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domingo, 28 de setembro de 2025

Como manter um blog sobre livros sem ler...


   Pode ser uma surpresa pra você, mas isso acontece muito hahaha.
  Mas existem diferentes formas de fazê-lo. A forma mau caráter, onde a pessoa conversa horas com o ChatGPT e seus colegas de espécie ou só pega a sinopse e vê outras resenhas e faz um conteúdo em cima do conte;udo sobre o livro, sem ler exatamente... há quem consiga mascarar, mas no geral dá pra ver que a pessoa não leu realmente o livro... até porque, deixa eu contar um segredo pra vocês... Chat GPT não sabe nada de literatura... Quando eu ainda tinha interesse em fazer um vídeo sobre o livro Que Sejamos Perdoados, da A. M. Homes (opinião aqui) eu pedi pra ele fazer um pequeno resumo sem spoilers do livro pra me adiantar a vida quando fosse falar do livro, normalmente não faço roteiros (pra nada), mas dessa vez quis fazer e visando poupar tempo tive essa ideia... resultado? O tempo que eu poderia ter realmente feito um roteiro, gravado, editado, postado e ainda tirado uma soneca, eu passei discutindo com o Chat GPT porque nada do que ele falava sobre o livro estava certo.
  Outra forma de você manter uma rede literária sem estar lendo nada é exatamente isso que estou fazendo agora... joga conversa fora, sobre qualquer coisa... não vai cumprir com a parte "literária" da coisa, mas pelo menos fica atualizadinho...

  Até tenho algumas leituras das quais quero falar, os outros livros do Llosa que li esse ano, ainda pretendo escrever sobre, mas não queria deixar duas postagens seguidas com opiniões de livros do mesmo autor... Tem também os livros que li esse mês: Meu Nome é Vermelho, do Orhan Pamuk e Fé, Santidade e Esperança, do Tozer... Mas aí entram outros problemas...
  
  O livro do Pamuk eu curti, bastante... mas li meio na marra, e acho que isso prejudicou um pouco minha leitura, devo ter deixado muita coisa passar, então não acho justo fazer uma publicação falando de um livro que li de qualquer jeito, sem dar a devida atenção... O do Tozer não é um livro com uma história, são sermões... lia durante meu devocional, e eu não sei exatamente como escrever sobre ele de forma que, novamente, faça jus ao livro, mas ainda pretendo fazê-lo, só preciso elaborar bem o que vou escrever...
  Este também é o motivo pelo qual não vou gravar um vídeo de leituras do mês em setembro... mesmo que tenha lido alguns quadrinhos que quero comentar, mas pra isso existe o enquadrando aqui no blog... 
  Acredito que eu esteja passando pela chamada ressaca literária... não me é algo comum, até tenho lido uma coisinha ou outra, mas não quero forçar nada e prejudicar um hábito que gosto tanto... o pior é que não tenho feita nada de muito produtivo nesse tempo que normalmente seria usado lendo. Enfim... logo tudo volta ao normal... ou o mundo acaba... de um jeito ou de outro nada disso será um problema no futuro.

terça-feira, 29 de setembro de 2020

Os dias maus

 


    Há três anos eu comecei uma "tradição" aqui no no blog, todo mês de setembro trago algo relacionado à valorização da vida e tudo mais.
  Começou com uma carta ao meu eu de cinco anos atrás, quando os dias maus eram mais frequentes que os dias bons. No ano passado falei sobre um livro que é um verdadeiro estudo sobre a depressão.

  Este ano, como as postagens estão programadas eu acabei esquecendo, até que os dias maus chegaram...
  É fato que os dias maus sempre vêm, para todos, e diversas vezes sem um motivo, no meu caso eu não posso reclamar da minha situação atual, não me desentendi com ninguém, passei um tempo bacana com meus amigos... minha vida de forma geral está bem... mas eu não estou bem... eu conheço a sensação de desânimo e tristeza muito bem, sei que ela vai embora em alguns dias. Talvez piore antes de melhorar, mas sei que vai passar.
  O que é mais importante nessa situação?
  1. Guardar a mente. Cuidado com o que consome quando não está bem, conversas, músicas, filmes... nada que te faça sentir pior.
  2. Ignore os maus conselhos. Quando digo isso me refiro aos auto conselhos e ideias que surgem na sua cabeça quando você não está legal, li algo sobre pensamentos invasivos uma vez: "Você não pode evitar que os pássaros voem sobre a sua cabeça, mas pode evitar que façam ninho sobre ela"
  3. Espere. Tudo bem não estar bem, mas nunca se esqueça que isso vai passar.
  4. Não desperdice oportunidades de melhora. Converse e se abra com as pessoas que ama, boa parte dos meus amigos já sabem que não estou bem, eles sabem o que esperar de mim e tenho certeza que em tenho em quem me agarrar se não conseguir andar. Mesmo sabendo que não chegarei a tanto é bom saber onde é seguro se apoiar.
  5. Tenha fé. "A sabedoria da vida está em ter consciência de que os bons momentos passam, mas os maus também passam" Essa é uma frase do meu pastor (ou de alguém que ele leu, sei lá). Saiba que existe alguém maior e que nada escapa do controle dEle, mesmo que você não entenda o porquê de as coisas acontecerem.

  Você talvez não saiba o que acontece com você, eu também não sei, ajuda especializada (psicólogos, psiquiatras e afins) é muito útil. Eu faço terapia? Não, já fiz, mas por pouco tempo... Sempre que os dias maus chegam me arrependo de ter parado. Mas sei lá... nos dias maus a cabeça não funciona 100% tento seguir os passos que passei acima e evito ao máximo decisões muito importantes nesse período, taí, esse pode ser outro tópico, o número 6.
  Não se afunde e evite ficar sozinho poderiam ser o número 7, inclusive. 
  Enfim... não acredite demasiadamente em você mesmo quando os dias maus chegam, eles tornam o coração mais enganoso do que é normalmente.

  E tente se animar, sem forçar, pois isso pode causar frustração... mas tente. Talvez não funcione, mas vale a pena.



quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

E aí fevereiro?

