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quarta-feira, 13 de abril de 2016

[TAG] Fairy Tail

  Oi povo,
  Como vocês viram aqui, Fairy Tail é um dos meus mangás favoritos. E por isso hoje vim criar um TAG onde vou comparar os personagens do mangá com livros ou seus personagens... Assim sendo, vamos lá.

  Para ver minha opinião para os livros citados é só clicar em suas respectivas fotos ;)

01. Natsu - Um livro forte com foco em uma família

  Natsu é um dos protagonistas do mangá e boa parte da história se desenrola graças a sua família, ele fala com bastante afeto do pai, Igneel, que na verdade é um imenso dragão de fogo.
  Com certeza é Dois Rios da T. Greenwood, Um livro sobre uma família esfacelada, narrado por um homem inconformado com o mistério que envolve a morte da mãe, a injustiça que tirou a vida da sua esposa e o mistério que envolve a nova amiga da filha. É um livro que li a cerca de 3 anos atras e ainda me lembro vividamente de vários detalhes (inclusive do "Meus olhos por causa ardiam da água do rio" ótima revisão, pessoal, ótima) e acima de tudo é um livro incrível.

02. Lucy - Um livro "fraco" mas com personagens incríveis


  O fraco está entre aspas porque Lucy não é exatamente fraca, mas né.... dentre os outros personagens ela é a menos eficaz em embates, seu poder consiste em invocar criaturas, normalmente do zodíaco, mas nem essas criaturas são lá muito fortes. Mas ela é uma peça fundamental na história e, com certeza, a mais fácil de se apegar e se identificar.
  Enfim, Arkansas é um livro incrivelmente maçante e cato, mas possui dois protagonistas impagáveis, Kyle e Swin são incrivelmente cativantes e até tem uma história bacana, mas incrivelmente mal escrita.

03. Gray - Um personagem traumatizado

  Charlie, de As Vantagens de Ser Invisível tem um trauma que instalou nele uma timidez desmedida, um carinho incomum e uma confusão angustiante. No caso dele nenhuma criatura gigante matou sua tutora que tentou detê-la depois que seu imaturo aprendiz a conjurou só para provar sua força (e acabou percebendo que não era tão forte)

04. Erza/Elza - Um livro que impõe respeito

  O Nome do Vento é um livro que impõe respeito não só pelo seu tamanho, mas pela fantástica construção de mundo e magnífico desenvolvimento de personagens.

05. Wendy - Um livro aparentemente bonitinho mas que te sacudiu

  O Oceano no Fim do Caminho parece uma história fofa sobre nostalgia e memórias da infância, mas sob a superfície é uma forte trama sobre a fantasia que as crianças usam como anestesia para disfarçar o mundo que se despedaça a sua volta.

06. Gajeel - Um livro que você precisou insistir para gostar

  Pra começo de conversa acho esse livro incrível, mas foi difícil. Como vocês devem supor Nas Montanhas da Loucura e Outras Histórias de Terror é um livro de contos, e o livro abre com a novela (noveleta) que dá nome ao livro e AH-MEU-DEUS que história enrolada, ela tem sim seus momentos mas é enrolada e cansativa, anda, anda, anda e não chega a lugar nenhum, aí o cara descobre absolutamente tudo sobre a tal civilização misteriosa olhando para os desenhos das paredes... como uma amiga minha costuma dizer: me poupe.

07. Happy - Um livro que não faz sentido

  Para explicar a categoria: Happy é um mago, mas ele é um gato, que nasceu de um ovo de dragão... o que mais faz sentido nele são as asas, afinal é a única "mágica" que já vi ele fazer.
  A Menina Submersa: Memórias é um livro que anda em círculos e mescla realidade, fantasia, alucinações e desejos... se você prestar bastante atenção durante a leitura ele até faz sentido... mas é inegável que ele é extremamente confuso.

08. Minerva - Bonito por fora mas podre por dentro

  Com certeza uma das capas mais bonitas que já vi na vida é a do livro A Maldição do Tigre e ela teve sim, grande peso na hora de realizar a compra. E o livro é realmente muito bom... até a protagonista descobrir que o tigre na verdade é um "lindo príncipe indiano musculoso e com dentes hipnóticamente brancos". Aí o trem descarrilha e a história vira uma cópia mal feita de crepúsculo com uma personagem cheia de mimimi e um triângulo amoroso (coisa que destrói quase toda história). Ouvi dizer que os outros livros são melhores, mas não suporto pensar na possibilidade de ler mais uma fala sequer da tal Kelsey.

