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domingo, 8 de dezembro de 2019

[Opinião] O Construtor de Pontes - Markus Zusak #260

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https://www.skoob.com.br/o-construtor-de-pontes-832270ed853501.html
Editora: Intrínseca

N° de Páginas: 524

Quote:

"Ele jamais seria capaz de expressar sua gratidão, pelo livro e pelo toque dos braços dela. Sabia que nunca mais voltaria a vê-la, que não haveria mais nada a ser dito. Pela fresta derradeira, antes de as portas do elevador se fecharem por completo, ela abriu um sorriso."

Sinopse:
  Assim como nos épicos de Homero, a história da família Dunbar é marcada por beleza, tragédia e brutalidade. Uma saga construída na desordem, com sangue, socos, chegadas e partidas, em que o tempo é senhor absoluto: tanto protagonista quanto motor da narrativa.
  No cerne de tudo está Clay, que, aos dezesseis anos, passa os dias correndo pelos terrenos abandonados do bairro. Ninguém sabe ao certo por que faz isso. Nem ele próprio. A resposta chega num dia quente e abafado de verão, às seis da tarde, com um estranho, uma ruína ambulante trajando um terno.
  Após anos fora de casa, depois de ter abandonado os cinco filhos e os lançado num mar de desamparo, barbárie e solidão, o patriarca retorna com um pedido inusitado: quer ajuda para construir uma ponte. Escorraçado pelos jovens e por Aquiles, a mula teimosa e insolente da família, o homem deixa seu endereço num pedaço de papel. Há entre eles, porém, um traidor. O quarto garoto Dubar. Clay.
  É ele que parte para a cidade do pai, e os dois, juntos, por dias e noites, se dedicam ao projeto mais ambicioso e grandioso de suas vidas até então. Nada menos que um milagre.
  A ponte de Clay não é apenas de pedras, mas também de lembranças - lembranças da mãe, uma pianista amorosa e atrevida, a impecável rainha dos erros que desafia a morte; o pai, de olhos cor de mar e barriga de concreto, um homem cuja alma se combaliu; dos irmãos, cada um despedaçado à sua maneira; e dele mesmo, do garoto que foi um dia, antes de tudo mudar. O tepo, assim como o rio sob a ponte, tem uma força avassaladora, capaz de destruir, mas também de conciliar. Basta que alguém se disponha a desafiar a correnteza.

Opinião:
  Sim, eu admito, quando soube que esse livro seria lançado eu fiquei louco, foi mais de uma década entre o grande sucesso do autor, A Menina que Roubava Livros, e este. E é nítido o amadurecimento do autor, não desmerecendo o livro anterior, nem mesmo o Eu Sou o Mensageiro que apesar de ser bem menos comentado eu acho um livro excepcional.
  Enfim, vamos falar desse livro: Aqui Matthew vai nos contar a história da sua família, passeando entre passado e presente, dando uns spoilers do futuro, ficamos sabendo como sua mãe, A Rainha dos Erros, ganhou esse e outros apelidos, conhecemos O Assassino, referido com tanto ódio e amargura pelo narrador. Enquanto vemos os fios que ligam, de forma absurdamente bela, o presente com o passado, tudo com uma delicadeza e beleza que apenas Zusak é capaz de ter. Conhecemos os cinco irmãos Dunbar, em especial aquele que será nosso protagonista: Clay, e tem também uma analogia com o desenvolvimento do personagem e o seu nome.
  É um livro escrito de forma magistral, com personagens muito bem construídos e que vai tratar sobre lealdade, perdão, amadurecimento e família, mas ele não para por aí, ele trata também de luto, e das surpresas da vida.
  É um livro tocante e impossível de ler sem ficar com os olhos, no mínimo, marejados. Temos personagens amantes de livros e livros que permeiam e se entrelaçam com a história dos personagens. Não se se o autor tem ascendência alemã mas ele tem certa fascinação pelo país, levando em conta o que já li dele.
  Clay, nosso protagonista, é um dos personagens com os quais mais me identifique em toda a minha vida de leitor, ele é um garoto calmo e sonhador, bastante ligado com a mãe (quando essa era viva) e afetuoso, tudo isso fica um pouco obscurecido depois que os cinco se tornam órfãos, mas, de certa forma, Clay ainda é o que se entende com todos os irmãos, mesmo com as brigas e surras dadas para provar que é que manda fica claro que Clay é a pessoa mais importante da casa, por mais calado e muitas vezes recluso que seja, e Tommy (é Tommy o nome do caçula, certo?0 sem dúvida é o favorito e mais mimado, e ele é extremamente fofo, me ganhou com os nomes que escolheu para seus muitos animais de estimação, que formam uma fauna bem exótica na casa.
  É um livro acolhedor, que esmagará o coração do leitor em alguns momentos, mas que também ganhará seu espacinho dentro do mesmo, e conforme o tempo vai passando ele vai crescendo e você vai ficando com saudade dos irmãos Dunbar, por quem nos afeiçoamos tanto durante a leitura.

