Mostrando postagens com marcador Isaac Asimov. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Isaac Asimov. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

[Opinião] As Cavernas de Aço - Isaac Asimov #329

Compre pela Amazon e ajude a manter o blog
Editora: Aleph

N° de Páginas: 304

Sinopse:
  Isaac Asimov é um dos principais nomes da ficção científica mundial e um dos autores com mais obras do gênero publicadas na história. São mais de 500 títulos, sendo a Série Fundação (7 volumes) e a Saga dos Robôs (4 volumes) as obras mais importantes de sua carreira.
  Tendo "As Cavernas de Aço" como primeiro volume, a Saga dos Robôs é um dos trabalhos mais notáveis a falar sobre a relação entre o homem e a máquina. Inclusive, dela surgiram as icônicas 3 Leis da Robótica, que tratam de forma ficcional sobre a nossa convivência com os robôs, e ainda hoje é referenciada em diferentes obras da cultura pop.
  A Saga dos Robôs, publicada pela Aleph, já vendeu mais de 30 mil exemplares. A população da Terra cresceu de modo desenfreado. Os Mundos Siderais, antigas colônias terráqueas, há muito deixaram de se sujeitar à autoridade de seus colonizadores. Para agravar a situação, os robôs parecem estar substituindo grande parte da mão de obra humana, condenando os cidadãos da Terra a uma vida que mal lhes garante a subsistência. Em meio a esse cenário, o embaixador dos Mundos Siderais é encontrado morto em sua residência na cidade de Nova York. O investigador de polícia Elijah Baley é escalado para investigar o crime, e para cooperar com o inquérito, os Siderais enviam um parceiro inusitado: seu nome é R. Daneel Olivaw, e ele é um robô. Indicado ao prêmio Hugo de melhor romance, o sexagenário As Cavernas de Aço é também uma das principais obras do autor, ao lado de "Fundação" e "Eu, Robô". Nele, Asimov cria uma narrativa que povoa o imaginário popular de ficção científica e se mantém influente até hoje.

Opinião:
  Esse livro sempre esteve no meu radar, mesmo sem saber exatamente sobre o que se tratava, minha vontade deu uma fenecida depois que li Eu, Robô. Não que não tenha gostado do livro, mas não foi o tipo de coisa que me deu vontade de sair correndo pra ler todos os 463 livros que o autor escreveu (sério, esse cara fez alguma outra coisa na vida além de escrever?).
  Agora já faz uns cinco anos desde minha última empreitada pela obra do autor e esse livro voltou ao meu radar, mas sempre foi muito difícil encontrá-lo, até que saiu essa nova edição (admito que gostava mais da antiga) e um belo dia o e-book estava de graça na Amazon, pensei "é agora" e foi... que eu comprei, pra ler mesmo acho que levei mais um ano...
  Fato é que li, finalmente. Fui pego de surpresa ao descobrir que se tratava de uma trama policial. Nosso protagonista é um detetive que foi designado para a investigação de um assassinato... estranho, para dizer o mínimo. E tem um cidadão de outro planeta que será seu parceiro nessa investigação, mas logo ficamos sabendo que esse parceiro é, na realidade, um robô.
  "Legal, ele vai trabalhar com um robô!" Só que não é tão legal assim... os seres humanos, principalmente os que vivem na Terra (no distante futuro no qual a história se passa os humanos já estão espalhados pelo universo) tem certo preconceito pelos robôs (que são extremamente evoluídos e podem se passar facilmente por humanos), o preconceito provém de uma certa síndrome de inferioridade... os humanos acreditam que os robôs os desprezam por se sentirem superiores, então os humanos desprezam os robôs por acharem que são desprezados... coisa de louco né? O pior é que é bem plausível...
  Enfim, dentre todas as encrencas da investigação os preconceitos cibernéticos e as pessoas descobrindo e especulando quem é ou não robô o livro vai andando. É vai andando muito bem, obrigado.
  A história é envolvente, os protagonistas (tanto o humano como o robô) são muito bem desenvolvidos e vemos um avanço e aprofundamento genial em ambos. Esse sim, me deixou com bastante vontade de ler o resto da série e até outros livros do autor (Não todos os 463, mas alguns deles).






quarta-feira, 20 de abril de 2016

[Opinião] Eu, Robô - Isaac Asimov #181

Editora: Aleph

N° de Páginas: 315

Citação:
Sim, matematicamente. Mas consegue traduzir isso em um raciocínio psicológico simples? Toda a vida normal, Peter, de maneira consciente ou não, ressente-se da dominação. Se a dominação parte de um inferior, ou de um suposto inferior, o ressentimento fica mais forte. No aspecto físico e, até certo ponto, no aspecto mental, um robô... qualquer robô é superior aos seres humanos. O que o torna servil então? Apenas a Primeira Lei! Bem, sem ela, a primeira ordem que você tentasse dar a um robô resultaria na sua morte. Instável? O que você acha?

Sinopse:
  Em um dos grandes clássicos da ficção científica, e talvez seu livro mais influente, Isaac Asimov define as normas do comportamento robótico e narra o desenvolvimento das máquinas em nove histórias interligadas: desde os primeiros autômatos, incapazes de falar, até os robôs superinteligentes, capazes de tomar decisões que podem afetar todos os seres humanos.

Opinião:
  Minha curiosidade a respeito desse livro foi sanada, para o bem ou para o mal.
  A muito ouvia falar do "pai da robótica" e pretendia conhecê-lo com As Cavernas de Aço, mas na livraria do shopping onde encontrei tantos livros também encontrei uma querida amiga de infância me disse que adorava esse livro, e mesmo que nossos gostos sejam um tanto divergentes em alguns casos (Ela adora Cinquenta Tons, mas nossa amizade é salva porque ela também ama Onde Cantam os Pássaros).
  Aqui conhecemos um repórter que vai entrevistar a famosa psicóloga roboticista Susan Calvin que lhe conta nove histórias, sete incríveis, uma satisfatória e outra que poderia nem existir.
  Essas histórias contam a evolução da robótica, mas através do comportamento desses seres mecânicos o autor critica o comportamento humano e as diferenças que a sociedade insiste em apontar.
  Com uma narrativa fluida e personagens convincentes o autor condena as diferenças sociais e o preconceito para com os diferentes. Não sei dizer se seu estilo de narrativa me conquistou, mas com certeza pretendo conhecer melhor o estilo do autor em um romance mais longo (sim, ainda quero As Cavernas de Aço)


Talvez você goste de:



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...