09. Mirajane - Um livro que não explora todo o seu potencial

  Mira, para os íntimos, é um das magas mais poderosas que aparece em Fairy Tail, nesse caso ainda bem que ela raramente entra em batalhas porque a forma que ela assume quando parte pra briga é, no mínimo, perturbadora (clica na imagem dela pra ver), e ela prefere ficar servindo de garçonete na guilda do que entrar em missões que exigirão que use seus poderes (acho que até ela tem medo de sua versão cheia de força)
  Mas enfim... um livro que poderia explorar mais seu potencial é O Silêncio do Túmulo, é um livro incrível, mas de suspense policial ela fica devendo bastante.

10. Zeref - Uma sequência que corrigiu os erros de seu antecessor

  Zeref é considerado o mago mais poderoso e maligno do mundo e é inegável que ele já causou muito mal na sua longa vida, mas atualmente ele é só um (aparente) jovem arrependido que se odeia por não conseguir controlar seus poderes (vai buscar poder nas artes das trevas, isso nunca dá certo) e tenta, sem muito sucesso, corrigir seus erros e expiar seus pecados.
  No caso, ainda estou lendo Peter Pan Tem Que Morrer, mas o autor já corrigiu muitos problemas e furos de roteiro que encontrei no livro anterior, falo mais disso quando fizer a "resenha" dele.

11. Juvia - Um autor que, pelos seus livros, pode-se perceber que possui alguma obsessão

  Uma das características mais marcantes de Juvia é sua incontrolável e, por vezes, platônica paixão por Gray. Paixão essa que só pode ser considerada obsessão.
  O que vou falar agora vai soar estranho, mas enfim. Tenho certa carga literária quando o assunto é Harlan Coben e pretendo ler tudo que ele publicar. Mas é inegável a sua obsessão por homens com cerca de 2 metros, musculosos e com ótimo senso de humor: 
Myron Bolitar, Matt Hunter, Jake Fisher e David Back protagonizam alguns de seus livros e provam o que quero dizer, sem mencionar o Win.

  E é isso meu povo, se você conhece ou não Fairy Tail e quiser responder a TAG fique a vontade, em especial gostaria de ver as respostas do Tony, do The Tony Lucas Blog porque sei que ele se interessa pelo universo de Fairy Tail. Também pensei em colocar o Makarov, a Levy, o Elfman, a Mavis, a Cana e o Loki mas aí essa TAG ficaria grande demais :x


domingo, 23 de agosto de 2015

[TAG] Livros em Fatias


  Então minha gente, o projeto culturação juntou duas das melhores coisas desse mundo: Livros e Pizzas :p

  Vi a TAG no blog do Tony (confira as respostas dele clicando aqui.)

  Para saber minha opinião mais detalhada sobre os livros citados é só clicar nas suas respectivas fotos ;)


1º pedaço: O mais gostoso de todos eles, aquele que você come primeiro com os olhos – Um livro que você comprou pela capa.




  Já disse isso antes mas vou repetir :p
  O principal motivo de eu ter comprado A Luz Entre Oceanos foi a capa, que achei linda, diferente de muita gente, pelo que andei percebendo, mas esse realmente foi um dos livros mais "gostosos" de se ler. Adorei a história, o que me fez achar a capa ainda mais bonita.










2º pedaço: Você está só começando e o segundo pedaço sempre deixa um gostinho de quero mais – Um livro que você leu e não vê a hora de lançarem a continuação.


  O Nome do Vento não foi um livro que me conquistou de cara... gostei da escrita e achei a história interessante, mas a vida dos Edena Ruh não me conquistou muito, achei bacana mas nada espetacular, mas aí a história é chacoalhada virada de cabeça para baixo e do avesso e você simplesmente não consegue mais largar o livro, e o final, minha gente, o que é o final? (Bast, senta aqui, vamos conversar, o que está acontecendo?) Ainda não sei porque deixei esse livro de fora dos Melhores do Ano, acho que não tinha digerido ele muito bem ainda...