  Faltam dois dias para esse mês acabar, até agora ele já me levou um celular, um emprego, minha conta no skoob com uma reputação de anos e mais de 100 trocas no plus e meu orçamento futuro com um aumento de 18% no aluguel, ao acordar essa manhã percebi que minha folga da mandíbula está alcançando um nível preocupante quando ao bocejar fiquei cerca de dois minutos sem conseguir fechar novamente a boca. Mas me surpreendi ao me ver aliviado por algumas coisas, o emprego já estava me esgotando de todas as formas possíveis, estou entre outros dois no momento, ainda esperando resposta da minha primeira opção, mas com a segunda engatilhada.
  Me permiti hoje a um dia de folga, em parte para arrumar a casa, em parte para cadastrar novamente todas as minhas informações de leitura no skoob (mais de 450 livros lidos, sem mencionar quadrinhos e revistas, organizando por mês, já que o dia não consigo ver, parei em 2016, depois continuo). Precisava ter gravado o video do mês sobre Novelas Exemplares do Cervantes, mas, como disse, estou sem celular, precisaria terminar as trocentas postagens iniciadas aqui no blog, mas não estou com cabeça para isso agora, queria terminar os livros que estou lendo, já que em março li muito pouco, mas vou me permitir a indiferença em relação às leituras.
  Estou preocupado com o que virá, mas não tanto quanto era de se esperar, não estou perdendo o sono, sei que eu não posso controlar nada, mas acredito que o que Deus quiser, assim será, mesmo que seja diferente do que eu quero, com certeza estar falido no nível que estou nunca esteve e meus planos, mas meu sustento vem dele, se já houve uma época em que sem ter nada para comer me apareceu alguém na porta de casa me oferecendo uma marmita, se quando eu reclamei, secretamente, da versão da minha Bíblia me apareceu um estranho me dando outra de presente, se quando fui intimado a agir de forma desonesta com os clientes de uma antiga empresa um novo emprego literalmente caiu no meu colo, se eu nunca fui desamparado, mesmo quando achei estar, sei que não é agora que tudo vai para o brejo, já tive provas mais do que suficientes para confiar e ter esperança. Vou deitar na cama e esperar que a solução caia do céu? Não! Mesmo que algo caia do céu para você não vai acontecer enquanto estiver estirado na cama (de joelhos a lado dela, talvez).

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Sobre a vontade de escrever e não ter nada para dizer

 
  Como vi certa vez, não me recordo onde:
"Aviso aos navegantes: navegar é preciso"
  Qual o sentido disso? Me diga você! Bicicleta parada não fica em pé, água parada dá mosquito, blog parado é esquecido e vida parada se apaga aos poucos.
  Como está bem claro devido ao espaço do histórico do blog ali ao lado, eu não tenho sido muito frequente por aqui, mas tenho produzido um pouco mais, não muito, só um pouco, lá no YouTube, fico feliz em ver que vários amigos que fiz por aqui também me acompanharam na mudança de plataforma, muitos, mas não todos (Kelly, estou te esperando por lá), e assim como fiz amigos aqui, os quais continuo acompanhando, fiz amigos por lá, destaque para um português que comanda o canal Aprendiz de Leitor (Conheça clicando aqui). O meu canal não tem grandes pretensões, quero compartilhar minha opinião com quem estiver interessado, o mesmo que fiz aqui, por algum tempo, e continuarei fazendo, sempre que possível, uma coisa não exclui a outra. Mas acho que no YouTube minhas pretensões são ainda menores do que são por aqui. Não divulgo o canal (Se quiser conhece pode procurar), nem sequer edito os vídeos (o fato de eu não saber como fazer isso obviamente colabora), com o blog eu tinha grandes pretensões, me tornar reconhecido o suficiente para que ele me gerasse renda e conseguisse parcerias com as editoras para poder receber livros, ser contratado para publis e tudo o mais, fato é que, nunca cheguei a ser contratado para publi, meu "público" não é grande o suficiente para que isso valha a pena para algum autor, já recebi livro de autor e já tive parceria com editora, mas acabei cancelando a parceria pois me sentia meio preso, meu ritmo de leitura não ´grande, e ter a responsabilidade de ler os livros que a editora me mandava todos os meses me desanimava um pouco, foi uma ótima experiência, mas não sei se valeu a pena para a editora. Foi uma época boa para o blog, onde a Carol também escrevia... inclusive acho que vou pedir para ela voltar....
   Enfim, tenho pensado em uma ideia para um conto, uma ideia que surgiu aos poucos através de um fato acontecido no livro Quase Memória, do Cony (Sobre o qual ainda quero falar por aqui) e também das minhas conversas com o já citado Hugo, já citado mas só agora nomeado, se essa ideia for para frente prometo que aqui será o primeiro lugar onde falarei sobre.
  Se você está se perguntando qual é o principal motivo para eu estar escrevendo isso olhe o título, eu só queria escrever, não me importava muito o que, descobri que isso me acalma, descobri que me conforta, descobri que me ajuda a refletir e ver quando meus pés estão na lama, me ajuda a colocar-me de volta em solo firme.
  E é isso, mesmo sem ter muito o que dizer acabei dizendo bastante coisa, não estava transtornado, um pouco ansioso, talvez, em relação a coisas que talvez eu fale no futuro, ênfase no talvez, enfim... that's it...


sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Considerações sobre essa sexta-feira 13 [agora não sei se é a quarta ou a primeira]

  Esse será um post rápido e sem ilustrações, já que estou no tablet e fica complicado pra ilustrar o post.
  Enfim, várias notícias nessa sexta13. Primeiramente: são nove da noite e faz pouco mais de uma hora que percebi que hoje era uma sexta-feira 13
  Estou irritado, muito irritado... a Carol, que escreve, eventualmente, ali para o blog foi atropelada essa semana, felizmente ela está bem, mas combinei com um amigo, que, por acaso, é o namorado dela, de irmos ver ela ontem, mas algumas ações de terceiros tornaram impossível a minha saída de casa.
  Essa data também está marcando o falecimento do Leitor Antissocial, nasce hoje o HIATOS (com 2 Ts apenas no endereço porque o normal não estava disponível).  Por que mudei o nome? Ele já não conduzia tanto comigo e com a proposta que quero desenvolver aqui. É o novo nome é também uma brincadeira para os meus sumiços, claro que devido à mudança de endereço vários links agora não funcionam, estou arrumando isso, acho que até o aniversário do blog, em Julho, ja estará tudo ajeitando.