https://www.skoob.com.br/autor/21-markus-zusak

quarta-feira, 27 de julho de 2016

[Opinião] A Garota que Eu Quero - Markus Zusak #197

Editora: Intrínseca

N° de Páginas: 174

Quote:
Para além da cidade, ele me leva a uma escuridão que a princípio cheira a maldade. Ao chegarmos mais perto, entretanto, percebo que na verdade não é para a maldade que estamos andando. É para a morte. Apenas a afável morte, com toda a sua paciência."


Sinopse:
  Cameron Wolfe tem fome. Cansou-se de ser um maldito perdedor, meio risonho e meio carrancudo, sempre tentando impressionar. Ele finalmente conhece uma garota, e seu espírito foi inundado por palavras. Agora Cameron está determinado a provar que não há nada mais belo que um perdedor disposto a lutar.

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Opinião:
  E com essa leitura percebo que, realmente, não tenho mais paciência para os dramas adolescentes...
  O autor conseguiu a façanha de me deixar cansado da história por volta da página 20.
  Aqui conhecemos Cameron, o caçula de uma casa com 5 filhos. Sinceramente não sei qual dos irmãos é mais irritante. Provavelmente Cameron ganha esse título por estarmos o tempo todo na cabeça dele, mas sem dúvida Ruben é o mais desprezível...
  Vou apresentar os irmãos clichês para que vocês possam conhecer ao menos um pouco da história antes de cometerem o erro de criar muitas expectativas para essa história. O mais velho é Steve, Seteven, Stephen... algo assim. Um astro do futebol que é venerado pelos irmãos mais novos, uma espécie estranha de rebelde sem causa que dá vontade de dar um chacoalhão para que acorde toda vez que ele aparece na história, em sua defesa devemos dizer que ele é um pacifista e tem uma certa maturidade, em alguns momentos até invejável, no quesito auto-controle.
  Depois dele temos Ruben, Rubens... sei lá, todo mundo chama só de Rube mesmo... Um adolescente machista e boboca (alguém ainda fala boboca? Meus Deus!) que troca de namorada a cada semana sempre interessado mais na embalagem do que no conteúdo, um cafajeste de primeira daqueles que, sabe Deus o porquê, as meninas adoram.
  Temos a irmã, não sei exatamente em que momento da vida dos pais, praticamente inexistentes na história, ela surgiu... Mas ela só está lá pra ser outra adolescente bobinha que é tratada como objeto por homens sem um pingo de decência.
  E, enfim, chegamos ao Cameron, o caçula, com poucos amigos, depressivo e tímido que sofre por nunca ter "conhecido" uma garota ¬¬'
  A história é sobre o pseudo-amadurecimento do protagonista, ele se apaixona por um dos brinquedos (porque são assim que praticamente toda mulher é tratada pelo tal do Rube) do irmão e depois que o inevitável e já previsto "namoro" dos dois acaba eles começam a se relacionar. Octavia NÃO é uma menina normal, isso logo fica claro. Ela é zen demais, mesmo para uma personagem que seja criada com o rigor do budismo (o que não é o caso). E acompanhamos uma história de uma moça ensonando ao um guri sonso demais (mas confesso que bem sensível) os princípios do namoro, um cafajeste levando a surra que merece, e não aprendendo nada com isso, e a aceitação do irmão mais velho sobre quem é sua família.
  Um livro chato, extremamente cansativo, mas que tem lá suas qualidades, e não é a atmosfera melancólica e maçante que permeia todo o livro. Os pontos positivos ficam a cargo do relacionamento dos irmãos, que está sempre amadurecendo e se tornando algo mais forte e respeitável, mostrando que "família unida jamais será vencida" (credo, eu realmente escrevi isso, não tinha uma forma pior pra me expressar?)
  Outro ponto positivo que vale a pena ser mencionado é a mania de Cameron de escrever para... aliviar a mente, a cada intervalo de capítulo temos o que ele chama de "suas palavras" que são muito mais interessantes do que sua história, propriamente dita, inclusive o quote que separei é de um desses escritos.


