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segunda-feira, 26 de dezembro de 2022

[Opinião] A Menina da Foto - Kim Phuc Phan Thi #381

Compre pela Amazon 

Editora: Mundo Cristão

N° de Páginas: 320

Quote:
"Não me sinto mais como uma vítima de guerra. Sou uma mãe, uma avó e uma sobrevivente pedindo paz ao mundo"

Opinião:



domingo, 26 de janeiro de 2020

[Opinião] Deus o Ama do Jeito que você é - Brennan Manning #265

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Editora: Mundo Cristão

N° de Páginas: 261

Quote:
O livro era emprestado, não está mais comigo, então não consigo ver as frases, não que tenha marcado alguma.
 
Sinopse:
  Deus te ama exatamente como você é, mesmo com seus piores defeitos, e quer transformar a sua vida para que você possa ser um instrumento em Suas mãos. 
  Em Deus o ama do jeito que você é, Brennan Manning relata cada fase de sua história, mostrando que mesmo repleta de decisões erradas, pecados, vícios, rejeições e recaídas, Deus o alcançou. Ele se diz “um preso que prometeu à comissão da condicional que se comportaria, mas não se comportou”, e conta como foi salvo pela graça de Deus.


Opinião:
Meu pastor gosta muito de Brennan Manning, um dia ele me perguntou sobre uma biografia do autor e etão falei para ele que existia este livro e ele comprou e leu. Depois veio conversar comigo dizendo para e não ler o livro pois eu ficaria decepcionado com o autor. Disse que isso não seria um problema e conversando com ele e sua esposa acabei comentando sobre o Atrevi-me a Chamar-lhe Pai, da Bilquis Sheik e ela disse que queria muito ler este livro, então eu emprestei aquele e eles me emprestaram este.
  Enfim, aqui acompanhamos a vida do autor contada por ele mesmo.
  Ao contrário do que pode parecer o autor passa bastante credibilidade, ele expõe os erros que cometeu ao longo da vida, inclusive dando bastante ênfase em como ele foi um péssimo marido em seu tempo de casado, como ele se reergueu de onde suas más escolhas o colocaram.
  Esse livro faz um ótimo par com O Evangelho Maltrapilho, o que ele fala em seu livro mais famoso é bem demonstrado nesse livro. A história do autor é um ótimo exemplo da incapacidade do homem de acertar sempre e da inevitabilidade do erro, mas também fala bastante sobre a grandiosidade da graça divina e de como ela nos constrange.
  Eu já sabia de alguns erros que o autor cometeu na vida, então não me decepcionei com ele, o livro é incrivelmente fluido e a edição é muito bem feita e com bastante fotos. O que me fez achar o livro não merecedor de cinco estrelas é que em alguns momentos o autor meio que romantiza o erro, meio que indo contra ao que Paulo diz sobre permanecer no pecado para que a graça abunde mais ainda. Não totalmente, me parece que não foi essa a intenção do autor, é só algo que tem espaço para ser interpretado dessa forma.
  Por ser uma biografia, ou melhor, uma auto-biografia, não há muito a ser dito.Tem uma mensagem bacana, é bem escrito e bastante sincero... acredito eu.


segunda-feira, 5 de março de 2018

Lidos em Fevereiro de 2018

  Oi povo, mais um mês se foi, a uns dias inclusive, mas fim de semana é sempre complicado para escrever algo, então aqui estamos, não li tanto quanto em janeiro, mas está valendo...

  Comecei o mês lendo Pá de cal, do brasileiro Gustavo Ávila, esse na verdade é um conto, quis ler para experimentar a escrita do autor antes de pegar o livro dele para ler, achei a história em si muito bacana e a escrita não é nada comparado a Leon Idris mas é boa, pretendo falar dele por aqui, em algum momento.

  Depois fui ler, no Kindle também, o Dias Melhores Virão, e minha única decepção foi o tamanho do livro, extremamente curto, mas bastante pesado, foi o livro mais sério que já li do autor e cncindiu bem com o momento de vida pelo qual eu estava passando.