É é isso,
Agora vou assistir Desventuras em Série, caso contrário corro o risco de apanhar de um amigo meu amanhã.



sexta-feira, 13 de maio de 2016

Considerações sobre essa sexta-feira 13 [Pela terceira vez]

  Oi povo,
  Vocês talvez estejam pensando que deixei essa postagem para o fim do dia justamente para poder falar melhor dessa sexta-feira 13... mas não, isso foi apenas porque não tive tempo de escrever nada antes.

  Normalmente escrevo as postagens um dia antes e as deixo programadas para a meia-noite dos dias de postagem (domingo quarta e sexta) mas como ontem saí do serviço e fui ao cinema ver o terceiro filme do Capitão América acabei chegando muito tarde em casa e não tive como postar, poderia postar minha opinião sobre o filme em um breve comentário mas como o filme já está quase saindo de cartaz e acho que todo mundo já viu achei que não valia muito a pena. Basta dizer que adorei o filme e talvez seja a empolgação, mas acredito que não, pois estou sendo bem mais crítico em relação aos filmes, mas é o segundo melhor filme da Marvel até agora, perdendo apenas para Soldado Invernal, vai ser difícil superar aquele.


    Hoje fui acometido pela minha dor de cabeça "quaternal". Acho que já disse aqui em algum momento que raramente fico doente (gripes e resfriados não contam) e digo que isso acontece porque morro de preguiça de hospital. O fato é que por ter essa saúde inabalável toda a vez que minha dor de cabeça ou alguma outra coisa, pra mim, anormal me ataca eu me desespero e começo a pensar sobre a morte... vai entender, acho que é o drama que está no sangue da família.

  Consegui diversas caixas de Tirolzinho (o achocolatado, sabe?) por R$0,50. Ou seja, terei café da manhã pronto por uns dias.

  Hoje descobri que uma passagem de avião nos Estados Unidos para uma viagem de cerca de 4000 km é mais barata do que uma passagem de ônibus aqui no Brasil para um percurso de nem 1000 km direito.


  Queria fazer um enquadrando sobre o primeiro volume de One-Punch Man porque a muito tempo não lia um mangá tão bacana, mas acho que vou esperar terminar ele inteiro, ou seja, teremos postagem especifica sobre essa história daqui a quase dois anos... se eu lembrar.


  A Amazon (juro que vou começar a cobrar comissão) está fazendo uma série de promoções para meio que fazer uma contagem regressiva para do Dia da Toalha, e a de hoje me deixou verdadeiramente tentado, a dúvida é, será que aproveito essa ou espero dia 25 pra ver o que vai ter de especial?



  E hoje é isso povo, como está sendo a Sexta-feira 13 de vocês? E lembrem-se, não existe essa coisa de dia azarado.


sexta-feira, 29 de abril de 2016

Divagando

  Oi povo,
  Estava pensando no que postar hoje, e a princípio já seria um divagando, mas na hora de escrever eu esqueci o porquê de eu estar querendo fazer um divagando... mas vou falando várias coisas, provavelmente a ideia inicial não reaparecerá mas enfim, é por isso que se chama "Divagando".
  Por falar em se chamar. É a primeira vez que chamo de divagando, as outras vezes chamei de:


  Enfim...

  Encontrei o interruptor que define a temperatura da minha cidade....

  Eu gosto do frio, mas seria bacana se a alternância entre os 38 e os 3 graus fosse um pouco mais, como dizer? Suave... adoraria que fosse progressiva... isso facilitaria bastante as coisas. Estávamos derretendo na terça, com sua tarde de 30 graus, e quando acordamos na quarta os termômetros marcavam, olha só: 3 graus ¬¬'








  Eu falei esses dias (mais especificamente aqui) que estava em busca de um livro desaparecido da minha coleção... hoje encontrei ele por acaso, já havia aceitado que ele estava perdido. Agora retomarei a leitura \o/









  Já fiz duas listas com os livros que mais quero aqui no blog, acho justo falar quais livros daquelas listas eu já consegui:
  Da primeira lista (essa aqui):
  Consegui O Temor Do Sábio, mas ainda não li
  Consegui Jurassic Park (E você pode ver o que achei dele clicando aqui)
  Também consegui 1984, mas meu medo de me decepcionar ainda não me permitiu pegá-lo para ler.
  Dessa lista também comprei o ebook El Mundo Perdido.
  Na lista eu falei que queria muito ler o livro O Mundo Perdido do Arthur Conan Doyle, livro que inspirou a incrível série de mesmo nome:
  Procurei uma edição bacana do livro e não encontrei, procurei no Kindle Unlimited e não tinha, e acho que não encontrei nenhuma versão em ebook em português, e como pretendia entender a história comprei a versão em espanhol, já que meu inglês não é lá essas coisas, já comecei a ler, mas sem nenhuma pressa... estou pensando em fazer uma série regular de postagens pra falar de como está sendo ler um livro em outra língua (mesmo que seja espanhol, que é praticamente a mesma coisa)





  Da segunda lista (essa)
  Consegui Onde Cantam os Pássaros (e estou muitíssimo feliz por isso, você pode ver o que achei do livro clicando aqui)
  Consegui Objetos Cortantes, mas ainda não tive tempo de pegar ele.
  Consegui também, da forma como disse que conseguiria, Quando o Vento Sumiu (e você vê minha opinião sobre ele clicando aqui)
  Também já garanti o meu Simples Assim e estou aguardando o momento perfeito para lê-lo, porque acredito que ele também será perfeito.
  O Ventania, do brasileiro Alcione Araújo, já está me esperando graças ao Kindle Unlimited....