terça-feira, 26 de abril de 2016

[Lista] Encalhados

  Oi povo,
  Esse mês vi três videos de "booktubers" falando dos livros que estão encalhados na estante deles, então resolvi colocar minha lista da vergonha aqui também. Caso queiram conhecer os vídeos que estou descaradamente copiando a ideia, eles são:

01. Bruna Miranda

02. Victor Almeida

03. Junior Martinelli

    Para passar mais vergonha que eles eu selecionei 10 livros, que são:

01. A Garota Que Eu Quero - Markus Zusak

  Estava louco para ler tudo que o Zusak publicasse, e me certifiquei de comprar esse livro, finíssimo, para ler. Depois que o comprei descobri que se trata do terceiro livro sobre três irmãos, tenho quase certeza que podem ser lidos separadamente mas mesmo assim quero ler os outros primeiro... mas são muito caros. Os dois primeiros: O Azarão e Bom de Briga, foram publicados pela Bertrand Brasil... Além do fato de serem romances... e isso me desmotiva bastante, mas quem sabe um dia.

02. Feios - Scott Westerfeld

  Desde que comecei a ler tenho muita vontade de ler essa série, consegui o primeiro livro de troca no Skoob, em muito bom estado, inclusive, e até hoje não li. Em parte porque tenho medo de me decepcionar e em parte porque tenho medo de gostar demais e não ter a continuação para ler logo em seguida, vai entender ¯\_(ツ)_/¯

03. Prato Sujo - Marcia Kedouk

  Teve uma época onde os livros lançados pela Superinteressante eram, realmente, interessantes. Nessa época comprei esse livro e... nada de ler, me interesso bastante pelo assunto mas sempre que olhos pra ele minha vontade de lê-lo some... acho que em parte foi por causa da decepção que foi o tal de  O Melhor da Super.

04. Os Pilares da Terra - Ken Follett

  Anos atrás comprei essa edição linda de Os Pilares da Terra, mas não conhecia o autor, tinha medo do tamanho e acabei deixando pra depois, deixando pra depois e até hoje nada, e agora não tenho a desculpa de não conhecer o estilo de escrita do autor, já que já li Um Lugar Chamado Liberdade do autor, e adorei. Mas ainda tenho medo do livro, foi o livro que paguei mais caro e se ele for ruim e eu ficar com a sensação de dinheiro desperdiçado vou ficar muito inconformado comigo mesmo. O dourado da lombada até já saiu e nada da pessoa aqui ler.

05. It: A Coisa - Stephen King

    Tenho esse livro a quase tanto tempo quanto tenho Sob a Redoma, mas pelo menos aquele eu comecei a ler, preciso recomeçar, mas enfim... esse é pelo único e simples motivo de ter umas mil e cem páginas, e se conheço a suma, a letra não é das maiores, mas ainda assim estou louco para lê-lo, aproveito esse para fazer uma "menção honrosa" à Saco de Ossos, que já não lembro se comprei antes ou depois desse.

06. Deus Não Abandona - Vanda Amorim

  Esse, com certeza, é o mais antigo... foi um dos primeiros livros que comprei e até hoje não li, na verdade comecei, mas a história não me cativou o suficiente para que eu continuasse. Ainda pretendo lê-lo inteiramente... mas não por agora.

07. Um Gato de Rua Chamado Bob - James Bowen

  Comprei este livro quando ele foi lançado... e até hoje nada, um amigo meu leu e adorou, mas como eu prefiro cachorros (e ainda assim tenho o Soldier, também estacionado a um bom tempo aqui) ele está parado, amarelando as folhas sem ter sido lido.

08. As Memórias do Livro - Geraldine Brooks

  Um livro sobre livros... e eu ainda não li, se não me engano esse foi o terceiro ou quarto livro da minha extensa coleção de livros de bolso, não tem explicação para eu ainda não tê-lo lido, a não ser, talvez, o perfume que a vendedora passou no livro.