  Li também o livro de fevereiro da TAG, O Alforje, da Bahiyyih Nakhjavani (uma balinha pra quem pronunciar o nome dela de forma satisfatória na primeira tentativa), esperava que fosse algo fenomenal e apesar de não ter chegado a tanto eu curti bastante a leitura.

  O meu favorito desse mês com certeza foi O Impostor que Vive em Mim, do Brennan. Ele praticamente me colocou contra a parede e me fez ver muita coisa, em mim, que eu nunca tinha percebido.

  E encerrei o mês lendo Evangélicos Católicos e os Obstáculos à Unidade, que quando chegou eu me espantei com o tamanho do livro, ele é ofensivamente curto, mas muito interessante.

Quadrinhos

  De quadrinhos eu só li uma revista da Liga da Justiça, nem lembro que número foi, mas serviu para me mostrar que esse tipo de coisa, que sempre gostei, já não faz mais a minha cabeça.

  E vocês povo? O que leram em Fevereiro?


domingo, 14 de janeiro de 2018

[Opinião] Uma Confissão - Liev Tolstói #225

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Editora: Mundo Cristão

N° de Páginas: 127

Quote:

Mas nisso olhei para mim mesmo, para aquilo que se passava dentro de mim; e lembrei todas as centenas de vezes em que o abatimento e a animação se sucederam em meu íntimo. Lembrei que eu só vivia quando acreditava em Deus. Como era antes, assim é agora, e disse a mim mesmo: basta conhecer Deus para que eu viva; basta esquecer, não acreditar em Deus, que começo a morrer."

Sinopse:
  Uma Confissão registra a intensa crise de fé de Tolstói quando, em 1879, já tendo escrito duas das mais aclamadas obras da literatura universal, Guerra e Paz e Anna Kariênina, ele se questiona sobre o sentido da vida e é confrontado com sentimentos suicidas.
  A narrativa de sua crise e a busca por respostas estão apresentadas, de maneira autêntica e não menos comovente, em tradução exemplar de Rubens Figueiredo.

Opinião:
  Para a lista de livros curtos de forte impacto temos, Uma Confissão.
  Como diz a sinopse, aqui Tolstói vai nos contar sobre uma época de sua vida, quando depois de ganhar fama e razoável fortuna ele passa a se ver como inútil, não exatamente a si mesmo, ele se vê como um bom embromador arrogante e começa a achar que a vida não faz sentido.
  A partir dessa conclusão, Tolstói começa a procurar em sábios filósofos e figuras reconhecidas de forma atemporal por sua sabedoria, e se baseia principalmente em três pensadores, Kant, Schopenhauer e Salomão (sim, Salomão, filho de Davi) e essas três pessoas o fizeram perceber que, realmente, a vida não tem sentido por si só, nas palavras de Salomão: "Nada se aproveita de todo o seu trabalho debaixo do sol [...] Tudo é vaidade e correr atrás do vento."
  Mas ele percebe algo diferente em Salomão, viu que toda a riqueza e sabedoria do rei não deram sentido nem satisfação a ele, mas algo fazia com que ele tivesse vontade de viver, algo dava sentido a sua existência.
  Ele então começa a relembrar seus tempos de juventude, da infância, onde tinha o costume de falar com Deus, um Deus com com o passar dos anos e o acúmulo de conquistas e sucessos deixou de ser uma verdade para o autor. Ele então se lança em uma busca para reencontrar esse amor perdido, encontrar algo que dê sentido a sua existência.
  Como eu disse é um livro curtinho mas que dá uma bela sacudida em quem o ler. Além do problema da depressão do autor, dos instintos suicidas e a questão do vazio interior, o livro trata também do grande problema que a religião se tornou. A palavra religião vem do latim "religare" que seria a religação do homem com Deus, mas a muito ela perdeu seu sentido. Um dos pontos apresentados pelo autor é a total discordância entre o que se fala e o que se faz nos centros religiosos.
  Como alguém de dentro, que cresceu no contexto de igreja, sei muito bem que há muito joio no meio do trigo, e muitas vezes os pacientes mais doentes do hospital se acham mais puros dos que os sãos do lado de fora, e muitas vezes faço parte desse grupo, no final da postagem vou deixar um vídeo que me deu uns tapas na cara, mais ou menos como esse livro fez.
   Enfim, é um livro forte, que mostra que muitas vezes quem deveria refletir Jesus no mundo não o faz, e nem imagina o estrago que essa omissão causa.
  Ah! Mas se você achou o livro tudo isso por que tirou uma estrela na avaliação? Então, o livro tem um altíssimo teor depressivo e desesperançoso na maior parte dele, felizmente ele é curto e uma ofuscante luz de esperança brilha no final... mas o difícil é suportar o sofrimento pungente e a desesperança que escorre das páginas.





quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Lidos em dezembro de 2017

   Oi povo, vou fazer uma postagem com todas as leituras concluídas no ano, mas antes disso vamos falar um pouquinho do que li em dezembro.



  Comecei o mês com O Obstinado Amor de Deus, do Brennan, um livro bem curtinho que li em um dia, mas que falou bastante comigo, mais por uma frase que meio que ofuscou todo o restante, e teve muito a ver com o momento da minha vida que eu estava... já estou querendo reler :p









  depois li A Noite Do Massacre, do Carlos Heitor Cony, outro livro pra ler em um dia, apesar de ser de difícil digestão, quis ler esse livro pra ver o que achava do autor antes de partir para o Quase Memória, que a TAG enviou em... setembro? Acho que foi setembro, adorei a forma do autor de contar a história e não vejo a hora de ler o outro livro dele.







  Depois disso resolvi dar uma olhada em Prince of Thorns, do Mark Lawrence, não tinha grandes expectativas mas acabei gostando bastante, acho que leio o segundo volume ainda esse mês.









  Estava fazendo umas postagens sobre o Murakami e acabei ficando com vontade de ler alguma coisa dele, então peguei Romancista como vocação e me deliciei, é um livro bem diferente do que eu esperava, pretendo fazer uma postagem específica sobre ele logo para conversarmos melhor.








  Aproveitei o saldão de fim de ano da Amazon para comprar Jumanji por onze e pouquinho com frete grátis, é um livro infantil que li inteiro assim que chegou, em outra postagem falamos melhor sobre ele também.









  Outro livro que não tinha muita intenção de ler por agora era Tartarugas Até Lá Embaixo, novo livro do John Green, me surpreendi, foi uma leitura... difícil, de certa forma... e eu não entendi direito o título, tenho uma teoria mas acho que é furada.








  O penúltimo livro que li em dezembro foi Indomável, do Nick Vujicic, acabei gostando ainda mais desse do que do primeiro dele que li, foi um dos meus favoritos desse mês.









  E encerrei o mês (e o ano) lendo A vida de C. S. Lewis, uma biografia que me deu um aperto no coração e mudou minha forma de ver a vida do autor, e até a minha própria, a escrita do autor é uma delícia e sem duvida foi uma das melhores coisas que li nesse ano.






Contos


  Só li um conto em dezembro, foi o Eu Sou o Portal, do Stephen King. Foi o melhor conto que já li do autor, o que não quer dizer que eu tenha morrido de amores por ele, mas depois faço um "PLMC" pra falar dele.

Quadrinhos


  No quesito quadrinhos comecei o mês lendo O Último Rebelde, da coleção Tex Gold que está saindo pela Salvat, sendo bem sincero, não lembro da história, mas a arte é terrível, disso eu lembro.

  Depois li Hal Jordan: Procurado que é um dos encadernados que a Panini vem lançando com as histórias criadas pelo Geoff Johns para o personagem, não é a melhor coisa que li do personagem mas confio bastante no roteirista, pretendo ler um encadernado desses por mês, se quiserem que eu faça postagem sobre eles me digam nos comentários.

  Claro que não podia faltar a minha Júlia do mês, li o Vol. 68 onde é levantado o assunto da morte de Marilyn Monroe, com o título de Quem Matou Norma Jean a história gira em torno de um suposto ex-amante da atriz que já não suporta guardar a verdade consigo.