   Também comecei a ler O Deserto dos Meus Olhos, e minha história com ele é bem bacana, pelo menos a meu ver...
   Comecei a lê-lo também pela "netflix da amazon" mas quando comentei com o autor que estava lendo ele disse que sairia a versão física, aí parei a leitura e garanti a minha edição linda e maravilhosa, que veio autografada, inclusive, e quando ela chegou recomecei a leitura do início, então vi na amazon que poderia comprá-lo por, bem... baixá-lo de graça, sem ser pelo serviço de assinatura. E baixei também.
  Estou adorando o livro e com muita pena de lê-lo, quero que ele dure muito.




  Nesse momento estou vendo, no canal TCM, um episódio de Xena: A Princesa Guerreira onde a protagonista enfrenta figuras da mitologia hindu e... é meio que medonho:
  O episódio acabou de acabar e os atores tiveram uma conversa com o tele-espectador sobre a religião hindu, dizendo que o objetivo do episódio foi apresentar a mitologia da religião para que mais pessoas conhecessem, e a Gabriele (Renee O'Connor) diz uma frase até batida mas totalmente verdadeira: "Com o conhecimento vem a tolerância."
  E já que estamos falando de Xena, sim eu sempre fui viciado no seriado (o nome da minha cadela é Xena, e sim, ela adora subir em árvores... vai entender) e sou apaixonado pela Lucy Lawless

  Sei que ela já não é mais tão jovem mas tive que colocar essa foto ♥.♥


sábado, 10 de outubro de 2015

Untitled



  Talvez o que eu escrever agora não fará muito sentido, só quero esvaziar a cabeça um pouco, estou me sentindo Donna Noble antes do Doutor apagar a mente dela...



  Momentos em que você pensa em milhares de coisas ao mesmo tempo, uma coisa vai puxando outra, que puxa outra, que puxa outra... tanta coisa pra assimilar, lembrar e fazer: No trabalho: código dos clientes, reduzindo as pessoas a números, algumas até parecem números, você já percebeu isso? A Carol, por exemplo, ela parece o número 1 não há uma razão específica, ela me lembra o número, assim como a Sílvia parece um 6... e tem as verduras, elas tem todo o sentido serem números, afinal se você for passar compras em um supermercado absolutamente tudo se transforma em números...
  Cada palavra que penso me traz outra centena de palavras e situações a mente. Mente me lembra um antigo chefe, no meu primeiro emprego, porque ele adorava mentir, me primeiro emprego me lembra pedra, porque lá perto ficava uma serra (monte) formada quase exclusivamente de pedra, isso me lembra a minha irmã, que teve dificuldade de escalar essa serra da primeira vez que foi, e quando questionada sobre a força que tinha para me bater se justificou dizendo que eu era muito mais mole que as pedras, o me me lembra do mingau que comia quando estava na escola, lanche de escola me lembra meu terceiro emprego, o primeiro em um supermercado, que me lembra a Eliete, que se lesse isso iria pensar que perdi de vez o juízo, juízo que me lembra dentista. que dentre tantas vertentes que me leva vamos ressaltar duas: dentista de Caçu, que queria arrancar meus sisos e até hoje me arrependo por não ter deixado, e também o Dr. Anderson, um mineiro que mora na minha cidade super gente fina que sempre que vou a seu consultório, nunca para uma consulta, ainda, converso horas com sua secretária/esposa sobre filmes, séries e livros... o que me lembra animê, que ao mesmo tempo me lembra a Ihorrane, uma grande amiga e seu atual marido, e também me lembra de Bakuman, o primeiro mangá que acompanhei, dos mesmos autores de Death Note, cujo mangá ela me passou para assistir, e também me lembra o Ricardo, um grande entusiasta de mangás que me apresentou muitas histórias bacanas, que me deu o segundo livro de The Walking Dead e me "apresentou" à Ivanilza, uma moça que trabalhava no escritório lá no mercado e também gostava de ler, que pegou meu livro Eu Sei O Que Você Está Pensando e nunca mais devolveu. Além de ter ido comigo (o Ricardo, não a Ivanilza, marido dela era bravo) tomar açaí pouco tempo antes de eu sair do mercado, onde tive uma discussão com o atendente pois o açaí puro era mais caro do que o com banana.
  Isso também me lembra a Grafite, uma livraria a um quarteirão do dito mercado, e da dona Maria, a atendente que conversava horas comigo enquanto eu ficava olhando os livros, e guardava várias pilhas de livros para quando eu recebesse ir buscar, coisa que também fazia o professor dono da banca em frente ao outro grande mercado da cidade, filho do Marcão que eu jamais decorei o nome, o começo do meu vício por quadrinhos de super-heróis, que me traz de volta a mente cheia: cronologia DC, cronologia Marvel, histórias clássicas, universos paralelos. O déficit de atenção causado por jamais me contentar em acompanhar uma única história por vez, lendo um gibi ou livro enquanto assisto dois episódios de uma série ao mesmo tempo, a capacidade de lembrar de todas as histórias que já li, de todos os quadrinhos que criei e os que nem chegaram a ir para o papel, os contos que só existem na minha mente e ficam pedindo para serem colocados para fora, que me lembra a Meire a Paula e a Herla... todas as pessoas que já conheci, todos os nomes que uma vez decorados jamais são esquecidos, o senso de direção que assusta até a mim mesmo fazendo com que passatempos de labirintos sejam excitantes no início mas decepcionantes no momento em que começo. A mudança de estado na idade de formação da personalidade que me deu uma baita sacudida que levei anos para me recuperar e depois de recuperado a volta para o antigo estado, o asco que a visão que tenho em minha frente agora me causa junto com o conforto que me proporciona, o amor. Uma coisa tão presente e necessária e ao mesmo tempo tão deturpada e prostituída.
    Atos incompreensíveis das pessoas ao meu redor e até minhas mesmas, o dèja-vu inverso, que me lembra universo, que me lembra estrelas planetas e constelações, que me lembra meu pulso direito, onde suas três pintinhas me lembram o Cinturão de Órion, que ao mesmo tempo me lembra o personagem enfadonho da DC e do filme escapista Homens de Preto.
  Conhecimento científico e religioso, tão diferentes e conflitantes mas em alguns pontos extremamente concordantes e semelhantes, isso me lembrou lontra, não pergunte porquê, que me lembrou minha segunda escola, que me lembrou episódios de tampas de garrafa, massa de modelar, fluor, pinhão e óculos quebrados, que me lembra super bonder, e também formigas de fogo, dois formigueiros na garagem, devoravam qualquer coisa que jogássemos lá, inclusive alguns besouros dos enxames que se formavam na temporada de reprodução, onde o chão sedia sob os passos de dia e era impossível sair a noite, minha primeira visão de uma verdadeira chuva de meteoritos, nada muito visível graças as nuvens, mas a emoção de contemplar umas três pedras e desenhar insistentemente as direções que tomaram e criar histórias sobre onde caíram.
  As músicas, textos e conversas que sou capaz de reproduzir, a fé inabalável que diz que tudo acontecerá a cada um conforme se acredita, a dúvida inquebrável de que nada pode provar que o que eu vejo verde você pode ver vermelho mas ambos chamamos de verde porque fomos ensinados que aquilo é verde, a desconfiança de que estamos todos presos dentro de nossos próprios cérebros e as pessoas que conhecemos nada mais são do que frutos de nossa imaginação. A busca, muitas vezes infrutífera, pelo conjunto de palavras que despertará os sons, cheiros e sabores tão amados.
  O parco conhecimento de inglês com a capacidade de entender mas não de falar espanhol e a criação do senofês, língua fictícia com um alfabeto que não existe realmente para incrementar as histórias que criava, a falta de sorte nos sorteios e a saúde de ferro sustentada unicamente pela imensa preguiça de tomar remédios e frequentar postos de saúde e hospitais. Não sei se são sinapses demais ou neurônios de menos, mas é fácil entender porque existem tantos loucos no mundo.