09. Vidas Secas - Graciliano Ramos

    Sim, essa é a edição de Vidas Secas que eu tenho, sempre ouço as pessoas falarem maravilhas desse livro, que a muito tempo tenho muita curiosidade. mas até hoje não criei vergonha pra pegar.

10. Trilogia Mundo de Tinta - Cornelia Funke

  Eu adoro o filme Coração de Tinta, e a muito tempo comprei a trilogia para poder lê-la. E até hoje nada, comecei a ler o primeiro volume, mas achei ele enfadonho demais e a protagonista conseguiu me irritar em poucas páginas... Então né, tá ali, parada... esperando minha vontade de retomá-los.

  E é isso meu povo, sejam prestativos e compassivos para com a minha pessoa, deixem nos comentários quais são os livros que vocês tem negligenciado.
  Grande abraço pro6 e até amanhã.


quarta-feira, 1 de outubro de 2014

TAG: Viajando na Leitura

  E aí meu povo?
  Hoje vim responder uma TAG para a qual fui indicado pela Jô do Coisas que eu sei que sei (adoro esse nome) a TAG foi criada pela Larissa do blog Tão bom quanto pizza (outro nome incrível :p ) vamos à ela?

1. Um livro que te levou a um século passado


  Considerando que o presente século não tem nem 14 anos praticamente 90% dos livros que li se passaram em outros séculos... mas para ir um pouco mais longe escolhi o livro Rei Arthur, de Frank Thompson, um livro que li antes de criar o blog, por isso não falei dele aqui, mas é um livro que não morri de amores por ele (poderia ter escolhido qualquer um da série Assassin's Creed, que são bem mais interessantes), esse livro conta uma história bem mais crível sobre o "rei" Arthur, inclusive tem filme... que eu comecei a assistir mas achei nhé demais pra terminar....






2. Um livro que fez você viajar em uma história clássica de uma maneira diferente

  Vou dar uma roubadinha :p, não é bem uma história clássica mas é a história da Segunda Guerra, e A Menina que Roubava Livros me fez ver quantas pessoas esse evento alcançou (de certa forma alcança a todos nós até hoje)











3. Um livro que te levou para outro país

  Novamente uma enorme quantidade de opções, mas escolhi um país que não tinha a mínima vontade de conhecer, mas que depois da leitura de Marina, do Zafón, fiquei fascinado pela Espanha, provavelmente devido a escrita maravilhosa do autor mas enfim...






Opinião sobre o livro clique aqui.





4. Um livro que te levou a um futuro distante

  Dentre as várias distopias que li a que me pareceu requerer mais tempo para acontecer foi O Doador de Memórias, da Lois Lowry, apesar de ser muito bacana e começar como uma utopia e não o contrário, eu custo acreditar que a humanidade chegaria a esse ponto.



Opinião sobre o livro clica neu \o/









5. Um livro que te levou para outro estado do seu país


  Infâmia, além de me levar a outros países me levou também para o Rio de Janeiro, um estado que não tenho a mínima vontade de conhecer :p





Opinião sobre o livro clique aqui








6. Um livro que te deu uma bela ressaca, como se você tivesse passado a noite fora ao invés de ficar em casa lendo


  Sem nem parar para pensar, sem sombra de dúvida foi o Traição em Família, do David Baldacci, livro que já sorteei aqui no blog mas a vencedora não deu sinal de vida (aproposito, já viu a enquete no canto superior direito do blog?)






Opinião sobre o livro aqui (leve em consideração que foi uma das primeiras)






7. Um livro que te levou para outra dimensão


Tá, aqui já não tinha tantas opções, mas dentre as que tinha resolvi ficar com a série da Torre Negra (aqui representada pelo primeiro livro) li até o quarto livro da série (até o presente momento) e ele leva não só até a dimensão do Mundo Médio (sim, é inspirado na Terra Média do Tolkien) mas a várias outras dimensões com diferenças sutis da nossa.