3º pedaço: Aquele que te faz querer outros sabores – Um livro que de tão bom, te faz querer ler todos os outros do mesmo autor.


  A lista para essa categoria é grande, mas resolvi pegar um mais recente. Li Sono esse mês e depois do choque inicial com o final percebi o quanto esse cara é brilhante e decidi que quero, e muito, ler tudo que ele escrever.











4º pedaço: Quando você pensa que não vai conseguir comer, ele apenas abre mais o apetite – O livro que você não gostou no começo, mas que depois a leitura ficou irresistível.


  Pra começar vamos deixar uma coisa clara: Quem é que acha que não vai conseguir aguentar o quarto pedaço de uma pizza? Se for o sétimo vá lá, mas o quarto?
  Gula à parte vamos ao que interessa:O começo de Planeta dos Macacos foi bem maçante para mim, na verdade não o começo, começo, mas logo depois que os personagens chegam em Soror, e apesar de em momento nenhum da história termos uma grande passagem de ação s coisas melhoram consideravelmente e simplesmente não conseguimos largar o livro.
  Recentemente (cerca de um mês depois de eu ter lido o livro) a editora Aleph relançou a obra em uma edição incrível.





5º pedaço: Não tem o mesmo sabor que os outros pedaços, mas ainda assim você come – Um livro sequência, mas que não foi tão bom quanto os outros.


  Insurgente foi o livro que menos gostei da trilogia, felizmente o filme ficou bem melhor, a personagem principal está incrivelmente irritante e apesar de ter bastante coisa relevante para a trama tem muita enrolação e mimimi também.












6º pedaço: Você já não está mais sentindo o gosto dele – Um livro que a leitura está arrastada, por mais que se esforce não consegue digerir.


  Eu li Sabriel bem antes de criar o blog, o que não me impede de falar mal dele por aqui né?!
  É um livro de fantasia, com necromantes e criaturas estranhas, espíritos e blábláblá... não fiz muita questão de gastar meus gigas de memória guardando direito essa história. mas lembro que é um livro pequeno que demorei semanas pra ler porque é realmente muuuito chato.








7º pedaço: Aquele que te deixou empanturrado – Aquele livro que você está lendo, mas a leitura não está fluindo, como se estivesse entalada na garganta.


  Faz meses que estou "lendo" Enterrem Meu Coração na Curva do Rio e a leitura não flui muitos motivos. Ter toneladas de informações despejadas em um parágrafo me deixa confuso e sobrecarregado, o fato de muita dessa informação ser relatos de barbáries realizadas pelos colonizadores dos EUA contra o povo indígena. É difícil de digerir.










8º pedaço: Você não aguenta mais nem olhar para ele – Um livro que você detestou e que por este motivo ele encontra-se abandonado em sua estante, aguardando uma nova chance.


  Não é que eu detestei Arkansas, e ele não está abandonado, mas com certeza não lerei ele novamente, é um livro maçante e chato, apesar dos diálogos, que são muito bacanas e bem humorados.











  E essa foi a Tag meu povo, como não fui tagueado também não vou taguear ninguém, quem quiser fazer fique a vontade, não deixem de votar no melhores do ano clicando aqui. E por hoje é isso, vou nessa porque essa TAG me deu fome :p

terça-feira, 17 de março de 2015

[Opinião] Arkansas - John Brandon #121


Editora: Record

N° de Páginas: 332

Citação:
"'Quando as pessoas agem de forma exagerada a respeito da morte de alguém, significa que se sentem culpadas.' 'E do que eu sinto culpa?' 'Como é que eu vou saber?' 'Sempre fui bom com ela.' ' Não culpadas pela forma como trataram a pessoa, culpadas por terem uma vida e não saberem o que fazer com ela.'"