  Enfim... vou tirar umas férias do que me for permitido tirar férias para manter minha sanidade, continuarei postando mas sem uma ordem pré-determinada. vou tentar excluir um pouco de informação da cabeça. ela está meio que superlotada, mas depois desse "desabafo" aí já me sinto bem melhor.

domingo, 6 de setembro de 2015

Digerindo

  Não é de agora que penso na imensa besteira que fiz ao escolher os Melhores do Ano, Foram realmente os melhores? Foram ótimos, mas pelo menos dois erros eu creio ter cometido.


  Marina, Eu Sou Malala, A Graça da Coisa, Dois Rios, A Guardiã da Minha Irmã merecem estar aí, com toda a certeza, não que outros não mereçam, mas esses foram os melhores dentre os melhores. Já se passou um ano desde que li a maioria deles.

  Dando sentido ao título da postagem, assim como os benefícios dos alimentos são distribuídos entre as células do corpo depois que o alimento é diferido, só vemos o quanto fomos realmente impactados, mudados e tocados por determinado livro depois que digerimos. Ou, depois de digerirmos percebemos que o livro não era tudo aquilo que pensávamos num primeiro momento, começamos a pensar na história e encontrar pontas soltas (não é o caso do que vou falar aqui, mas acontece), consideramos os livros incríveis no momento da emoção, e depois que o "elemento surpresa" passa percebemos que ele foi bom em... surpreender (tentei não ser repetitivo, elemento surpresa, surpreender... não sou um bom usuário de palavras) mas não nos trouxe nada novo, nenhuma nova visão do mundo, lição para a vida e essas coisas... Por isso gosto de mostrar os livros que li durante o mês no fim do mesmo, ou melhor, no início do seguinte, se depois de alguma digestão minha opinião sobre ele ficar mais clara e eu perceber que o julguei mal, ou melhor do que merecia, falo por lá, tudo bem que talvez um mês seja pouco para digerir, tanto que os livros que serão mudados, se houver consentimento mútuo, serão devidos às leituras de dezembro, o mês onde escolhi Os Melhores do Ano.


  O primeiro, e, acredito eu, mais óbvio, é O Nome do Vento, um romance de formação que ensina sobre honra, amor, dedicação e sonhos, que nos transporta para um mundo fantástico onde o fato de controle através da afinidade e o poder dos nomes são elevados a outro nível, se pararmos para pensar, você tem mais influência sobre quem você tem mais afinidade, não é uma questão de controle ou algo do tipo, é simplesmente que se você precisar de ajuda é mais fácil consegui-la de alguém que conhece intimamente. Da mesma forma o nome, o nome é seu título, é pelo que as pessoas te conhecem, essa palavra tem poder sobre você, de certa forma. Quando alguém a grita atrai sua atenção. É praticamente automático, algo a que você está ligado.

  Ah, então teremos mais esse? Não, tiraremos um, que depois de digerir não me traz muuuuuita coisa nova, não que não seja um livro bom, mas dizer que está entre os 10 melhores do ano é exagero. Esse livro é o Por Toda a Eternidade. Que se tiverem a oportunidade de ler, leiam. Mas ele não será sorteado por aqui, pelo menos não entre os Melhores do Ano.
  Outro livro que li em dezembro e acabou entrando para a lista de melhores do ano por eu ainda estar impactado por ele foi o Seis Anos Depois, é um livro incrível, mas uma das minhas "políticas" e não colocar mais de um livro do mesmo autor nessa lista, a menos que se torne impossível, e até eu ler Seis Anos Depois, Cilada havia sido o melhor até então, e agora, depois de digerir bem as duas histórias, percebo que o pódio das minhas preferências em relação ao HC fica respectivamente

  1. Cilada
  2. O Inocente
  3. Seis Anos Depois/Quebra de Confiança
  Seis Anos Depois já foi sorteado, duas vezes inclusive... então não posso prometer que eu vou, ou não, sortear o Cilada... depende se aumentarem meu salário (porque já mudei de cargo a três meses e até agora nada >.<)

Algumas considerações finais e perguntas...

  Ainda não decidi se vou embarcar na minha TARDIS e viajar pelo espaço tempo substituindo os livros nas postagens relacionadas, vocês acham que eu devo?

  Pra quem achou estranho eu ter deixado o aniversário de dois anos do blog passar em branco tenho uma explicação: Eu tinha planejado uma coisa bem bacana, mas entre a mudança no serviço, umas contas inesperadas e a inabilidade em dirigir que me levou a bater o carro do meu pai esses planos acabaram se frustrando.

