultados.
  Primeiramente vamos ver quem ganhou a incrível HQ do Sandman, que foi....


  Everton Morais da Silva, entre em contato comigo pelo e-mail rudimar7@gmail.com

  E o resultado do top comentarista é:


  Tícia, por 1 comentário... que bom que ainda não enviei o seu, assim posso enviar os dois de uma vez só...

  E por hoje é isso meu povo, até depois de amanhã, com o início da próxima votação que eliminará mais um competidor da disputa pelos "desejos"

domingo, 5 de abril de 2015

[Opinião] Quebra de Confiança - Harlan Coben

Editora: >Arqueiro>

N° de Páginas: 271

Citação:
Myron. Que droga de nome horroroso. Ele o odiava com todas as forças. Tinha nascido com todos os dedos das mãos e dos pés, não mancava, não tinha lábio leporino nem orelha de abano - assim, para compensar a falta de infortúnios, os pais lhe deram o nome de Myron."

Sinopse:
  Este é um momento importante na carreira de Myron Bolitar. Depois de agenciar alguns atletas pouco conhecidos, ele agora é o empresário de Christian Steele, a maior promessa do futebol americano de todos os tempos. Talentoso, bonito, centrado e carismático, tudo indica que o rapaz também poderá arrematar milhões em contratos de publicidade.
  Mas, ao mesmo tempo que vive o auge na carreira, Christian enfrenta um drama na vida pessoal. Um ano e meio atrás, sua noiva, Kathy Culver, desapareceu subitamente e. exceto pelos fortes indícios de que tenha sofrido uma agressão sexual, a polícia não conseguiu descobrir nada sobre sua última noite no campus da Universidade Reston.
  Prestes a ser contratado em uma negociação que pode ser a maior de todos os tempos em sua categoria, Christian recebe o exemplar de uma revista que traz a foto de Kathy em um anúncio de disque sexo. Além disso, o caso acaba de ganhar mais um ingrediente de terror: três dias atrás, Adam Culver, pai dela, foi morto em um assalto bastante suspeito.
  Agora, com a ajuda de Win, seu melhor amigo, Myron tentará impedir que as notícias sobre a ex-noiva de Christian atrapalhem a carreira do rapaz e irá em busca da verdade - doa a quem doer.

Opinião:
  Achava eu que encontraria Myron ainda como jogador profissional nesse livro, mas não, o passado dele, revelado em outros livros da série que li (O Preço da Vitória e Sem Deixar Rastros), já é passado mesmo nesse primeiro livro da série.
  Ao longo da história vamos sendo apresentados aos personagens que encontraremos nos outros livros da série, e o autor se aprofunda mais neles nesse livro do que nos outros que li (o que faz todo o sentido, já que é o primeiro da série).
Um pedido: se algum dia adaptarem a história de Myron, 
por favor, coloquem Justin Hartley no papel de Win,
pois a personalidade do Win é muito parecida com a
do Arqueiro Verde de Smallville.
  Myron esbanja sarcasmo de forma esplêndida nesse livro e mostra porque é o perdonagem mais amado do autor, que por sua vez aplica em seus personagens a teoria de que se algo pode dar errado com certeza dará. Guiando o protagonista e companhia para diversos becos sem saída e situações que beiram o absurdo, não cansando de frustrar diversos planos dos personagens.
  O livro vai muito além do mistério sobre o desaparecimento de Kahty Culver e a morte de seu pai, trata da perversão sexual do ser humano e o quanto o senso de ética e respeito vem se perdendo. O autor usa todo seu talento para despertar todo tipo de sentimento no leitor, narrando de forma bem-humorada, crítica e cruel.
"Ele entregou uma revista a Myron. Na capa havia uma mulher nua. Chamá-la de peituda seria o mesmo que chamar a Segunda Guerra Mundial de briguinha. Os homens costumam ser fascinados por seios. Myron não fugia à regra. Mas aqueles eram definitivamente um absurdo de grandes. O rosto da mulher estava longe de ser bonito, era meio duro. Ela parecia olhar para a câmera querendo dizer algo do tipo 'vem cá', mas em vez disso sua expressão era mais como 'estou com prisão de ventre'. A língua nos lábios, as pernas escancaradas, o dedo chamando o leitor. Muito sutil, pensou Myron."
  Impossível não se identificar com o protagonista a quem o autor se refere constantemente como "senhor maturidade", "senhor sutil" ou "possuidor de técnicas avançadíssimas de interrogatório" sempre com muita ironia, não é raro ver o protagonista reprimindo impulsos por "ser adulto demais para tal coisa"
  Um livro envolvente que despertará diversos sentimentos divergentes do leitor e prenderá de forma espetacular, e se içou facilmente a minha lista de favoritos do autor.


Lidos em Março de 2015

  Oi minha gente.... que saudade do6...
  Finalmente tenho uma internet descente então hoje consegui colocar 2 vídeos (de qualidade vergonhosa, próximo passo: comprar uma câmera decente)

Parte 1 - Livros

Cachorros Submarinos
O Apanhador de Sonhos
Arkansas
Playbook: O Manual da Conquista
The Walking Dead: A Queda do Governador - Parte Dois
Quebra de Confiança (próximo post)

Parte 2 - Quadrinhos e Mangás

Ele não aceitou miniatura ¬¬'

Quadrinhos

X-men 16, 17 e 18
Guardiões da Galáxia: Vingadores Cósmicos
Wolverine: O Velho Logan
Injustiça: Deuses Entre Nós Vol. 2
Liga da Justiça 31
Tropa dos Lanternas Verdes 6
Homem-Animal: Evolua ou Morra
Lanterna Verde 31
Batman: Pequena Gotham

Mangás

Gigantomachia
Variante 1
Monster 17
Hetalia 1 (lixo)
Só Você Pode Ouvir
Btooom! 10
BB Project 2


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