Sinopse:
  Swin passou a infância lendo os livros da vizinha, desejando ter um irmão e desprezando os adultos. Na faculdade, aprendeu a dar golpes para se virar, e resolveu sair de casa por não suportar o padrasto.
  Kyle nunca se entendeu bem com outros garotos. Quando tinha 17 anos, sua mãe morreu eletrocutada e ele passou a viver sozinho, sobrevivendo à custa de pequenos roubos.
  O caminho de Swin e Kyle se cruza quando são levados para trabalhar para Frog, um chefão do tráfico de identidade misteriosa. Quando um esquema dá errado, os dois se veem sozinhos novamente envolvidos em uma trama perigosa. Mas dessa vez talvez possam contar um com o outro. Em meio a viagens de carro pelo sudeste dos Estados Unidos, a esconderijos em velhos trailers e a chefes do tráfico excêntricos, os dois jovens iniciantes no crime viverão aventuras, romances e muitos perigos.


Opinião:
  Antes de mais nada gostaria de agradecer à editora pelo presente, nunca tinha ouvido falar do livro, e pelo que vi no Skoob, poucos ouviram, mas confesso que é um livro que eu compraria se visse dando sopa em uma livraria (e, provavelmente, me arrependeria depois), não só pela capa, que adorei, mas também pelo trecho presente na quarta capa, que é praticamente a primeira conversa entre Kyle e Swin.
  Já vou dizer de cara que a história do livro não é interessante, é exatamente o que a sinopse diz, dois caras que nunca se deram bem com ninguém, entraram para a vida de crimes e acabaram se conhecendo e se tornando amigos (comprovando o que Swin diz no trecho redigido na quarta capa), a narrativa é meio enfadonha, principalmente nos capítulos nos quais é contada a história de Frog, o misterioso grande marginal (que é um pereba), em que a narrativa se encontra em segunda pessoa, como se o leitor fosse o tal Frog, corajoso? Sim, inovador? Nem tanto, tiro no pé? Pode apostar!
  A narrativa em segunda pessoa em um livro é uma "ferramenta" que está sendo bem explorada de um tempinho pra cá, pelo que ando vendo, ela consegue introduzir o leitor na história e torná-la, de certa forma, mais dinâmica e interessante, mas isso só se for bem feita, como no caso de O Inocente, do Harlan Coben, quando o autor não consegue fazer isso direito torna a história cansativa e até um tanto repelente, como no caso desse livro, confesso que pulei alguns capítulos que eram narrados dessa forma.
  Não contente em contar a história de Kyle e Swin em terceira pessoa e o passado de Frog em segundo, quando a história de Frog alcança o mesmo período da de Kyle e Swin o autor começa a narrar em primeira pessoa, o que acabou sendo um tiro no outro pé.
  Mas apesar da narrativa deixar bastante a desejar o livro vale pelos diálogos, principalmente as falas do Swin, ele é um Porto-riquenho devorador de livros, irônico e com um humor negro de dar inveja, fiz várias marcações no livro, e todas são de diálogos, a muito, muito, MUITO tempo mesmo eu não lia um livro com diálogos tão bacanas, engraçados, divertidos e envolventes, alguém fala pra esse autor escrever roteiros pro cinema, porque mesmo a história não sendo lá essas coisas e a narrativa ser um porre os diálogos são os melhores do mundo, ou passam perto.
  O livro leva três estrelas, já que tirei 3 pela narrativa chata e uma pela história (o que faria só sobrar uma, eu sei, mas devolvi duas pelos diálogos), sim, a história tem momentos interessantes, mas não são muitos, vou deixar no Spoiler alguns momentos que achei interessantes, caso estejam curiosos e eu tenha deixado vocês com vontade de passar longe do livro.




Spoiler (selecione para ler):
Partes que realmente gostei da história:
A luta do sobrinho (que esqueci o nome) com Brigth
Os rapazes matando o tio do sobrinho supracitado, por causa da luta supracitada
Quando Jhonna revela que está grávida (embora já fosse previsível, devido ao subtítulo do livro)
As desculpas malucas que os rapazes inventavam para justificar o sumiço de Brigth, que já estava bem morto e enterrado a sete palmos (a conversa que eles tiveram enquanto enterravam o cara também é impagável)
E as "pesquisas" do Swin sobre a mania de magreza das mulheres, do tipo: "Você sabia que uma em cada quatro mulheres aceitaria... se em troca pudessem comer o que quisessem e continuar magras?" Os retruque que a Jhonna dá pra essas "perguntas" também são ótimos.

Tá que os últimos são diálogos, mas como disse o livro vale pelos diálogos.

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