  Não sei se todos vocês sabem, mas toda a opinião postada aqui no blog (do livro Arkansas, pra cá) estão "linkadas" com a página do livro em questão no Skoob, e todas a partir do Caixa de Pássaros (livro incrível) possuem foto dos autores, e essas fotos também estão linkadas a algo, a quê? Depende de qual ;)

  Exclusivamente ao Tony, à Nina e à Gisleyne: O que vocês acham de, ter apenas mais uma eliminação (além da que já está em votação e tirará um de vocês três da disputa) e quem não for eliminado leva os três livros que sobraram? No caso, seriam A Guardiã da Minha Irmã, Atormentada e Eu Sou Malala, e a(o) que ficar em segundo leva O Nome do Vento? Ou outra combinação que achem melhor...

  Tenho certeza de que tinha mais alguma coisa mas agora eu não consigo mais me lembrar...

  Enfim, obrigado a todos por virem aqui. Grande abraço pro6 e conversamos nos comentários ;)


domingo, 12 de julho de 2015

Passando rapidinho pra avisar

  E aí gente... hoje, apesar de ser domingo, não teremos postagem... está me faltando um negócio chamado conteúdo sabe?! Ah, mas e as tags que você foi indicado e ainda não respondeu? Tá faltando o negócio do tempo também! Mas vocês podem ir lá no Quimeras Mirabolantes e conferirem o resultado do 5° sorteio do Melhores do Ano, dessa edição ;)
  Pra quem tem curiosidade de como anda a minha maratona: Acabou a primeira semana e eu não terminei nem um livro sequer ainda... (floooooooooooooooooop)


  E é isso, fiquem com essa tartaruga para dar mais beleza a esse post:


domingo, 12 de abril de 2015

[Lista] 20 passos simples para não ter até a sua sétima geração amaldiçoada pelos funcionários de um supermercado



  Oi pessoas, hoje vim falar um pouco do meu trabalho, pra quem não sabe sou caixa de supermercado, e as vezes recepcionista, quando um(a) deles(as) sai de férias...
  Resolvi fazer essa lista porque não sou o único que acha que clientes são seres estranhos (pra não falar outra coisa) e incentivado pelo conteúdo do blog da Hillé (se por alguma razão absurda você não conhece tal blog clique aqui) elaborei essas regras incrivelmente simples de serem seguidas...


1. Não peça desconto, tudo que o caixa não te cobrar ele terá que pagar do próprio bolso, e convenhamos que você não gostaria de pagar uma parte das compras de alguém que nunca viu mais gordo, certo?

2. Não ligue para o mercado pedindo para levarem n coisas pra sua casa, larga de ser preguiçoso e vá até lá. Caso não possa ir mande seu filho, marido, vizinho, cachorro...

3. Não reclame com os caixas, balconistas, fiscais, recepcionistas, verdureiros ou empacotadores sobre o preço dos produtos, não somos nós que decidimos isso, do mesmo jeito que não somos nós que decidimos quando determinado produto entrará ou sairá da promoção.

4. Falando em promoção: Se você vê um cartaz dizendo "Leite Tirol por apenas R$18,50" não queira levar o leite Aurora, cuja a etiqueta diz 23,75, pelo mesmo preço, leiam os cartazes.

5. Não temos culpa da Dilma estar no poder (pelo menos nem todos nós)

6. Entendam que o caixa rápido só será rápido se suas regras forem respeitadas, regras essas que são:
I-   Apenas cestinha (Máximo 10 ou 15 itens, depende o mercado)
II-  Apenas dinheiro, cartão ou convênio (em alguns mercados apenas dinheiro)
III- O Cliente embala as próprias compras.

7. Não nos xinguem quando o patrão não quis fornecer brindes de Páscoa, Natal, Dia das Mães, Aniversário, Carnaval ou dia da Árvore. É o mesmo processo do preço das mercadorias.

8. Não abra as portas do mercado para entrar depois que já foram fechadas, mercados costumas ficar abertos cerca de 12 horas (alguns até mais), tempo de sobra para todo mundo ir.

9. Se você está em um mercado de Santa Catarina, não tente passar um cheque de Goiás, não precisa nem de explicação né?!

10. Jamais utilize as frases:
I- "Um mercado desse tamanho não tem (nome do produto que foi informado que não se encontra a venda no supermercado)" E, pelo amor de Deus, entendam que é proibido por lei a venda de medicamentos, mesmo Anador, em supermercados.
II- "Cadê o (nome do dono)" Frequentemente usada quando impedimos o cliente de burlar alguma regra.
III- "Ah, deixa por (valor inferior ao que você gastou), o mercado tem mais dinheiro do que eu" Voltamos lá pra primeira regra, o mercado pode até ter mais dinheiro que você, mas o(a) caixa provavelmente não, considerando que ele(a) está trabalhando enquanto você está comprando.

11. Ter educação não vai te machucar de forma alguma. (e não só com os funcionários do mercado, respeito é bom e todo mundo gosta, várias das próximas regras "descendem" dessa.)

12. Nunca pague R$0,90 com uma nota de R$50,00, e junte todas as moedas que tem em casa e no carro para ir ao mercado (é surpreendente o número de clientes para os quais a gente pede se tem moedas e eles dizem "Ah, tirei todas da carteira/bolsa/carro antes de vir". E não peçam nossas moedas ou trocos, dependemos deles para trabalhar e atender clientes que não obedecem a primeira parte dessa regra.

13. Se você tentou passar seu cartão e apareceu Não autorizado, Motivo 51 ou 58 (Saldo insuficiente), Contate o Emissor ou algo do tipo, não adianta teimar dizendo que o problema é no nosso sistema.

14. Se o sistema de cartão não está funcionando, não nos xingue, não fomos nós que o tiramos do ar, na verdade, adoraríamos que todos os clientes pagassem com cartão.

15. Tecnicamente, sabemos mais sobre as regras do mercado e o funcionamento do mesmo do que você, então quando dissermos "não dá" é porque NÃO DÁ!!!!!!