Opinião sobre os livros da série:



8. Um livro que te levou a um grande evento histórico do passado

  Como já falei da Segunda Guerra, agora vou falar da Primeira, que apesar de ser ofuscada pela segunda foi, provavelmente, ainda mais importante já que se ela não tivesse acontecido a Alemanha não teria sido vencida e submetida ao tratado de... Versalhes (é o de Versalhes né?!) e se esse tratado não existisse, talvez (não com certeza) os Alemães não teriam sido tão fracos psicologicamente para serem convencidos por um austríaco que eram uma raça superior e ainda por cima praticarem tantas atrocidades em defesa a isso, mas voltando ao livro :p Ele se passa durante a Primeira Guerra (na verdade depois com flash backs da guerra... e a capa é feíssima.


Opinião sobre o livro aqui





9. Um livro que te levou para visitar uma pessoa que você queria conhecer na vida real

  Apesar do título super auto-ajuda e até ser um pouco assim (afinal, toda auto-biografia tem um pouco de "olha eu consegui, então você também consegue"), uma pessoa que eu adoraria conhecer é o Nicholas, esse cara é um exemplo de superação e é simplesmente hilário, tenho certeza que daríamos muita risada juntos.




Opinião sobre o livro (super melancólica, a opinião, não o livro) aqui







10. Sua melhor viagem literária

  Poderia ter colocado no terceiro tópico mas eu sempre quis conhecer a Austrália (quando pequeno exclusivamente por causa dos cangurus e ornitorrincos) e além de se passar no país que mais quero conhecer esse livro é simplesmente incrível :3














  Segundo as regras eu tenho que indicar cinco blogs para responder essa TAG, mas vou dar mais uma roubadinha e indicar apenas  dois....
Meus indicados são a Nina do Nina & Suas Letras
e o Renato do Realidade Caótica

terça-feira, 2 de setembro de 2014

[Vídeo] Lidos em Agosto de 2014 + Divagações

 Olha só, depois de um longo e tenebroso inverno (acreditem, foi um longo e no mínimo rigoroso inverno) eu volto com o vídeo de leituras do mês... pra ele não ficar com horas de duração vou mostrar só os de Agosto, mas se quiserem ver o que eu achei de alguns livros (não falei de todos eles) que li em Junho e Julho vou deixar também os links das postagens nas quais falei deles...
Junho:
Eu Sou o Mensageiro - Markus Zusak
Dinossauros Entre Nós: Não falei dele mas só digo que foi uma grande decepção... se quiserem uma opinião mais detalhada eu faço uma postagem pra ele.
Insônia - Stephen King: Parece que eu tinha lido a tanto tempo mas faz só 3 meses...
Não Volte Para Casa do Mesmo Jeito - Josué Gonçalves, é bem bacaninha... também não falei dele mas... é bem bacaninha (ponto)

E foram apenas esses que li em Junho

Julho:
Marina - Carlos Ruiz Zafón ♥o♥
As Aventuras do Sr. Pickwick - Charles Dickens (ainda vou ler algo integral do autor... por honra)
Eu Sou o Número Quatro - Pittacus Lore (obrigado Mirian, pela troca tranquila e pelo bilhetinho fofo :3)
A Última Grande Lição - Mitch Albom (bom, principalmente para entender mais sobre a doença que anda fazendo todo mundo tomar banho gelado)
Garota Exemplar - Gillian Flynn (com sorteio, corre que ainda dá tempo)

Agosto:


A Graça da Coisa - Martha Medeiros (Owwwuuuuunnnttt *o*)
Vinda Com a Neve - Odette e Barros Mott (Minha vizinha mudou-se T-T)
Mago e Vidro - Stephen King (Caminho para a Torre Negra: 2462 páginas percorridas, faltam 2603)

  Não deixem de visitar o blog do Gabryel que deu essa tão necessária recauchutada por aqui

  E é isso minha gente... espero acho que não estou esquecendo de nada mas provavelmente estou, sinto isso...
 Grande abraço pro6!

domingo, 10 de agosto de 2014

Lista (não de sorteio): 10 Grandes Pais da Literatura

  Para comemorar o dia dos pais resolvi fazer uma lista com os 10 pais que encontrei em livro e dos quais mais gostei. E... é isso :p



  10. Germán

  O pai de Marina me conquistou pela sua classe e educação, e claro, por ter criado Marina tão bem, ele é também um pai para Óscar, sempre colocando os outros acima de si mesmo, dando total atenção quando alguém a pedisse. Mas meio mosca morta também.










