N° de Páginas: 508
Citação:

A liberdade para Tracy não era mais simplesmente uma palavra abstrata. Era uma coisa concreta, uma condição física a ser desfrutada e saboreada. Significava respirara ar fresco, ter privacidade, não entrar em fila para comer, não ouvir campainhas. Significava banhos quentes e sabonetes perfumados, lingerie macia, bonitos vestidos, sapatos de saltos altos. Significava ter um nome em vez de um número."
Sinopse:
Crimes perfeitos, como o roubo de um quadro Goya do museu do Prado, são um desafio para Tracy Whitney.
Mas ela não é uma ladra qualquer: para se vingar dos homens que a colocaram injustamente na prisão, ela se torna uma especialista em aplicar golpes em empresários inescrupulosos. De Nova Orleans a Londres, passando por Paris, Madri e Amsterdã, ela desafia a Interpol com uma série de ações ousadas... E apenas um homem é capaz de detê-la.
Opinião:
Vai ser extremamente difícil escolher os melhores do ano no fim desse.
Em Se Houver Amanhã conhecemos Tracy, Uma bem sucedida funcionária de banco, noiva de um homem rico, e formidável, mas então tudo começa a dar errado, a mãe comete suicídio e ela é enganada pelas mesmas pessoas que enganaram a sua mãe.
Tracy tem os traços marcantes das protagonistas do Sidney Sheldon, mas consegue ser a mais inteligente e apaixonante de todas, além do fato de não ligar tanto para o dinheiro (ou coito) como Nolle Page, de O Outro Lado da Meia-Noite.
O autor nos mostra a transformação da personagem de uma forma convincente ressaltando o poder da determinação e a paixão pelo "trabalho".
No decorrer do livro vários outros personagens nos são apresentados como Jeff Stevens, um golpista de berço, o qual tem uma importância fundamental para a história e cuja genialidade rivaliza com a de Tracy, um dos pontos altos do livro é ver ambos disputando e também se juntando para fazer todos os outros de bobo.
Outro personagem de grande destaque é Daniel Cooper, um ser abominável, que conquista a antipatia de todos que encontra, inclusive a do leitor, e conforme o livro passa acumulamos mais e mais asco pelo personagem.
De forma geral todos os personagens são muito bem construídos, até mesmo os que aparecem por não mais que um capítulo, a trama é muito bem feita e o livro tem um final espetacular, daqueles que você termina e se sente satisfeito, pensando "Já que tem que acabar, que bom que foi assim!"
Sidney Sheldon não me desapontou e foi até um pouco além das expectativas que eu tinha para esse livro.
Sinopse:
Crimes perfeitos, como o roubo de um quadro Goya do museu do Prado, são um desafio para Tracy Whitney.
Mas ela não é uma ladra qualquer: para se vingar dos homens que a colocaram injustamente na prisão, ela se torna uma especialista em aplicar golpes em empresários inescrupulosos. De Nova Orleans a Londres, passando por Paris, Madri e Amsterdã, ela desafia a Interpol com uma série de ações ousadas... E apenas um homem é capaz de detê-la.
Opinião:
Vai ser extremamente difícil escolher os melhores do ano no fim desse.
Em Se Houver Amanhã conhecemos Tracy, Uma bem sucedida funcionária de banco, noiva de um homem rico, e formidável, mas então tudo começa a dar errado, a mãe comete suicídio e ela é enganada pelas mesmas pessoas que enganaram a sua mãe.
Tracy tem os traços marcantes das protagonistas do Sidney Sheldon, mas consegue ser a mais inteligente e apaixonante de todas, além do fato de não ligar tanto para o dinheiro (ou coito) como Nolle Page, de O Outro Lado da Meia-Noite.
O autor nos mostra a transformação da personagem de uma forma convincente ressaltando o poder da determinação e a paixão pelo "trabalho".
No decorrer do livro vários outros personagens nos são apresentados como Jeff Stevens, um golpista de berço, o qual tem uma importância fundamental para a história e cuja genialidade rivaliza com a de Tracy, um dos pontos altos do livro é ver ambos disputando e também se juntando para fazer todos os outros de bobo.
Outro personagem de grande destaque é Daniel Cooper, um ser abominável, que conquista a antipatia de todos que encontra, inclusive a do leitor, e conforme o livro passa acumulamos mais e mais asco pelo personagem.
De forma geral todos os personagens são muito bem construídos, até mesmo os que aparecem por não mais que um capítulo, a trama é muito bem feita e o livro tem um final espetacular, daqueles que você termina e se sente satisfeito, pensando "Já que tem que acabar, que bom que foi assim!"
Sidney Sheldon não me desapontou e foi até um pouco além das expectativas que eu tinha para esse livro.






