16. Se você chegou à recepção e o recepcionista está atendendo outra pessoa, espere sua vez, o que nos leva a próxima regra...

17. Respeite as filas, mais uma vez fazendo referência ao 11° passo.

18. Nós não somos psicólogos, não precisamos ou queremos ouvir seus problemas, não podemos te dar conselhos e não merecemos ouvir sua história com o exame de próstata. (Acreditem, tem muita gente que faz questão de contar esse tipo de experiência)

19. Somos humanos e cometemos erros, assim como ter educação, ter um pouquinho de paciência e compreensão não vai te matar.

20. Não reclame do mercado estar cheio, não temos culpa se a maioria esmagadora do povo tem medo que o mundo acabe no domingo ou no feriado, se quer comprar com tranquilidade vá numa segunda-feira, de uma semana que não tenha feriado, entre os dias 15 e 20, ao meio-dia e meio.

  Existem muitas outras coisas que você pode pode fazer para evitar que uma praga seja rogada sobre você ou sua descendência, mas vou parar por aqui hoje, não inclui passos de como se portar com os balconistas da padaria ou do açougue, nem com os repositores, pois nunca trabalhei nesses setores e não sei o tipo de coisa absurda (porque tenho certeza de que são absurdas) que os clientes fazem com eles.
  E entendam, mesmo que alguém esteja sendo pago para prestar algum serviço a você, você não deve se aproveitar disso, sinta-se grato e seja simpático, isso fará você ser lembrado e aguardado, o funcionário que te atendeu falará para outro quão educado você é e da próxima vez que ir ao estabelecimento todos farão questão de te atender da melhor forma possível.

domingo, 16 de novembro de 2014

A Quantas Anda? #2 [a preguiça anda bem, obrigado]

  Então minha gente, como 6 tão? A uns quatro meses eu fiz o primeiro A Quantas Anda? Quando eu não estava conseguindo me ater a apenas um livro... de lá pra cá isso não mudou, a diferença é que ando com um pouco de preguiça de fazer qualquer coisa, inclusive ler... dessa vez são "apenas" quatro livros em andamento. Estão prontos para mais um post com fotos desfocadas que parecem ter sido tiradas por um paciente com mal de parkinson? Vamos lá!!!!
Vale lembrar que meio que me inspirei na coluna Histórico de Leitura do blog do Gabryel.

  O Lago Místico - Kristin Hannah
  Total de Páginas: 349      Páginas Lidas: 200
  Não coloquei Kristin Hannah na lista de autores dos quais quero ler tudo que publicarem pelo motivo de... não quero ler tudo dela, se tiver a oportunidade beleza, mas não está entre as minhas prioridades, mesmo assim não resisti a esse livro, que sabia que seria um drama, e pelo que li na nota da autora (que ela intitulou de "Querida Leitora" desprezando os homens que leem seus livros) é o primeiro drama dela, algumas coisas me incomodaram mas está sendo bem bacana, e de místico só tem o nome... do livro e da cidade...

  Enterrem Meu Coração na Curva do Rio - Dee Brown
  Total de Páginas: 436       Páginas Lidas: 203
  Antes me permitam justificar a compra desse livro... Não sei se já falei isso aqui mas quando vi ele na "livraria" olhei a capa e li o título me deu uma depressão profunda e eu o comprei por desencargo de consciência... e ele é legal, mas tem muita, muita, muuuuuuita informação, o que torna difícil absorver tudo e a inocência dos índios com a cara de pau dos colonizadores torna a coisa meio repetitiva, tipo: "Ah, vamos assinar esse tratado de não invasão às suas terras e vocês não nos atacam." e depois matavam meio mundo de índios de forma cruel... tem vários depoimentos dos índios e também dos soldados, é triste, tocante e muito pesado, por isso vai indo bem devagar... é muito carregado para ir de uma só vez...

  Jogos Vorazes - Suzanne Collins
  Total de Páginas: 397       Páginas Lidas: 54
  Novembro é meu "Mês de Reler Jogos Vorazes" e sim, por causa dos filmes, li a trilogia pela primeira vez pouco antes da metade do ano passado e em novembro reli o segundo livro, por causa do filme, esse ano vou reler a trilogia toda, mal comecei o primeiro livro, peguei ele ontem passado das 23:00 e né... nem preciso comentar muito sobre :3

  O Nome do Vento - Patrick Rothfuss
  Total de Páginas: 648         Páginas Lidas: 231
  A capa é linda e a história é legal.... estou demorando uma vida pra ler esse livro porque ele não conseguiu me prender, por ser de fantasia, apesar de a parte fantástica ser bem suave, o fato é que é outro mundo, e o autor explica todas as "regras" existentes nesse outro mundo, o que, pra mim, torna um pouco cansativo, e a letrinha miúda não ajuda em nada... mas estou gostando...

  A leitura de O Melhor da Super anda maio capenga... quando tenho vontade de ler uma matéria e leio uma específica e pronto... ou nem termino se ela me aborrecer demais, ando flertando com outro livro da Martha Medeiros, mas nada sério, prometo...
  E vocês? A quantas andam suas leituras?

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

[Marca Texto] Infâmia - Ana Maria Machado

  Estava eu no serviço quando uma colega me abordou com a seguinte pergunta: "Você já leu Infâmia? Da Ana Machado alguma coisa?" disse que nunca tinha ouvido falar e ela disse que precisava fazer um trabalho sobre o livro mas tinha medo de a leitura ser muito difícil e pediu pra mim ler e falar se era fácil ou não, já disse que não é a leitura mais fácil do mundo, mas estou adorando o livro, e resolvi compartilhar com vocês um trecho que simplesmente adorei do livro.