   Depois li outro volume da coleção Tex Gold, esse intitulado Sangue no Colorado, uma incrível história onde os rangers vão lutar em favor de um povo que vem sendo oprimido pelos endinheirados da cidade que tem até o xerife na folha de pagamento.

  Li também o terceiro volume da Graphic MSP escritos pelo Vitor e Lu Cafaggi Turma da Mônica: Lembranças que da sequência aos eventos narrados em Lições, não sei ainda se é meu favorito, mas é, sem dúvida a coisa mais fofa que li esse mês.

  E encerrei o ano lendo o Vol. 12 de Tex Platinum, outro volume com a arte um tanto aquém do que eu esperava, mas a história compensa, Kit e Tex são atacados, enquanto Kit é abandonado para sangrar até a morte no meio do nada Tex é levado para uma ilha onde um louco quer caçá-lo como se fosse um animal, vários personagens são apresentados e conquistam o leitor, destaque para Isaias e Samuel.

  E foi isso povo, eu não sei o que dezembro tem, mas é sempre um mês bastante produtivo para mim. E vocês, o que leram?


quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Lidos em Novembro de 2017

  Oi povo,
  Como estou meio assim com as opiniões acho que nada mais justo que fazer, pelo menos, um post com as leituras do mês, certo? E como eu li muito mais quadrinhos do que livros vou começar com eles.
  O primeiro quadrinho que li em novembro foi o primeiro volume da nova coleção Tex Gold da Salvat e com ele já decidi que vou fazer a coleção completa, falirei? Falirei, mas falirei feliz, infelizmente já perdi o segundo volume ¬¬' (aceito presentes) e depois de ler outras coisas percebi que essa foi a história mais sem graça que li do personagem, ou seja, meu amor só aumenta. Fiz um enquadrando usando esse encadernado como desculpa, mas na verdade falei bem pouco da história em si, falei mais sobre o personagem.

  Depois descobri meu verdadeiro amor, outro quadrinho italiano, mas dessa vez ao invés de faroeste temos uma história de suspense investigativo, ou melhor, duas histórias, a Mythos possui essa publicação bimestral onde ela lança duas histórias da Julia, uma criminóloga. Nessa edição temos Os Bastidores, uma história onde o diretor é encontrado morto no set de filmagem de um filme e A Oportunidade, uma senhora história sobre um cara que acaba com uma maleta que alguns criminosos estão atrás, ele se aproveita disso para arrancar dinheiro dos criminosos e meio que fazer tudo que sempre quis fazer e nunca pôde, mas talvez não seja uma ideia muito boa manter a dita maleta por perto.

  Quando fui na banca pegar o segundo volume da coleção da Salvat já não o encontrei, já tinha chegado o número 3, enfim, peguei ele, já tinha perdido o segundo não ia perder também o terceiro, certo? e gente, que volume, até agora é minha história favorita do texano, e com larga vantagem para o segundo colocado, tá que não li lá muita cosa ainda, mas mesmo assim, a história se passa na Argentina, onde Tex e seu filho vão resolver alguns problemas e impedir que estoure uma guerra entre o exército e os índios, a história é ótima, a arte é incrível, só amor por esse encadernado.

  Quando comprei o terceiro volume na baca um senhor me perguntou se eu gostava de Tex, eu disse que o que eu li eu gostei, ele me convidou para a ir a casa dele dar uma olhada na sua coleção de cerca de 700 (!?) revistas, claro que fui, e fiquei babando, quando cheguei lá ele tinha duas pilhas em cima da mesa e disse que eram as repetidas, quase 60 (*o*) e perguntou se eu queria, obviamente disse que sim, grande maioria era Tex, um pouquinho de Zagor, Julia e Mágico Vento, o qual falaremos melhor adiante, talvez eu faça um "Novos Livros Velhos" pra mostrar tudo que eu trouxe de lá, mas enfim, dentre tudo isso tinha alguns volumes (incluindo o primeiro) de Tex Edição em Cores, que é a publicação em cores das histórias do personagem em ordem cronológica (x.x) e o mais legal é que no começo ao invés de ser um ranger Tex era um famoso criminoso muito procurado, ele era um verdadeiro anti-herói, fazia justiça com as próprias mãos e isso não costumava agradar a polícia, na verdade não fazia nada muito diferente do que faz hoje, mas enfim... e o bacana é que as histórias eram contínuas, não eram apenas arcos fechados, um arco emendava no outro e assim ia.