9. Andrew Prior

  O pai de Tris poderia estar em uma posição mais elevada, um homem que trabalha para o povo e pelo povo, que ama seus filhos e fez de tudo para protegê-los, não é apenas um grande pai, é um grande ser humano...









8. Samuel Roffe

  Não, Samuel Roffe não foi um grande pai só por deixar a maior empresa farmacêutica do mundo para sua filha, mas foi um pai amoroso, que mesmo trabalhando muito e viajando pelo mundo sempre dava um jeito de passar um tempo com ela, pode ter falhado diversas vezes mas quem nunca?









7. Henry

  Henry não era o pai de sangue de Quatro, mas seu Cêpan, que é para os lorienos, lorianos, lorienses... enfim, o povo de Lorien, o mesmo que "pai adotivo" é para os terráqueos, Henry demonstrou um amor, doação e proteção por Quatro que raramente vemos onde o sangue não é compartilhado.








6. Dexter Morgan

  Dexter pode ser um assassino, psicopata, maníaco cujo maior prazer é assassinar pessoas, mas seu amor e devoção pelos filhos, pela filha, mais especificamente, é palpável. Sua filha é, literalmente, a única coisa que ama no mundo. Exceto, é claro, ter o sangue de outra pessoa escorrendo na sua frente...








5. Phillip Blake

  Mesmo no apocalipse zumbi podemos encontrar um pai fazendo tudo que estiver ao seu alcance para proteger sua pequena filha, mesmo depois que a pequena Penny morre, e isso não é spoiler, todo mundo sabe que aquela guria morre em algum momento, ele continua protegendo ela, e tentando não ser devorado pela mesma.









4. Harper Montgomery

  Quando a filha lembra a morte da pessoa que mais se amou deve ser difícil ser um bom pai, mas Harper consegue, além de ser um pai muito coruja, daqueles que a filha será sempre sua bebezinha, também consegue protegê-la de toda a... tragédia, por falta de palavra melhor, que o cerca.









3. Tom Sherbourne

  Pode ter começado como um modo de agradar a esposa, mas é inegável que tom tentou ser pai muitas vezes, e mesmo com a forma... estranha, com a qual conseguiu acabou amando profunda e intensamente a pequena Lucy, lutando pelo melhor da menina, mesmo que isso tenha vindo a destruí-lo, de certa forma, mais um pai que colocou o bem-estar da filha acima de seu próprio, que pôs sua vida, amor e liberdade em risco para fazer o que achava ser o melhor para a criança.







2. Hans Hubermann

 Quem não se encantou com o afeto e dedicação de Hans por Liesel? Mesmo em meio a guerra, fome, miséria e tantas outras situações adversas ele soube dar amor e segurança para a pequena ladra, ensinou-a a ler, o que para ela foi algo maravilhoso.










1. Brian Fitzgerald

  Nenhum dos pais aqui mencionados teve tanta dificuldade quanto Brian, sewndo processado por uma filha enquanto a outra morre lentamente, sendo rejeitado pelo filho enquanto tenta resolver o problema de um piromaníaco que parece querer incendiar a cidade toda, isso tudo sendo pressionado pela mulher. Um pai que soube dividir as cosas, que entendeu que mesmo a filha tendo sido criada unicamente para salvar a irmã, ela também era sua filha e merecia viver tanto quanto qualquer outra pessoa.






Bônus: Kevin Garvey

  Quem está acompanhando o seriado The Leftouvers sabe das agruras pelas quais esse pai está passando, com uma filha que hora o ama, hora o odeia. Um filho, enteado na verdade, mas que ele ama como se fosse seu próprio filho e fez de tudo por ele, sumido no mundo sem dar notícia, isso tudo sem contar os problemas no trabalho e na vida cotidiana, três anos depois de 2% da população mundial desaparecer...




  E é isso minha gente, quais pais literários vocês acham que deveria figurar nessa lista e eu não pus? Deixe nos comentários, vamos papear um pouco, sei que faltou muitos mas eu já roubei pra colocar um a mais :p
Grande abraço para todos vocês, feliz dia dos pais para quem for pai e até mais tarde, agora tenho um belo almoço pra comemorar o dia ^^

domingo, 6 de julho de 2014

Aquisições #6 [Decepção Submarina e Torcas no Skoob]

E quando eu resolvo que vou diminuir a quantidade de compras...