"Em muitas histórias bíblicas eu me intrometi, desde o dia em que ganhei do meu padrinho aquele livro. E em muitas outras, de outros livros pela vida afora, à medida que fui crescendo e ampliando minhas oportunidades, conhecendo mais enredos. Invisível, silencioso, sem que nenhum deles desconfiasse da minha presença, eu acompanhava os personagens - uns bem mais do que outros, é verdade. José foi um dos meus primeiros favoritos. Encolhido num canto da cela, ouvi seus companheiros lhe contarem os sonhos que haviam agitado aquela noite. Admirado, escutei as palavras com que decifrou os relatos. Atento, fui aprendendo que todo relato tem interpretações. Mais de uma. Nenhuma é a única correta. Mas muitas são apenas falsas, mentirosas. Produto de fracas mentes. Desonestas. Servem ao mal. Podem até ser frutos de intelectos capazes, que escolhem se aproveitar apenas de alguns fragmentos dessas capacidades e bloquear certos cuidados minuciosos que o bem exige - facilmente contornáveis pelos que optam por ignorar tais escrúpulos. Decidem considerar qualquer rigor zeloso como simples pedregulhos no caminho, mero cascalho moral, reles areia descartável. Há quem prefira agir assim: velar a luz da consciência, ignorar minúcias dispersivas e elaborar raciocínios em mais sombrios territórios mentais, de modo a chegar logo a algum julgamento conclusivo."
   O que falar sobre esse trecho? Eu sempre me senti presente nas histórias que leio como um "wallflower" observando a vida passar. Mas intruso? Nunca me considerei assim, mas agora vejo que não há forma melhor de definir do que essa. Que direito temos de "bisbilhotar" a vida dos personagens? depois ele desenvolve o pensamento e começa a falar de interpretação, e mostra quão importante é ter cuidado, saber interpretar, e principalmente não ter preguiça, analisar com cuidado tudo que se esconde nas entrelinhas e não considerar apenas o que já está mastigado, não devemos ter preguiça de pensar...

sábado, 6 de setembro de 2014

[Surtando²]Filme do melhor livro já escrito na história

  Gente do céu, vocês precisavam ver a minha cara quando, passeando pelo Facebook (sempre que tem "surtando" no título eu falo que estava passeando pelo Face né?!) levantou uma "janelinha de notificação" do uma postagem da editora Rocco, e quando vi o começo da mensagem já falei "AH, MEU DEUS!!!!!!!!"... tudo que vi foi "Filmagens de A Luz Entre Oceanos..." e corri pra ver a matéria no site da editora...


    Basicamente, a matéria fala que o filme baseado no livro lindo, maravilhoso, perfeito, idolatrado, perfeito, instigante, perfeito e... já disse que é perfeito? de estréia da escritora australiana que tem meu amor eterno M. L. Stedman começa a ser gravado no final desse mês na Nova Zelândia.
M. L Stedman te amo moça
  Ele é um projeto da DreamWorks (porque é o sonho da minha vida ver esse filme, e se eles estragarem a história vocês verão a vastidão da minha ira) e será produzido por Jeffrey Clifford, que também produziu Amor sem Escalas (que nunca vi mas, apesar do nome repelente, vou procurar pra conhecer o trabalho do cara) e David Heyaman, um velho conhecido de muitos de vocês (mas não de mim) pelos 8 filmes da série Harry Potter e também pelo seu trabalho mais recente na produção do filme Gravidade. Será dirigido por Derek Cianfrance, de Namorados Para Sempre (outro filme que nunca vi) e protagonizado (agora vem a parte que me acalenta o coração de que não estragarão, pelo menos os personagens... pelo menos ao que depender dos atores) Michael Fassbender (o Magneto jovem dos últimos filmes dos X-men), Rachel Weisz, que eu não conheço mas ganhou o Oscar pelo filme Jardineiro Fiel (outro que vou ter que assistir) e Alicia Vikander, de O Amante da Rainha (que também não conheço... ops!).
   Ainda na matéria no site da editora vemos que o livro surpreendeu o mercado editorial com a velocidade espantosa em que alcançou "os mais cobiçados rankings de venda no mundo". Já são mais de 1,75 milhão de exemplares comercializados em mais de 25 países.
Fonte: Editora Rocco.

  Aproveitando que estamos falando de amor e perfeição do livro, vou fazer um breve comentário que será "marromeno" uma opinião, estava vendo a que escrevi quando eu li e não acho que ela faça jus ao maravilhoso livro ao qual me refiro... Tudo bem que nada que eu fale vai conseguir demonstrar o quanto amo essa história, mas vamos lá...
  
  A história narra a vida de Tom Sherbourne, um combatente da Grande Guerra que tem a sorte de voltar para casa inteiro, chegando na Austrália, na sua cidade mesmo, a qual já não me lembro o nome, salva uma jovem dos "gracejos" de alguns homens da cidade, a jovem fica "eternamente grata" e cada um segue seu caminho. Tom precisa de emprego, e mesmo já tendo se encantado com uma outra jovem da cidade vai trabalhar como faroleiro em uma ilha isolada da costa australiana, com esse livro eu pude ver o quanto a vida de um faroleiro é monótona, além de cuidar do farol ele precisa comunicar a central tudo, absolutamente tudo que acontece na ilha e em seus arredores: apareceu um barril flutuando, manda mensagem para a central falando que apareceu um barril assim, assim, assado a tal distância da ilha a tal hora do dia e o vento no momento estava soprando em tal direção a tal velocidade, acho que deu pra entender né.
  A moça por quem ele se encantou se chama Isabel, é filha de um homem importante da cidade, pelo que me lembro (preciso reler logo... mas ele está emprestado :/ ) e resolve abrir mão da sua vida de mordomias e casar-se com Tom e ir morar com ele na ilha, o anos passam, o casamento anda muito bem, obrigado. Mas Isabel não consegue manter nenhuma gravidez, e até isso ele precisa comunicar à central.
  Certo dia, logo após Isabel sofrer mais um aborto espontâneo, aparece um barco naufragado na costa da ilha, com um homem morto e um bebê recém-nascido ainda vivo...
  Eu queria basicamente dar uma sinopse do livro, mas vale comentar também que a narrativa torna interessante até as notificações que Tom precisa dar à central (não me lembro se esse é realmente o nome do escritório ao qual ele avisa sobre tudo), com descrições tranquilas, sem muitas divagações e explorando a mente ferida de Tom pela guerra.

  O último sorteio de melhores do ano será o sorteio desse livro. Nossa! Mas por que só o último? Para encerrar com chave de ouro branco cravejada de diamantes, rubis e safiras u.u

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