  Como disse tinha umas do Zagor lá também, e fui todo empolgado conhecer o personagem, já que de Tex e Julia eu já tinha ficado devoto, mas me decepcionei um tantinho, também é velho oeste, também tem índios, mas não sei, falta algo, essa, em questão, é um história bem marromeno, é bem humorada e até interessante, mas sei lá, não fui muito com a cara do personagem.


  Também falei de um tal de Mágico Vento, certo? Pois bem, pela capa e pelo nome eu já imaginei que se tratava de, adivinha? Índios e faroeste, mas também vi que tinha um toque fantasioso, peguei um pra ver o que eu achava e MEUS AMIGOS, isso sim, é a melhor coisa que a Bonelli Comics poderia ter feito, o primeiro que li é uma história fechada, onde ao levar os cavalos da aldeia para uma ilhota no rio a tribo, e os cavalos, são atacados por algo e descobrem que existe um monstro no rio, de onde veio esse monstro? É simplesmente obra de, trazendo ao nosso linguajar, certo anjo caído, Mágico Vento, nosso protagonista, consegue adentrar em uma caverna no fundo do rio onde encontra o ninho do monstro e enfrenta o tal espírito mal com a ajuda do Grande Espírito, mas também descobre, olha só, que o monstro que devorava cavalos e homens como se fossem aperitivos era um filhote, o segundo volume que li é o meio de uma história, então nem vou comentar muito sobre, é uma história de guerra, profecias e força da união. o terceiro é também uma história fechada onde um camarada de Mágico Vento cuja aparência justifica seu apelido de Poe conta para uma mulher com síndrome do pânico uma vez que Mágico Vento ajudou uma outra jovem com a mesma doença a fugir de um certo monstro, acho que foi a história que eu mais gostei. (Ah, organizei errado as fotos, na verdade li a do monstrengo e da moça por segundo e a da guerra e profecia por último) Mágico Vento, infelizmente, não está mais em publicação, mas a Mythos lançou um encadernado de luxo com as primeiras edições (QUERO!!!) e, queira Deus, vai lançar outros até completar a história.

Livros

   Comecei Novembro terminando Quando os Anjos Silenciaram, do Max Lucado. Apesar da capa lembrar dos Weeping Angels de Doctor Who o livro não tem nada a ver com isso, na verdade o autor analisa a última semana de Cristo antes da crucificação, mostrando cada evento e o que cada um deles representou em um nível mais profundo, não se tornou meu favorito do autor, Gente Como a Gente ainda ocupa o primeiro lugar no pódio, mas esse também é maravilhoso, e deveria ter sido melhor revisado ¬¬'.

  Vi um vídeo do Jonas Madureira onde ele faz um paralelo entre a obra de Dostoiévski com a vida de Cristo e do cristão, e lá ele recomenda esse livro Poder Através da Oração, do E.M. Bounds e ainda falou onde encontrá-lo, a editora disponibiliza o e-book para download gratuitamente (site da editora). É um livro que, apesar de curto, dá várias sacudidas em nós, nos coloca contra a parede e mostra o quanto estamos longe da excelência.

  Pra encerrar o mês li Uma Confissão, do Tolstói. Outro livro forte, que expõe uma realidade que muitos de nós ignoramos, a busca pelo sentido da vida, pela razão de estarmos aqui e a constatação de quão vazia e sem sentido pode ser a fama.

  Enfim, contando os três livros e os oito quadrinhos que li, foi um ótimo mês, ainda mais se considerarmos que só não curti um dos quadrinhos e todos os livros foram de quatro estrelas pra cima. E voc~es, o que leram em novembro?

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