  Eu ia gravar um vídeo mostrando as aquisições, assim como fiz da última vez, mas meu computador velho gagá da idade da pedra não se aguenta ligado tempo suficiente para o vídeo ir para o YouTube, e o computador da minha irmã que um "amigo" dela "arrumou". nem ligar não liga mais. Assim sendo vou manter a TAG que gravei e ~pasmem~ editei para "upá-la" assim que possível e vou fazer o resto da forma antiga *suspiro* quando resolvi tirar fotos dos livro vi que minha câmera também deu problema, o universo conspira contra mim. Assim sendo tive que tirar as fotos com meu celular mesmo (Eba! Alguma coisa ainda funciona) elas ficaram embaçadas mas dá pra enxergar, desculpa galera.

Começando com o incrível, fenomenal, perfeitamente perfeito Eu Sou o Mensageiro do Markus Zusak, um livro que estava querendo desde que li A Menina Que Roubava Livros, como alguns de vocês sabem eu já li e adorei, foi a "resenha" mais comentada do blog (amor eterno por vocês: Thamires, Nina, Luara, Gabryel e Michelly) quem ainda não leu (Diego :p) é só clicar aqui.











  Então resolvi conhecer um pouco de crônicas, já havia lido algumas que saiam nos jornais que iam lá pro mercado para embrulharmos os copos e afins, então comprei duas "coletâneas" não tenho certeza se poso chamá-las assim, uma delas foi A Graça da Coisa da brasileira Martha Medeiros, confesso que o que mais me motivou foi a capa, que achei incrivelmente linda. Já iniciei a leitura, logo logo falo sobre ele aqui.








 O outro livro de crônicas que comprei, bem baratinho, inclusive, foi Meu Barco & Eu do mesmo autor de Marley e Eu, John Grogan, confesso que só comprei por ser dele, também já comecei a ler, li só duas crônicas e não é bem o que eu esperava, talvez as coisas mudem, mas esperava a mesma pegada cômica da história do Marley.











  Graças a reação do Léo ao abrir seu presente resolvi comprar (6 meses depois) Garota Exemplar da, pra mim, desconhecida Gillian Flynn, vai sair filme e eu preciso ler antes disso (vai que até lá o cinema da minha cidade, que já está 8 meses atrasado, está funcionando).












  Não é segredo pra ninguém que eu não vou muito com a cara dos romances né! Aí você me pergunta porquê raios eu comprei Um Certo Verão. Simplesmente porque ele foi escrito pelo David Baldacci, se tem alguém capaz de me fazer gostar de um romance é ele, se ele não conseguir o Skoob tá aí pra me salvar :p.











  Falando em Skoob, fiz minha primeira troca através do Plus, quem viu o último vídeo de leituras já sabia disso, eu mandei A Estrela que Nunca Vai se Apagar e recebi um crédito com o qual pedi O Outro Lado da Meia-Noite do sempre bem-vindo Sidney Sheldon. Quero completar a coleção do SS, e quero todas com essas capas lindas e simples (elas são simplesmente lindas).










  Em outra Troca, dessa vez mandei o Vidas Provisórias (espero que ela aproveite mais do que eu) e pedi o Eu Sou o Número Quatro do Pittacus Lore, adorei todo o trabalho para a história, tentando fazer parecer ser uma história real, até o nome do autor é, na verdade, o nome de um ancião do planeta Lorien. Assisti ao filme mês passado e estou louco para ler o livro.











    Quem me acompanha, de março pra cá, sabe que descobri quão bom escritor é Mitch Albom e quão maravilhosas e profundas são suas histórias, assim sendo não resisti quando, passeando por uma papelaria (minha cidade não tem livrarias propriamente ditas) vi A Última Grande Lição, o, se não me engano, primeiro livro do autor, ele segue o mesmo padrão da capa de As Cinco Pessoas Que Você Encontra no Céu, mas é incrivelmente mais bonita :B.










  E por último mas não menos importante, aproveitei uma senhora promoção do Submarino e comprei a trilogia Mundo de Tinta da Cornelia Funke, composta pelos livros: Coração de Tinta, Sangue de Tinta e Morte de Tinta. O terceiro livro veio molhado e manchado mas a equipe do site foi super solícita oferecendo opções de troca.

  E foi isso minha gente, mais uma vez: desculpa pelas fotos de qualidade duvidosa, e até a próxima.

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